A partidarite tende a ser uma doença contagiosa, com consequências sérias para os pacientes. Afecta muita coisa, a começar pela sanidade dos infectados. Aqui, podemos ler o elogio à honestidade de Elisa Ferreira, uma das bicandidatas sem respeito nenhum pela democracia ou pelo voto. Instituições europeias? Não servem para nada, a não ser para assegurar um rendimento mensal de 7 mil euros, caso tudo o resto (isto é, a câmara municipal da segunda principal cidade do país) falhe. Falta apenas mencionar no referido elogio da frontalidade o último deslize da acumuladora de eleições, naquele pequeno pormaior de o dinheiro do estado (isto é, o dinheiro dos vários milhões de contribuintes) ser o dinheiro do PS.
O povo não é estúpido, meus senhores. Já chega de brincar connosco. Agora somos nós que nos indignamos.

Gosto da expressão ‘bicandidatas’. E é isso mesmo que elas são. Um pouco como usar cinto e suspensórios ao mesmo tempo.
A brincar já alguns políticos (mais do que seria para desejar) andam há muito tempo.
A verdadeira indignação deste povo já peca por tardia!
INfelizmente não faltam Elisas em TODOS os partidos portugueses. O dinheiro é sempre “deles”…
Para o seu nome dar
e fazer figura desagradável,
com vacuidade de bradar
miseravelmente degradável!
Outros poderiam aparecer
sem tão evidente ubiquidade,
assim não conseguirá transparecer
a tão necessária equidade.
O mexilhão atento às declarações
em período eleitoral,
considera estas afirmações
sem qualquer sentido moral.