Lê-se aqui que o «Mestre Vital só sabe faltar». É o grande destaque na capa d’O Diabo de hoje, a que o João Severino dá relevo no seu blogue: «O cabeça de lista do PS às eleições há anos que não apresenta os sumários das lições na Faculdade de Coimbra e acumula vários cargos na privada», o que é mesmo o diabo.
É mesmo
João Carvalho,

João:
Eh pá, é mesmo o Diabo como diz.
Lá se foi a Marinha Grande dele e lá vem mais uma trapalhada, coisa curiosa últimamente têm sido tantas, só não percebo porque demoraram tanto a conhecer a luz do dia, ou melhor eu perceber já percebi, cheira-me a mudança politica lá para Outubro…
Abraço forte, João.
Mudança? Porreiro, pá!
Grande abraço, Carlos.
O diabo é que começou a campanha eleitoral…
É o diabo.
E outros cargos distribui-os pela família e amigos. O lobby coimbrão é poderosíssimo e pouco se tem falado dele. Pode ser que seja agora…
Pode ser, Carlos. Veremos, porque esse ‘lobby’ costuma cerrar fileiras a intrusos.
O lobby coimbrão infelizmente já não existe, como poderia comprovar-lhe até à exaustão. Ou se existe, há muito que não funciona e está condenado.
(não sabia que o querido líder odeia isto? Ninguém percebe porquê, mas seguramente que só pode ter a ver com a estadia naquilo que ao tempo eram as universidades de 2ª, leia-se politécnicos, leia-se ISEC. No caso, ensino de subúrbio, geográfica e academicamente falando).
O que existe por aqui é outro lobby, mais poderoso e transversal, de onde por mero acaso emergem pessoas ligadas ao burgo:- pêyesses, maçons, e certa Macau.
Essas, sim, é que são as palavras-chave, acredite.
Bem, se o ‘lobby’ coimbrão está desfeito, é muito possível que sejam essas as águas. A ser assim, mais valia que o ‘lobby’ coimbrão se tivesse mantido pujante.
Pois claro. Mas não deixaram.
Isso é muito evidente para quem está próximo do cenário e percebe as mudanças de décor e de figurantes 🙂
Ser coimbrão passou até a ser um estigma, que os cobardes e alpinistas tratam de anular somando-lhe outros certificados de garantia. Na verdade – coitados – , julgam-se exactamente o contrário, mas são, de facto, uns rematados provincianos.
Há muitos casos de esvaziamento a citar, mas os mais claros são a ‘cirúrgica’ extinção ou deslocação de inúmeros serviços; e a delapidação dos centros de excelência nos HUC.
Muito grave mesmo. E não pelo bairrismo bacoco.
Mas pelo desperdício irresponsável de mais valias nacionais, construídas a pulso e não por decreto. Como são as equipas seniores com muitos anos de trabalho aturado e com meritório reconhecimento mundial e internacional.
Vai indo tudo pelo cano abaixo! É preciso não ter visão.
E/Ou ter complexos profundos com o conceito de «élite».
Entendi, Cloé.
(Gostei muito de “élite”!!!)
Aïïïe…! O terrível lápis vermelho.
Mas não, fugiu-me o teclado para a grafia francesa, que tem acento, sim senhor (bem vê, correspondo-me todos os dias com Sarkozy 🙂
Foi exactamente o que eu pensei…
Sempre ouvi falar dos coimbrinhas. Aliás, soube na pele o que o significa o espírito coimbrinha. Do lobby não sei nada.
Claro. Uma coisa é ‘coimbrinha’, outra coisa é ‘coimbrão’!
Oufff! Tiro rápido:-) Safou-me de uma indignação e sobretudo safou-se a si próprio do meu comentário prolixo.
(confesse lá que foi pura técnica defensiva:-).
Obs: estou pasmada, conhece bem as nuances cultura local.
Safou-se por estar pasmada. Se me dissesse que estava pasma!…
É uma honra para mim ter contribuído para estes excelentes comentadores deixarem aqui o seu ponto de vista de um caso muito complexo e de importância Vital…
Mais que Vital: complexo Vitalino.
Mas esperemos que não Vitalício…
Esperemos. Hehe…
hummmm . Parece que a coisa não é exactamente como o diabo as pinta! Pelo que li no causa nossa.
🙂
Repito: esperemos. Hehe…