
José António Abreu: «Não gostava das mamas. Achava-as demasiado pequenas. Sentia-se tão insegura acerca delas que lhe perguntava repetidamente se não preferiria que fossem maiores. Ele respondia que não, que nem sequer gostava de mamas demasiado volumosas e que as dela não eram pequenas, eram perfeitas, mas ela não acreditava. Menos de um ano após o casamento decidiu colocar implantes. Ele resmungou. Não era necessário e, para mais, era caro. Mas ela estava determinada e ele acabou por ceder.»
José Navarro de Andrade: «A minha infância foi enriquecida por uma personagem fantástica que nunca conheci pessoalmente. Dava pelo bizarro nome de Largartixa e exercia um ofício hoje tão impossível como intrigante: era vendedor de livros porta-a-porta.»
Patrícia Reis: «- mãe, não podemos ter um primeiro-ministro chamado Tozé, ou podemos?»
Eu: «As campainhas de alarme terão de soar no PSD: o escrutínio açoriano, claramente influenciado por factores nacionais, indicia resultados tão maus ou piores para o partido nas autárquicas do próximo ano. Passos Coelho assumiu dignamente a derrota mas deve apressar-se a tirar conclusões deste expressivo voto de protesto dos eleitores açorianos.»
