Onde é que eu ponho isto? – apesar de não estar no seu raio de visão ela sabe que a voz vem da cozinha, na outra ponta da casa. Impávida, continua a ler o jornal.
Onde é que eu ponho isto? – já sem conseguir ler uma linha, faz-se de surda e espera.
Dois minutos depois ele aparece. Braço livre pendente, o outro suspenso com um objecto na mão. Irritada, atira o jornal para o sofá e arranca-lhe o objecto da mão, já a acelerar rumo à cozinha. Ele afasta o jornal, senta-se e pega no comando da televisão.

Ui… O amor é lindo!!!
Onde é que eu já ouvi isto?
Já não digo que ela lhe dê a resposta que a pergunta está mesmo a pedir… enfim, há que manter alguma compostura. Mas aconselho-a a ignorar o drama e a continuar a ler o jornal calmamente… ele saberá onde pôr “isto”, sob pena de ficar todo o dia com “isto” pendurado no ar!
O mal das mulheres (de todas nós, admito) é essa irritação que nos faz agir. No momento em que damos o salto do sofá, perdemos a jogada. Nisso eles são muito mais espertos. 🙂
Mas que sábia, Ana. É isso mesmo. Entretanto é preciso uma paciência de Job.
:))))
É só experiência acumulada, Maria do Sol… e muitos saltos do sofá.
Saber ignorar é uma grande virtude que só se aprende com a maturidade 🙂
Alguma utilidade a maturidade havia de ter, Leonor…
🙂
Mas isto não era nenhuma boca Ana, é uma constatação. Nada como aprender à nossa custa 🙂
Não conheço outra maneira de aprender, realmente.
E eu sei que não era boca, não te preocupes. 🙂
eh eh eh he… ela estava a pedi-las, ora…
Há aqui um surfista que precisa de levar com uma prancha na cabeça. Não acham, meninas?
Ignora-o, Teresa 😉
Tens razão. O nosso mal é não saber ignorá-los convenientemente (eh!eh!)
Ora bem. Resulta quase sempre.
Onde é que ele andará para não nos responder? Será que nos está a ignorar, Teresa? eh eh eh
A Teresa levantou-se para ir buscar a prancha para me dar com ela na cabeça, a Leonor ainda tentou avisá-la para ignorar o surfista, mas já não foi a tempo, e ele sentou-se a ver televisão… (muitos risos)
… e foi já sentado no sofá que levou com a prancha na cabeça! eh eh eh
Sentei-me a ver televisão e… adormeci (não sem antes ter dado utilidade à prancha).
Poderia chamar-se “cronica de uma irritação aunciada”…:))) com a minha humilde vénia e um pedido de desculpas ao GGM pela imitação grosseira
Eu ia comentar, mas depois de ler os comentários precedentes saio de finininho, antes de levar uma reprimenda…
Deixe-se estar a ver televisão, Carlos. Siga o conselho da Leonor… ignorêmo-Las. 😉
ehehhehe com L maiúsculo e tudo!
:))))
LOL
Tanto comentário e afinal…o que era “isto”?
É irrelevante, Rita Maria. Fica à sua imaginação.