Entretanto, em Palermo.


Luis M. Jorge,

– Giggio, vene qui.

– Si, Dom Giuseppe.

– Questo problema de Mora Guedi, stai tratati?

– Si, Dom Giuseppe. No é ancora um problema.

– Bene, bene. E anche…

– Si, Dom Giuseppe…

– …Questo altro problema de Giuseppe Manueli Fernanddi. Come vai?

– Stai tratati, Dom Giuseppi. Anche essi Fernandi no é ancora um problema.

– Bene, bene, Giggio. E Dom Cavaquio Silvio? Anchora vivo?

– No, Dom Giuseppi.

– Bene, bene Giggio. I ai parlato com aquelo catzo, quelo Francesco Louçati, del Bloqui Sinistro?

– Si, Dom Giuseppi. Ai parlato co el.

– E cosa ché?

– Gli ai feto una propostia irrecusabile, Dom Giuseppi.

– No vuollo sapere. Esso es tuo problemi, Giggio…

– Si, Dom Giuseppe.

– E que ha dito esse Francesco? Ai aceptato nostra generosia proposta irrecusabile?

– Si, Dom Giuseppe.

– Bravo, Giggio. Sei un buono ragazzo.

– Grazzie, Dom Giuseppe.

15 comentários em “Entretanto, em Palermo.”

  1. Há sempre, em todas as épocas, uma gentinha que não vê, não sabe, não percebe nada. Depois, quando abrem os olhos, os ouvidos e a boca, é tarde. Já levaram o amigo, a liberdade, o futuro.
    Até um cão danado pressente o perigo. Será que o homem é mesmo o animal mais estúpido da criação?

    http://odivademaquiavel.blogspot.com/2009/09/1009-mil-e-nove-sinais.html

    1. O Presidente da República tem a responsabilidade e obrigação (e a honra) de defender as instituições democráticas.
      As suspeitas que Cavaco levanta são muito graves e podem ser sérias. Cavaco Silva tinha a legitimidade e o dever de usar dos poderes que a constituição lhe atribui. Cavaco escolheu contribuir para descredibilizar e desestabilizar as instituições democráticas.
      Isto foi há 17 meses, agora pede mais uma semana para investigar. Ou Cavaco tem algo de substancial para dar ao País ou então não tem legitimidade política para nomear o próximo governo e portanto deve sair.

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