Falta de vergonha


Ana Margarida Craveiro,

A partidarite tende a ser uma doença contagiosa, com consequências sérias para os pacientes. Afecta muita coisa, a começar pela sanidade dos infectados. Aqui, podemos ler o elogio à honestidade de Elisa Ferreira, uma das bicandidatas sem respeito nenhum pela democracia ou pelo voto. Instituições europeias? Não servem para nada, a não ser para assegurar um rendimento mensal de 7 mil euros, caso tudo o resto (isto é, a câmara municipal da segunda principal cidade do país) falhe. Falta apenas mencionar no referido elogio da frontalidade o último deslize da acumuladora de eleições, naquele pequeno pormaior de o dinheiro do estado (isto é, o dinheiro dos vários milhões de contribuintes) ser o dinheiro do PS.

 

O povo não é estúpido, meus senhores. Já chega de brincar connosco. Agora somos nós que nos indignamos.

4 comentários em “Falta de vergonha”

  1. A brincar já alguns políticos (mais do que seria para desejar) andam há muito tempo.
    A verdadeira indignação deste povo já peca por tardia!

  2. INfelizmente não faltam Elisas em TODOS os partidos portugueses. O dinheiro é sempre “deles”…

  3. Para o seu nome dar
    e fazer figura desagradável,
    com vacuidade de bradar
    miseravelmente degradável!

    Outros poderiam aparecer
    sem tão evidente ubiquidade,
    assim não conseguirá transparecer
    a tão necessária equidade.

    O mexilhão atento às declarações
    em período eleitoral,
    considera estas afirmações
    sem qualquer sentido moral.

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