É esta triste figura o MVP do ano político português?


André Couto,


 

18 comentários em “É esta triste figura o MVP do ano político português?”

  1. Para quem mais parecia o CR9 a fintar tudo e todos numa tentativa de desculpar a atitude dos corninhos do outro, só cá faltava este post. Parece, contudo, que o Rangel o irrita mais a si do que ao Gama.

    1. O Rangel não me irrita, faz-me rir.
      Não justifiquei em parte alguma os “corninhos do outro”. Critiquei-o e não proferi uma única palavra em sua defesa.
      Aquilo a que se refere é ao facto de ter reclamado para José Eduardo Martins o mesmo julgamento.

  2. Já vi estas imagens várias vezes e confesso que ainda não percebi o motivo da indignação. Uma troca de palavras mais vigorosa, um desentendimento sobre regras parlamentares, um tom algo excessivo (mais da parte de Gama do que de Rangel). Sinceramente, André, “nothing to see here”… Um abraço!

    1. Não se trata de indignação.
      1. Paulo Rangel mostra desconhecer totalmente o que significa a figura regimental da “interpelação acerca da condução dos trabalhos”;
      2. É no mínimo ridículo utilizar aquela figura e dirigir-se ao “Senhor Primeiro Ministro”, como se fosse ele a conduzir os trabalhos. Ao menos que se dirigisse a Jaime Gama falando de José Sócrates, não?;
      3. Quando confrontado com isso fez de conta que Jaime Gama não existia e continuou a falar (talvez a única parte grave);
      4. Quando avisado a primeira vez disse que era uma interpelação e persistiu no mesmo comportamento;
      5. Quando foi impedido de continuar a falar, fez birra. O célebre “Estou! Não está. Estou!! Não está. Estou!!!”, tão bem retratado aqui pela Ana Vidal;
      6. Para cúmulo, como bem disse Jaime Gama, acabou mesmo por não fazer nenhuma interpelação acerca da condução dos trabalhos.

      A indignação é de somenos importância. De quem não se indigna com José Eduardo Martins a enviar Afonso Candal respeitosamente “para o caralho”, também não espero que se indigne com isto. É o ridículo da figura, da postura e da conduta. Do semi chico-esperto que o quer ser mas não tem pernas.

      1. Caro André, mantenho a minha de que estás a fazer uma tempestade de um copo de água. Tanto mais que me o comportamento do Gama também me parece censurável.

        Já fico mais desiludido quando escreves “De quem não se indigna com José Eduardo Martins a enviar Afonso Candal respeitosamente “para o caralho”, também não espero que se indigne com isto.”. Censurei aqui mesmo neste blogue a conduta do JEM, dizendo que achava grotesco e ridículo o que se tinha passado.

        1. José, o objectivo não era a censura do comportamento de Paulo Rangel mas proporcionar uma reflexão sobre a sua postura e qualidade. Paulo Rangel tem sido destacado como político revelação e como o futuro do PSD. A meu ver isso é completamente absurdo. Acho que tem muito pouca qualidade e conteúdo e que o jeito para a política é pouco. Chega mesmo a ser medíocre.

          Acredita que não me dirigia a ti nem a ninguém do DdO , dirigia-me à incoerência de muita classe política e de comentadores que temos em Portugal. É uma coisa que me revolta daí às vezes sair mais cru como neste comentário. Quem aqui está, e em privado temos todos falado sobre isso, recolhe todo o meu respeito e admiração, porque quase sempre a coerência impera.

          1. Obrigado pelo teu esclarecimento, André. Fico satisfeito por me isentares de um grupo incoerente, porque não me parece que eu pudesse ser incluído nele, de facto. Estou em desacordo quanto à avaliação que fazes de Paulo Rangel, mas isso são contas de outro rosário… Um abraço!

    1. Desespero é não fazer mais nada que não seja andar de blog em blog a deixar comentários anónimos em tudo o que mexe e PS.

      Ganha uma vida! Vai para a praia, arranja uma namorada, qualquer coisa que se faça mais feliz do que esse pobre entretenimento e modus vivendi.

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