Frases de 2026 (19)


Pedro Correia,

 

«Nós podemos não acertar sempre, mas acertamos quase sempre.»

Luís Montenegro, hoje, em Castelo de Vide

9 comentários em “Frases de 2026 (19)”

  1. “Nós podemos não acertar sempre, mas acertamos quase sempre.” Lindo. É uma humildade que comove as pedras da calçada. O “quase” é quando tentam privatizar qualquer coisa e o negócio corre mal porque se esqueceram de avisar os primos. É a margem de erro.

    Acertam em cheio quando se trata de anunciar um “choque fiscal” histórico. Aí a pontaria é de sniper de elite: prometem a lua, e acertam em cheio nos combustíveis.

    Têm a pontaria de um Robin dos Bosques quando cativam as verbas da Saúde. Aí também não falham um milímetro.

    Portanto, o alvo de Luís Montenegro não é a oposição, não é o crescimento económico, nem sequer o futuro de Portugal. O alvo somos todos nós, desenhados num alvo de dardos gigante, de rabo para o ar, num campo de tiro onde os atiradores acertam sempre no nosso nervo ciático.

    O tal “quase” em que não acertam? É a probabilidade de 1% de, por mero acidente, aprovarem uma medida que beneficie quem realmente trabalha. Mas quando dão por ela, pedem desculpa pelo equívoco e corrigem logo a trajetória do dardo para o sítio do costume.

  2. … mas o que é certo é que ele está a falar com desenvoltura, quase em verso e com espírito. Vai melhorando, sim…

  3. “Presunção e água benta, cada um toma a que quer”…

    Grande acerto, manter, a qualquer custo, um Ministro como o a Administração Interna… E, já agora também, como o da Educação…

    A grande chatice é o “quase”…

  4. O Montenegro é um fiasco.

    Vê-se à légua que traz aquelas frases tão bem-soantes quanto completamente ocas perfeitamente decoradas para empatar papalvo. Substância nenhuma. Assumir responsabilidades zero. Humildade democrática abaixo de zero.

    Alguém que lhe explique que dizer o que quer não é democracia, mas sim prestar contas e dar explicações ao povo soberano – isso é que é democracia.
    E, estando com as mãos na massa, alguém que explique também ao Neves que o jornalismo em democracia não funciona na base de conferências de imprensa nos tempos “decididos” pelos sujeitos de interesse – muito pelo contrário, e por mais que façam cara de maus.

    Ainda por cima ele, quando faz cara de mau, parece um hamster assanhado, dá vontade de rir.
    Quando deixar de ser ministro e não puder voltar para onde foi director (ou dono, já nem sei), pode ir fazer cara de mau para o circo. Tem futuro.

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