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Dois esfregões,
Muito mais fiáveis os produtos da “Renova” , passe a publicidade…
JSP
“Embora o custo exato da greve geral de 11 de dezembro de 2022 em Portugal não tenha sido amplamente divulgado, é possível que tenha gerado uma perda econômica entre €150 milhões e €300 milhões, refletindo os impactos sobre a produção, os transportes e os serviços essenciais. A greve também teve um custo indireto em termos de perda de confiança e aumento das tensões sociais no país.”
Se chegarem à conclusão que a greve não foi expressiva sempre quero ver como é que vão justificar o prejuízo dos milhões.
os 7,2% de sindicalizados pertencem ao setor improdutivo e transportes.
“Se chegarem à conclusão que a greve não foi expressiva sempre quero ver como é que vão justificar o prejuízo dos milhões.”
Tente ler o que escreveu…uma ajuda para ver se aprende a pensar…37.5C é uma temperatura de corpo expressiva?
“…37.5C é uma temperatura de corpo expressiva?”
Realmente, se a greve “não foi expressiva”, mas parou o país e deu este buraco nas contas, se calhar o problema não é a temperatura.
Não será melhor procurar um termómetro de bolso para medir o seu QI. Se calhar é capaz de ser igual à temperatura do corpo e aí sim é mais provável que dê “não expressivo”.
versão atual de:
“O homem só será livre quando o último rei for enforcado nas tripas do último padre”.
O super bem informado, proprietário de 185,8 milhões de euros, em propriedades, próprias e 2,65 milhões, de euros, de rendimentos anuais, Leitão Amaro, ministro da Presidência, anunciou “99,75%, dos trabalhadores, não fizeram greve.” Portanto, 7500 milhões, de portugueses, estiveram, a trabalhar, enquanto 126000 fizeram greve. Só podemos assumir, que é mesmo verdade.
Depois, há é a coisa estranha, do Primeiro-Ministro, anunciar “Vamos subir, o salário mínimo, para 920 euros, em vez de 915, como estava previsto.” No dia 10, anunciou “Vamos fazer tudo, para até ao fim, da legislatura (2029) colocar, o salário mínimo em 1500 euros, e o salário médio em 2300-2500 euros “. Mas, 283km, a norte, 5 horas depois, noutra conferência, do PSD-Chega, “O governo irá colocar, o salário mínimo nos 1600 euros, assim como o salário médio, passar, os 3000 euros, mensais.”
E, no debate seguinte, André Ventura, que “Vamos votar favoralmente, todas as propostas, da revisão laboral, a não ser, a da amamentação, pois queremos, que nasçam 250000 bebés, anualmente e aquela proposta, não ajuda, a isso.”, como é costume “Vamos votar contra, as propostas laborais. Eu, e o grupo parlamentar, do Chega, analisámos, as propostas e não são boas, para o país. Tanto a do outsourcing, como a da amamentação, vão, contra, o que o Chega, e eu, defendem.”
Curiosidade, que Montenegro, foi a uma conferência, organizada pelo Chega (e pelo PSD) e que Ventura, foi ao lançamento, de um livro, de um deputado, do PSD?
Sinceramente não sei qual dos números entre os do governo (entre 0 (?) e 10% segundo o ministro Leitão Amaro) e os das centrais sindicais (80%) correspondem à verdade.
Tenho uma única certeza: ambos, governo e centrais sindicais estão a mentir!
2 jornais Marxistas. Um é pago pelo grande capital imobiliário ou pelo grande capital merceeiro…
Correcção: “ou” deveria ser “outro”
Excepto a ausência da foice e do martelo, não vejo qualquer diferença.
Então e o anúncio em rodapé gigante no “Público”? O “Avante!” também podia adoptar a moda, mas com publicidade a imobiliário próprio, eheheh.
Francisco Seixas da Costa escreveu: “A melhor prova de que a greve geral foi um êxito foi ver um político populista [André Ventura] dar o dito por não dito e colar-se de imediato a ela, passando a defender a legitimidade e a justiça do movimento grevista.”
Parece-me que ele tem muita razão.
O Seixas é comunista, dirão os que detestam greves.
Usar os ditos de Ventura, para validar e argumentar da justiça grevista, revela bem o quão desesperados ou desacreditadas andam as gentes de esquerda!
Às vezes os arúspices são muito criativos no enchimento de chouriços. Está um político honradamente a dar uma no cravo e outra na ferradura
Longos anos assinante do Público. De há muito, na verdade, apenas pelos textos de dois ou três colunistas que por lá escrevem ainda (se por pluralismo editorial se por idiotia útil, é irrelevante agora) e pouco mais. Por isso e pela perene e rara resistência que me orgulhava de apoiar, com essa assinatura, à adopção do português mutilado pelo AO90.
Mas nem uma coisa nem outra resistem a tudo. Ou ainda, Deus me guarde(!), acabava a assinar, pela grafia adoptada, o Avante!.
Acabo de a cancelar. E isso não me deixa feliz.
Descancele, convém ouvir aqueles de que discordamos.
Não cancelo o que seja e se o anónimo retira tal conclusão do que eu escrevo, estará talvez a imaginar-se dotado de soberanos poderes de cancelamento – de cancelamento de gente como eu – que decerto povoam os seus mais acarinhados sonhos de vanguarda “inclusiva” e coisas afins. Enfim, a imaginar-se a praticar cancelamentos com o empenho de verdadeiro comissário político. Ou, mais simples e coloquialmente, apenas a enfiar um barrete que não lhe destinei.
Não pretendo o encerramento do jornal. Que venda muito e seja rentável, ou mais provavelmente vá continuando a viver do subsídio privado que, diz-se, largamente o sustentará. É privado, o jornal e esse dinheiro, nada tenho a ver com isso.
Apenas não quero continuar – directamente, pelo menos – a pagar por algo em que cada vez menos me revejo. Ou, pura e simplesmente, não me agrada. Lamento se o anónimo considera tão opção inaceitável. E poderei, fique tranquilo. sempre aceder à parte gratuita do “sítio” do jornal. Se eu quiser, claro.
Suponho que tenho esse direito. Ou será isso minha demonstração de intolerável heteropatriacalismo, machismo tóxico, homo e islamofobia, racismo e xenofobia, e mais genericamente adesão à valores sionistas e de extrema-direita (se fossem de esquerda estaria, evidentemente, muito bem)?
O “pacote laboral” é um autêntico “tiro no pé”.
Prejudica empresas e trabalhadores (m/f).
Penaliza direitos humanos adquiridos.
As mulheres têm direito a engravidar
e a amamentar. As pessoas têm direito
à segurança laboral.
O que é que é melhor? Uma empresa ter
trabalhadores experientes e competentes
e mantê-los ou despedi-los e contratar
trabalhadores inesperientes?
Cumprimentos.
João Barros da Costa
Seja qual fôr o resultado, para o Partido Comunista Português
está tudo bem. É sempre uma grande vitória…
“Assim se vê a forca do pê cê!”
“Assim se vê a forca do pê cê!”
“Assim se vê a forca do pê cê!”
As cedilhas estão em greve…
João Barros da Costa
Sobre o Avante nem vale a pena falar, é um Jornal, assumidamente, ao serviço de um Partido Político…
“A greve geral existiu”
Mas, por favor, expliquem-me, muito bem explicadinho, que eu às vezes sou um bocadinho lerda, qual é, afinal, o “pecado mortal” imputável ao Jornal Publico?
Mas a greve geral não existiu? Estavam à espera que fosse ignorada a ocorrência de uma greve geral, que até teve uma adesão muito significativa? Preferiam que o Jornal Público fizesse um descarado frete ao Governo e que confirmasse aquela escabrosa mentira da adesão “inexpressiva”?
(Declaração de interesses: Não tenho nada a ver com o Jornal Público, nunca fui assinante e, por acaso, é raríssimo lê-lo).
A maior diferença é que o de cima depende financeiramente da festa (isenta de IVA) com o mesmo nome do jornal e o de baixo pertence a um grupo capitalista que pode derreter dinheiro como muito bem entenda, ao ponto de se dar ao capricho de sustentar uma tralha que odeia tudo o que o patrão representa. Queriam morder-lhe a mão, mas vão-lhe comer à mão. Há coisas que nunca falham.
Dois jornais que não interessam a ninguém. Um pacote laboral que só interessa a uma minoria. Um greve feita por minoria (funcionários públicos que sabem que fazer greve não os prejudica profissionalmente). Um sindalismo minoritário que é totalmente controlado por partidos políticos, onde a independência e credibilidade valem zero.
Foi mais uma novela efémera e rasca da política nacional. Se realmente o prejuízo foi aquele por aqui descrito, está provado que há certos serviços públicos que deviam ser extintos. Dá mais despesa um ano inteiro de “trabalho” do que um dia de greve.
Pois será, caro João Guimarães; mas o facto é que a reunião de hoje, pedida pós-greve pela Ministra do Trabalho à UGT, terá corrido “muito bem”, segundo o Mário Mourão – ao que parece, as ‘traves mestras’ inegociáveis desapareceram como por magia…
E a UGT é insuspeita. Ou, se for suspeita de alguma coisa, é de ser bastante colaboradora e razoável e não o contrário.
Depois, há uma coisa que me faz, sempre me fez, alguma confusão: num caso com a gravidade desta verdadeira tentativa de contra-reforma laboral, que o programa da AD nem de longe mencionava, e contra a qual até já se levantaram vozes respeitadas da quase defunta “direita civilizada”; para mais, apresentada em jeito de ultimato, com traves-mestras inegociáveis e a Concertação Social a fazer figura de corpo presente – o que será suposto os trabalhadores fazerem, se não fizerem greve? Ir de rastos a Fátima? Mandarem cartas ao Pai Natal? Subscreverem uma petição? Qual é a alternativa? Pois nenhuma, e é exactamente por isso que o direito à greve existe e subsiste.
Na minha opinião, se há caso em que uma greve geral deve ser convocada, este é um deles. Ou então acabe-se pura e simplesmente com o direito à greve, é menos hipócrita e “relativista” do que as tretas habituais do “é um direito inalienável, mas…”. Havendo basta razão para isso, é um direito inalienável para ser usado e não para decorar a montra da democracia; e quantos mais aderirem mais a mensagem passará, é uma questão de contas de merceeiro.
E das greves com motivo urgente, como é o caso desta, aproveitam e aproveitarão todos, os que fizeram greve e os que não fizeram pelos mais diferentes motivos, chicos-espertos amarelos incluídos. Todos beneficiarão, e os seus filhos também.
Aliás, se assim não fosse, se esta greve geral tivesse sido apenas “mais uma novela efémera e rasca da política nacional”, não tenho a menor dúvida de que a Ministra seria a primeira a andar por aí a proclamá-lo de megafone em punho. Em vez disso, chamou a UGT e começou por dobrar a língua, o que só lhe ficou bem.
Veremos como as coisas correm. Mas sem a greve, ou com uma greve residual, já sabíamos como correriam, não é?
Eu vivi no tempo da ditadura. O direito à greve foi conquistado por pessoas que pensam como eu. O movimento sindical em Portugal morreu, infelizmente. E quando assim é, torna-se perigoso eleger governos liberais com capa de social democratas que não hesitam em vender a alma a oportunistas demagogos saudosos de Salazar. Mais importante que fazer greves é tentar evitá-las, pois quando assim é, significa que a merda está feita. Elegeram-nos, agora aguentem-se. Mas nada que me surprenda. Basta olhar para quem ocupa o primeiro lugar nas sondagens para presidente. O povo é soberano, até naquilo que merece.
Muito bem, cara Zebra. Subscrevo tudo.