
Helena Sacadura Cabral: «A religião não deveria ser, nunca, poder político. É algo profundamente pessoal, que deverá constituir uma escolha e jamais uma imposição. E os ateus têm tanto direito a sê-lo como aqueles que o não são.»
Eu: «“O senso comum diz-nos que a nossa vida mais não é do que uma brecha de luz entre duas eternidades de treva”, dizia Vladimir Nabokov. Lamento que confundamos tantas vezes a luz com as trevas e as trevas com a luz.»
