Os PSPs de Braga estão completamente out com as tendências da pornografia. Qualquer criança percebe que aquela densidade capilar só pode ser arte. Intemporal, só mesmo a obra de Coubert, incómoda a este ponto mais de 150 anos depois da criação.
Fora de moda
Cristina Ferreira de Almeida,

É a PSP que se adensa…
Concordo com a autora, se aquilo tivesse rapadinho, à moda globalizada pelo carnaval do Rio, e mesmo com alguns piercings a adornar, o trio policial não teria estranhado a imagem, ou, após intensa troca de ideias entre eles, até chegariam à conclusão que estavam face a modernices algo atrevidas mas atuais . Foram ver que aquilo tinha 150 anos de pelos púbicos, e encontraram o sentido para a sua profissão. Aposto que foram agentes imberbes, e não pré-reformados rezingões.
A Origem do Mundo e o Darwin; é estar “up to date”
Não sei se concorda comigo, Manuel Palma, mas ao ler esta notícia lembrei-me das mães de Bragança. Resulta tudo de uma moral peluda, mais densa para lá do Douro, pensaria eu – se calhar muito injustamnete, admito.
À lei da bofetada,
o povo não resolve os problemas,
a nudez é retratada
desmascarando os nossos dilemas.
O abuso de autoridade
contra uma obra de arte,
viola um direito de liberdade
aqui e em qualquer parte!
A eficácia da polícia
é deveras impressionante!!!
Este caso cheio de malícia
deixa o mexilhão sem semblante!
Gostei, Amêijoa. Só tenho algumas dúvidas sobre “o mexilhão sem semblante”…
Agora, em prosa. Em primeiro lugar, ainda bem que gostou das quadras. Esclarecimento das dúvidas sobre “…o mexilhão sem semblante!”: primeiro, tentei brincar com as duas palavras “sem” e “semblante”, com as três primeiras letras iguais; segundo, e mais importante, tentei ilustrar a vergonha do mexilhão, em sentido figurado (como que a esconder a cara…) perante esta mentalidade tacanha evidenciada pelas forças policiais. Voilà!
Ei! Nem estava a reconhecê-lo, com essa fatiota tão PROSAica…
A Amêijoa foi desmascarada
de uma forma tão PROSAica/vulgar,
mas, a quadra ficou explicada
para mais ninguém indagar!
Nem mais. Arte policial portuguesa, no seu melhor.
pois, nada sabem das novas tendências!
Hum… e da Luizinha Cabeleira, nada a comentar ?