Ainda ontem Jaime Gama teve de repetir uma chamada de atenção na sessão plenária com o governo. O presidente da Assembleia da República precisou de conter o ministro Manuel Pinho, que insistia em dirigir-se aos parlamentares tratando-os por «vocês». Cada vez mais elegantes, os nossos políticos.
Longe vai o tempo em que todos se tratavam por "Vossa Excelência" no hemiciclo, o que até servia para elevar os momentos mais acesos dos debates. De "Vossas Excelências" a "vocês" foi um percurso à TGV, sem paragem na estação dos "Senhores". Eles lá saberão porquê. Ou nem sabem, mas está-lhes no subconsciente.

João, os deputados não são mais do que um reflexo do resto da população. A falta de educação e de “saber estar” não são um mal da elite, são um mal generalizado. Só significa que mais anos de escolaridade não são garantia nenhuma de educação.
Sim, é verdade. Como já aqui escrevi, os portugueses passaram a ter mais habilitações e menos conhecimentos. Deplorável.
Não tarda nada está a dizer.
“Cês tão me entendendo?”
Começa a ser mais espinho do que Pinho
Espinho, sim. Ele será da família daquela professora?
Não sei. Tanto quanto sei isso é outra História.
:))
João:
O sr estava a falar em portuvenuzuelês ou allgarvês? (sem ofensa aos algarvios).
É a chamada conversa de chinelo no pé!
Iremos ainda descer mais?
E este sr é politico?
João, tirem-nos deste filme começa a enojar.
Excelente fim de semana e aquele abraço.
Em breve estarão todos a falar acordortografiquês.
Do ministro que mandou demolir a casa de Garrett é de esperar tudo, embora alguns deputados não mereçam, seguramente, o tratamento de ‘senhor’.
Pois é, compadre. Mas nós também não os merecemos e… zumba!
Bolas !
Sejam compreensivos !
O homem falou como se estivesse nos States a dar aulas.
Lá não se usam essas mariquices.
Não entrelinhar cada frase com fuck ” já foi uma conquista.
Mas tudo isto são minudências…
Um ministro deselegante
na maneira de falar,
deixa o presidente ofegante
para mandá-lo calar.
Sem dotes de oratória
roçando a má educação,
esta gente não é meritória
dos poderes da governação.