Dizem os experts que foram os avanços tecnológicos que permitiram que a aviação continuasse a ter viabilidade comercial. Sem os computadores de bordo e os pilotos automáticos seria impossível que só num aeroporto como o JFK pousassem e levantassem 80 aviões por hora.
As estatísticas indicam, por outro lado, que desde os anos 60, o número de acidentes fatais a cada milhão de descolagens caiu de 35 para 0,5 devido, em boa parte, à automação que permite mais precisão no controlo das aeronaves.
Certamente continuarão a ser o transporte mais seguro do mundo, porque em comparação com o tráfego terrestre e os forçosamente gigantescos índices de sinistralidade é difícil não passar nas estatísticas, mas quando se multiplicam notícias como esta não me consigo impedir de pensar em tópicos como a crise da aviação comercial. Frotas cada vez mais longevas, eventuais poupanças em despesas de manutenção e tecnologia sofisticada não combinam. E é claro que se algum acidente resultar do cruzamento destes factores dificilmente o saberemos. A lei da rolha é apertadíssima para os funcionários das companhias de aviação em caso de acidente. Percebe-se que não podia ser de outra maneira, mas também se percebe que não podia ser de outra maneira. Não $ei $e e$tão a perceber…

Pois minha cara,
tem toda a razão.
Eu pensei assim
http://atributos-1.blogspot.com/2009/07/c aem-com-o-tordos.html
Melhores cumprimentos
JM
Acho que o mais seguro do mundo é o comboio, mas terei de ver os números.
O TGV?
E$tou a perceber perfeitamente, Teresa.
Nem mais.
Devo estar com falsas premonições, mas palpita-me que qualquer dia este é um tema excelente para Hollywood.
Género ” The Insider “, um filme já passadote do Michael Mann , que eu adorei. Também sobre um alto funcionário que fura a lei da rolha, mas no reino das companhias farmacêuticas, e que teve um belo futuro, como se imagina. ( Al Pacino e Russel Crowe ). Já na altura o que impressionava era a percepção de que a coisa seria, evidentemente, um fenómeno transversal às grandes companhias de qualquer ramo, mesmo que a ganância dos lucros tivesse como contrapartida o preço ‘ módico ‘ da vida dos consumidores.
Esperemos pelo “IN$IDER II”… gostava de ver.
Não me recordo de ter visto esse filme, Chloé. Quanto ao tema ser muito hollywoodesco, não tenho dúvidas. Mas pegar num guião desses agora seria politicamente muito incorrecto e economicamente desastroso para os visados…