Aqui, Joana Carvalho Dias referia que não percebia por que motivo deveriam existir “pontos de contacto” entre as direcções partidárias e os jornais. Ontem, até parece que foi de propósito, o DN — logo o DN… — dá-lhe um exemplo de uma razão — entre outras, evidentemente — para existir pontos de contacto: “Para trás ficam dois meses de negociações com vista a ter quatro dias “colado” à dirigente.“
P.S. — Embora tenha tido tempo para outras blogas, ontem José Pacheco Pereira nada disse sobre a edição do DN. Nem o seu leitor fez uma pesquisa “Ferreira Leite” vs. “Passos Coelho”. Assim, sim. Tudo está no seu sítio, tal como eu gosto.

De facto, não podia vir mais a propósito, Paulo. E nunca o silêncio de Pacheco Pereira foi tão eloquente como agora.
Caro Pedro, sabe a minha opinião sobre o tema DN/PSD. O problema do JPP, como já referi, é que ele tem a balança inclinada e assim não dou para o peditório.
Dr. Paulo Gorjão,
Penso que é para si tão óbvio quanto para mim, que há uma diferença abissal entre os “pontos de contacto” de que fala Joana Carvalho Dias e as “negociações” de que fala neste seu post.
Como sabe, ou soube noutros tempos em que era observador e não actor, há uma diferença entre ser jornalista, falar com o gabinete de um presidente de um partido e discutir as datas, a natureza e os termos gerais de uma entrevista e assumir publicamente o apoio a um candidato nas eleições internas de um partido no seu blogue (refiro-me aos jornalistas que têm o blogue Corta Fitas, alguns dos quais também participam deste mesmo blogue e que apoiaram a candidatura e a actividade de oposição interna desenvolvida por Pedro Passos Coelho) e depois, no Diário de Notícias deram, e dão, pelas mais variadas formas ,cobertura ao mais pequeno movimento de PPC, sempre em contraponto com MFL (chegando até a ridiculo de noticiar as idas de PPC ao teatro) e criando “casos” como por exemplo a manifestação da JSD num acto público em que MFL esteve presente em Viseu e que era uma manifestação resultante de desavenças entre duas facções internas locais da JSD, nada tendo a ver com as posições políticas de MFL.
Só a má fé e a tolerância, para não dizer apoio, relativamente ao comportamento desses “jornalistas” justificam este seu post. E, claro, tal também se justifica pelo facto de o próprio Dr. Paulo Gorjão ser apoiante de PPC.
Quanto à sua alusão à ausência de comentário de JPP ao DN de ontem, cujas razões desconheço, aconselho-o a reflectir um pouco sobre a diferença entre uma argumentação politica razoável, sólida e independente e a chicana politica, a argumentação infantilóide e o ataque à pessoa em prejuízo da discussão de ideias.
Lá vem a personalidade do costume, com este ou outro heterónimo, a debitar os disparates de sempre, como um disco rachado. Teimando, sem ter a coragem de o afirmar expressamente, em catalogar-me entre os «apoiantes» de PPC. É uma aldrabice tão velha que já tem barbas.
Ex.mo Senhor Rafael Marques, seja bem aparecido. Vejo que ainda não me respondeu aos reparos que lhe fiz na sua última intervenção. Como só danço as músicas que quero e quando quero, desejo-lhe a continuação de uma boa tarde.
Dr. Paulo Gorjão,
Eu só digo o que quero, não o que o Sr. Dr. quer.
Também não danço com a sua música, aliás desafinada.
Ex.mo Senhor Rafael Marques, eu já lhe tirei a fotografia há muito tempo. Escusa de vir para aqui fingir que quer dialogar porque já se percebeu há muito o que quer. Um resto de boa tarde.
Escusa também de vir fingir que se chama Rafael Marques, nome de um prestigiado jornalista angolano.
Que ridiculo!
É o melhor argumento que consegue arranjar contra mim?
Terei cometido algum delito de opinião? Talvez tenha cometido o delito de ter uma opinião que não vos agrada. Logo, a resposta é uma insinuação mesquinha. Sem supreender, porém.
O Sr. Rafael Marques é um anónimo de enorme sensibilidade. Chega aqui e não faz outra coisa para além de insinuações. Uma pessoa diz-lhe que ele vai nu e o senhor trepa pelas paredes…
Com licença, deixem-me entrar.
Marques (Marques???), tenho tentado entender as suas lamúrias até isso se tornar cansativo. Foi quando me lembrei do seguinte: em vez de tanto perorar sobre a luz que lhe parece pairar sobre o Passos Coelho (que eu nem conheço, entenda-se), por que é que não vai dizer à sua líder como é que se sai da sombra?