
Começou a época da lenha e vou abrir uma box de crossfit a que vou chamar “Faça alguma coisa de útil.” Quem quiser ficar em forma pode inscrever-se.
De acordo com a preferências partidárias, os particantes poderão ser insentados de jóia.

Começou a época da lenha e vou abrir uma box de crossfit a que vou chamar “Faça alguma coisa de útil.” Quem quiser ficar em forma pode inscrever-se.
De acordo com a preferências partidárias, os particantes poderão ser insentados de jóia.
E não é que estamos de acordo? 😉
Se me permite, caro Paulo, essa sua “box de cross fit”, além da preparação da lenha para o Inverno (apanha, corte e transporte), também deveria incluir a apanha de pinhas, pois que com elas é muito mais fácil, e ecológico, acender a lareira… “Ir ao mato”, como se diz na minha Beira-Baixa, também poderia ser outra valência da sua “box”…😉
Há por aí muito boa gente que deveria experimentar estas actividades ao ar livre, com fins utilitários, como refere o Paulo e, acrescento eu, com muitos benefícios para o corpo e para a mente… Em vez de se enfiarem em ginásios, bem poderiam fazer algo de verdadeiramente útil como apanhar lenha, pinhas ou mato…
Só não estou de acordo com a eventual isenção de “jóia” para certas pessoas porque isso me parece um viés difícil de justificar… Independentemente das “preferências políticas” de cada um, para mim, ou todos pagam jóia ou nenhum a paga… Acho que seria mais justo dessa forma… Repense lá essa situação, para depois não ser acusado de possíveis “favoritismos políticos”… 😊
Desejo-lhe uma boa safra de lenha e de pinhas…
Pois é Paula. Há milhões de metros cúbicos de madeira à espera que alguém a recolha. As árvores derrubadas pela tempestade só estão a ser recolhidas metodicamente por máquinas de grande dimensão e isso exclui as pequenas parcelas. Esta madeira acabará por arder, ou controladamente no sítio adequado ou sem controlo num qualquer incêndio. E eu vejo-os transpirar dentro dos aquários do workout, a pagar para levantar cargas.
Sobre a jóia, se tivesse de haver regra única então teriam de pagar todos. Existem certos privilégios a que não se pode aceder sem mais nem menos.
“Sobre a jóia, se tivesse de haver regra única então teriam de pagar todos. Existem certos privilégios a que não se pode aceder sem mais nem menos.”
Sendo assim, concordo, outra vez… 😉
😊
Recomendando-se o devido cuidado a quem manejar a motoserra ou o machado.
Os burocratas já inventaram regulamentos também para isso, mas a informação que importa é sempre a mesma e assenta na regra básica de: abre os olhos e vê o que estás a fazer.
Espere sentado!
Também tenho procurado que os modernos interesses incluam a plantação, sacha e arraque da batata, mas ninguém aparece. Daí que diga, quando vejos outros entretenimentos a rebentarem pelas costuras, que “se fosse para apanhar batatas, nem um”.
É assim: para coisinhas que envolvam trabalho, suor, calos e quebra de unhas, ninguém aparece. Já para um festival de música, uma festa e umas corridinhas, gente não falta.
É o que é! 🙂
Fez-me lembrar um ditado galego (que se fosse português não o traria para aqui) que reza assim:
«Pa beber o viño non falta xente
o carallo é pa botar o sulfato»
Data, hora e coordenadas, PF. Alinho.
Posso levar amigos? Tenho uns a quem fazia bem suar as estopinhas.
Eram só dois pinheiros e para já ficou tudo resolvido. Entretanto havará mais. Obrigado, Marta. 😊
Um pedreiro que servi num par de verões dizia algo como: os gajos que vão ao ginásio, se viessem para as obras, faziam o mesmo exercício, eram mais úteis e ainda ganhavam dinheiro em vez de o gastar.
E como se não chegasse, ainda queriam que os ginásios tivessem IVA reduzido…