Aposto que os resultados das provas de aferição de Língua Portuguesa de ontem, destinadas aos alunos do 4.º e do 6.º ano, vão ser óptimos pelo segundo ano consecutivo. Os próprios alunos acharam as provas fáceis e fizeram-nas com uma perna às costas.
É natural: cada vez se fala melhor a nossa língua e a ministra não só pacificou o ensino como ignorou as estatísticas europeias e concluiu uma reforma educativa de se lhe tirar o chapéu. Ah! Já me esquecia: os habitantes da Lua andam a dizer que a Terra é que gira à volta deles.

Ai sim? Bem me parece que os habitantes da lua são uns exagerados. Parece que andam com a cabeça num satélite artificial.
:)))
Exacto. Pergunto-me se terão estudado em Portugal…
e foram .. mesmo muito fáceis disse-me a minha mais que tudo quando a terminou. Ainda assim há crianças a tirar menos de 50% nas mesmas .. isso sim dá que pensar.
🙂
Lá dar, dá. O problema é que os que mais deviam pensar não foram habituados a tal exercício.
Assim do tipo
1) Penso, logo?
ou
2) Penso, logo desisto?
[Se extrapolo não publique. Estou aqui com uma tarefa que me dá uns nerbos!] :)))
Mais do tipo “penso logo, que agora não me dá jeito”…
Penso logo, agora só existo. 🙂
Penso rápido!
Sus – penso – rios!
Sus-penso, Ana? Do Eurojust?
Isso mesmo, João. Mas penso que não vai acontecer.
Eu sei, Maria do Sol. Eles é que pensam lento…
Com as “muletas” que lhes tem sido oferecidas, os alunos já conseguem fazer as provas com as duas pernas à costas e já não só com uma. E os resultados desta acrobacia não são só óptimos, são espectaculares!
No próximo ano já vão ser ótimos, segundo o (des)acordo ortográfico.
Vão ser ótimos para todos, incluindo a Mônica e o Antônio.