É mesmo


João Carvalho,

Lê-se aqui que o «Mestre Vital só sabe faltar». É o grande destaque na capa d’O Diabo de hoje, a que o João Severino dá relevo no seu blogue: «O cabeça de lista do PS às eleições há anos que não apresenta os sumários das lições na Faculdade de Coimbra e acumula vários cargos na privada», o que é mesmo o diabo.

22 comentários em “É mesmo”

  1. João:

    Eh pá, é mesmo o Diabo como diz.
    Lá se foi a Marinha Grande dele e lá vem mais uma trapalhada, coisa curiosa últimamente têm sido tantas, só não percebo porque demoraram tanto a conhecer a luz do dia, ou melhor eu perceber já percebi, cheira-me a mudança politica lá para Outubro…
    Abraço forte, João.

    1. O lobby coimbrão infelizmente já não existe, como poderia comprovar-lhe até à exaustão. Ou se existe, há muito que não funciona e está condenado.
      (não sabia que o querido líder odeia isto? Ninguém percebe porquê, mas seguramente que só pode ter a ver com a estadia naquilo que ao tempo eram as universidades de 2ª, leia-se politécnicos, leia-se ISEC. No caso, ensino de subúrbio, geográfica e academicamente falando).
      O que existe por aqui é outro lobby, mais poderoso e transversal, de onde por mero acaso emergem pessoas ligadas ao burgo:- pêyesses, maçons, e certa Macau.
      Essas, sim, é que são as palavras-chave, acredite.

      1. Bem, se o ‘lobby’ coimbrão está desfeito, é muito possível que sejam essas as águas. A ser assim, mais valia que o ‘lobby’ coimbrão se tivesse mantido pujante.

        1. Pois claro. Mas não deixaram.
          Isso é muito evidente para quem está próximo do cenário e percebe as mudanças de décor e de figurantes 🙂
          Ser coimbrão passou até a ser um estigma, que os cobardes e alpinistas tratam de anular somando-lhe outros certificados de garantia. Na verdade – coitados – , julgam-se exactamente o contrário, mas são, de facto, uns rematados provincianos.
          Há muitos casos de esvaziamento a citar, mas os mais claros são a ‘cirúrgica’ extinção ou deslocação de inúmeros serviços; e a delapidação dos centros de excelência nos HUC.
          Muito grave mesmo. E não pelo bairrismo bacoco.
          Mas pelo desperdício irresponsável de mais valias nacionais, construídas a pulso e não por decreto. Como são as equipas seniores com muitos anos de trabalho aturado e com meritório reconhecimento mundial e internacional.
          Vai indo tudo pelo cano abaixo! É preciso não ter visão.
          E/Ou ter complexos profundos com o conceito de «élite».

            1. Aïïïe…! O terrível lápis vermelho.
              Mas não, fugiu-me o teclado para a grafia francesa, que tem acento, sim senhor (bem vê, correspondo-me todos os dias com Sarkozy 🙂

        1. Oufff! Tiro rápido:-) Safou-me de uma indignação e sobretudo safou-se a si próprio do meu comentário prolixo.
          (confesse lá que foi pura técnica defensiva:-).

          Obs: estou pasmada, conhece bem as nuances cultura local.

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