Sem dúvida. Na venalidade e no nepotismo, desde logo. Humaníssimas características. Como o tempo recente se encarrega de demonstrar à saciedade. E com isso lá se vai a noção de “serviço público”, com especialmente severos critérios de conduta e avaliação e que alegadamente nortearia, dentro das suas convicções, a acção de qualquer “político”. O escol, desejavelmente, da sociedade. Num mundo ideal, claro. Nos idos de 1926, por cá, o que aconteceu foi a rejeição dos “políticos” e dos “partidos”. Qualquer coisa seria preferível a uns e outros. E assim foi, por décadas. Por estes dias uma tal reacção será, admita-se, inviável. Não pela excelência dos “políticos”, desgraçadamente. Antes pelo embrutecimento e dependência – essa cultivada dependência da esmola pública – do Soberano. Metodicamente infantilizado e gostando de o ser. Nenhum optimismo é legitimado. Lamentavelmente.
Militares que matam civis deliberadamente e indiscriminadamente como os russos vêm fazendo na Ucrânia desde 24 de Fevereiro são assassinos. Não merecem outro nome. E os colaboracionistas que tentam justificar estes crimes por afinidades ideológicas são crimimlnosos também.
As coisas estavam a ficar no “é a guerra”, mas aquela que dá sempre jeito ‘aliaram-se aos apoiantes dos russos no ataque à Ucrânia’ chegou em tempo certo do já “um novo plano Marshall” começar a abrandar o diariamente putinismo para lá e pra cá. Até o MRS abraçou um perigoso meias tintas e o Papa continua com as ideias da Paz como lhe compete. Mas qual Paz qual carapuça, e não venham com essa de um debate nas TVs sobre a Conferência de Yalta que é uma putinada e não vem nada a propósito.
Sousa abraçar Lula ou beijar Bolsonaro, neste caso, tanto faz. São ambos colaboracionistas do genocida russo.
Genocídio? Provavelmente está a referir-se aos mortos de ucranianos pró-russos. Infelizmente os cerca de 4.000 mortos e os 5.000 feridos nesta guerra na Ucrânia, não foram considerados pela Porto Editora na definição de genocídio, talvez por a população ucraniana ser de 48 milhões de pessoas. Genocídio 1 – destruição sistemática e metódica de um grupo (étnico, nacional, religioso, etc.) pelo extermínio dos seus indivíduos 2 – crime que consiste na eliminação de todas as formas de expressão (cultural, linguística, religiosa, etc.) da identidade colectiva de um povo.
Genocídio é o que o Putin e o seu lacaio Lavrov vêm cometendo desde 24 de Fevereiro na Ucrânia, matando deliberadamente civis nas cidades mártires de Irpin, Butcha, Mariúpol e tantas outras dum país que procuram assumidamente riscar do mapa. Para isso destroem escolas, creches, hospitais, infantários, maternidades, igrejas, mosteiros, teatros, fábricas, lojas e centenas de milhares de habitações. Provocando o maior êxodo populacional na Europa desde a II Guerra Mundial. Genocídio é isto. Com o miserável aplauso de fascistas e comunistas em Portugal.
Genocídio não é isso, e você sabe-o muito bem. É um assunto muito sério para ser banalizado. O resto já é conhecido da cartilha e de cassetes de feira. Mas, para Setembro ainda faltam dois meses.
Tenho de abrir as janelas do blogue. Ficou um cheiro fétido a putinesco comunonazi lambe-botas do genocida.
“E os colaboracionistas que tentam justificar estes crimes por afinidades ideológicas são crimimlnosos também.” Ser crime ou não depende das leis que nos regem. Em democracia não há crimes de opinião. Muito menos há crime só por “tentar” defender uma ideia mesmo que errada.
O Pedro Correia, que anteriormente produzia tantos posts, tem de há uma semana para cá andado bastante chocho, pouco inspirado. Que se passa? Está doente? Estimo-lhe melhoras rápidas.
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Sem dúvida. Na venalidade e no nepotismo, desde logo. Humaníssimas características.
Como o tempo recente se encarrega de demonstrar à saciedade. E com isso lá se vai a noção de “serviço público”, com especialmente severos critérios de conduta e avaliação e que alegadamente nortearia, dentro das suas convicções, a acção de qualquer “político”. O escol, desejavelmente, da sociedade.
Num mundo ideal, claro. Nos idos de 1926, por cá, o que aconteceu foi a rejeição dos “políticos” e dos “partidos”. Qualquer coisa seria preferível a uns e outros. E assim foi, por décadas.
Por estes dias uma tal reacção será, admita-se, inviável. Não pela excelência dos “políticos”, desgraçadamente. Antes pelo embrutecimento e dependência – essa cultivada dependência da esmola pública – do Soberano. Metodicamente infantilizado e gostando de o ser.
Nenhum optimismo é legitimado. Lamentavelmente.
Todos são humanos.
Alguns, como Putin, são desumanos.
Até a Suíça senhor, por que nos dais tanta dor.
Há quem sinta dor até na suíça ou na patilha.
Já sem falar no cotovelo.
Que informação dramática
Afirmação irrevogável, como dizia o outro.
…e também cumetem erros.
Apesar de tudo, não tanto como certos cu-mentadores.
‘ errar é o mano ‘
Cogito, erro sum.
Concordo, os políticos são humanos. E os militares?
Os russos são assassinos.
“Os russos são assassinos.”
Todos os militares matam (ou pelo menos estão disposto a isso) e não só aqueles de que não gostamos o fazem.
Militares que matam civis deliberadamente e indiscriminadamente como os russos vêm fazendo na Ucrânia desde 24 de Fevereiro são assassinos.
Não merecem outro nome.
E os colaboracionistas que tentam justificar estes crimes por afinidades ideológicas são crimimlnosos também.
As coisas estavam a ficar no “é a guerra”, mas aquela que dá sempre jeito ‘aliaram-se aos apoiantes dos russos no ataque à Ucrânia’ chegou em tempo certo do já “um novo plano Marshall” começar a abrandar o diariamente putinismo para lá e pra cá.
Até o MRS abraçou um perigoso meias tintas e o Papa continua com as ideias da Paz como lhe compete.
Mas qual Paz qual carapuça, e não venham com essa de um debate nas TVs sobre a Conferência de Yalta que é uma putinada e não vem nada a propósito.
Sousa abraçar Lula ou beijar Bolsonaro, neste caso, tanto faz.
São ambos colaboracionistas do genocida russo.
Genocídio? Provavelmente está a referir-se aos mortos de ucranianos pró-russos.
Infelizmente os cerca de 4.000 mortos e os 5.000 feridos nesta guerra na Ucrânia, não foram considerados pela Porto Editora na definição de genocídio, talvez por a população ucraniana ser de 48 milhões de pessoas.
Genocídio
1 – destruição sistemática e metódica de um grupo (étnico, nacional, religioso, etc.) pelo extermínio dos seus indivíduos
2 – crime que consiste na eliminação de todas as formas de expressão (cultural, linguística, religiosa, etc.) da identidade colectiva de um povo.
Genocídio é o que o Putin e o seu lacaio Lavrov vêm cometendo desde 24 de Fevereiro na Ucrânia, matando deliberadamente civis nas cidades mártires de Irpin, Butcha, Mariúpol e tantas outras dum país que procuram assumidamente riscar do mapa. Para isso destroem escolas, creches, hospitais, infantários, maternidades, igrejas, mosteiros, teatros, fábricas, lojas e centenas de milhares de habitações. Provocando o maior êxodo populacional na Europa desde a II Guerra Mundial.
Genocídio é isto. Com o miserável aplauso de fascistas e comunistas em Portugal.
Genocídio não é isso, e você sabe-o muito bem. É um assunto muito sério para ser banalizado.
O resto já é conhecido da cartilha e de cassetes de feira.
Mas, para Setembro ainda faltam dois meses.
Tenho de abrir as janelas do blogue.
Ficou um cheiro fétido a putinesco comunonazi lambe-botas do genocida.
“E os colaboracionistas que tentam justificar estes crimes por afinidades ideológicas são crimimlnosos também.”
Ser crime ou não depende das leis que nos regem. Em democracia não há crimes de opinião. Muito menos há crime só por “tentar” defender uma ideia mesmo que errada.
Leis? Qual lei, neste caso?
O “direito de pernada” ou simplesmente a lei do mais forte?
São farinha do mesmo saco.
Alguns não “são farinha”.
São mesmo cocaína.
O Pedro Correia, que anteriormente produzia tantos posts, tem de há uma semana para cá andado bastante chocho, pouco inspirado. Que se passa? Está doente? Estimo-lhe melhoras rápidas.
Você tanto insiste que as Lavouradas da Semana acabarão por voltar.