Também acho que não é bonito, mas em algumas zonas do país é sinal de boa-educação. Também não vejo razão para a fatwa lançada sobre a palavra, a língua não é só dos lisboetas, não concorda?
1. Concordo inteiramente que a língua não é só dos lisboetas. Desde logo porque sou portuense. 2. Não há zonas do País onde seja sinal de boa educação; o que há é pessoas que julgam ser sinal de boa educação, coisa bem diferente. Há muitas décadas que é de muito mau gosto e contraria todos os preceitos estabelecidos e normas sociais. 3. Só há uma coisa pior do que a referência à ‘esposa’ de alguém: é dizer ‘a minha esposa’!!!
Então vou reformular: a língua também é das pessoas que julgam que dizer “esposa” é sinal de boa educação. E não estão a dizer nenhum disparate, vendo bem.
Estão. O que algumas (muitas?) pessoas mais fazem é deizer disparates. Marido e Mulher. Não conheço marido e esposa. A palavra ‘esposa’ já era. Um dia destes entra na rubrica «passado presente».
Por acaso – por acaso? – também não gosto da palavra. Mas há de facto zonas do país onde traduz alguma reverência. Quanto ao dizer “a minha esposa”. realmente é tão mau como dizer “a mulher” quando se quer dizer “a minha mulher”. Pior que tudo, só mesmo DESFAZER a barba…
E há as “esposas” que são umas autênticas “esponjas”! Outra palavra que a minha mãe detesta é “nora”! Diz ela que quer ser “motobomba” porque “nora” é coisa do passado!
Quando eu era miúda com sete, oito, nove e dez anos, andei muitas vezes atrás dos bois, à volta do poço para tirar a água com que a minha avó regava os campos… Trabalho infantil, mas que me dava um enorme prazer!
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são uns parolos !
Tal e qual. Por acaso, foi um repórter que eu não fazia assim. Nem escrevi o nome dele por causa disso.
Imagina-se o que seria .. se “o fizesse assim”.
a expressão é menos bonita, mas por vezes … sai. acontece aos melhores. e aos outros também.
Por acaso não.
analisando por esse ponto, acho que já tem razão. está bem visto.
Ora ainda bem que fui claro.
Também acho que não é bonito, mas em algumas zonas do país é sinal de boa-educação. Também não vejo razão para a fatwa lançada sobre a palavra, a língua não é só dos lisboetas, não concorda?
1. Concordo inteiramente que a língua não é só dos lisboetas. Desde logo porque sou portuense.
2. Não há zonas do País onde seja sinal de boa educação; o que há é pessoas que julgam ser sinal de boa educação, coisa bem diferente. Há muitas décadas que é de muito mau gosto e contraria todos os preceitos estabelecidos e normas sociais.
3. Só há uma coisa pior do que a referência à ‘esposa’ de alguém: é dizer ‘a minha esposa’!!!
Então vou reformular: a língua também é das pessoas que julgam que dizer “esposa” é sinal de boa educação. E não estão a dizer nenhum disparate, vendo bem.
CFA,
o sr. já foi “claro”. não abusar na argumentação pró-esposa, ‘faxabor’.
Muito engraçado, LC.
Estão. O que algumas (muitas?) pessoas mais fazem é deizer disparates.
Marido e Mulher. Não conheço marido e esposa. A palavra ‘esposa’ já era. Um dia destes entra na rubrica «passado presente».
o que eu detesto essa palavra!
É mais do que isso: a palavra já nem existe, a bem dizer. Já existiu, mas foi-se há muito.
Por acaso – por acaso? – também não gosto da palavra. Mas há de facto zonas do país onde traduz alguma reverência.
Quanto ao dizer “a minha esposa”. realmente é tão mau como dizer “a mulher” quando se quer dizer “a minha mulher”.
Pior que tudo, só mesmo DESFAZER a barba…
Não há zonas do País, Joaquim: há é algumas pessoas.
Realmente, «a mulher» é horrível. Mais vale desfazer a barba. Hehehe…
É terrível, mas pior, pior será mesmo ‘esposo’!
E muito curioso é que a palavra ‘esposo’, domina o vocabulário dos bancários e dos agentes imobiliários.
Medo …
É mesmo palavra de vendedor envernizado. Hehehe…
Bom, mas o pior, do pior do pior é alguém dizer, “a minha esposa foi desfazer a barba”…
Não há fio da navalha que aguente!
Essa é a melhor do dia. ‘Ganda’ Luís!
E há as “esposas” que são umas autênticas “esponjas”!
Outra palavra que a minha mãe detesta é “nora”!
Diz ela que quer ser “motobomba” porque “nora” é coisa do passado!
A nora é do tempo em que a água do poço era puxada pela força dos bois. Com motobomba é outro asseio!
Quando eu era miúda com sete, oito, nove e dez anos, andei muitas vezes atrás dos bois, à volta do poço para tirar a água com que a minha avó regava os campos…
Trabalho infantil, mas que me dava um enorme prazer!
Cheguei a ver essas operações.