«Nós podemos não acertar sempre, mas acertamos quase sempre.»
Luís Montenegro, hoje, em Castelo de Vide
9 comentários em “Frases de 2026 (19)”
“Nós podemos não acertar sempre, mas acertamos quase sempre.” Lindo. É uma humildade que comove as pedras da calçada. O “quase” é quando tentam privatizar qualquer coisa e o negócio corre mal porque se esqueceram de avisar os primos. É a margem de erro.
Acertam em cheio quando se trata de anunciar um “choque fiscal” histórico. Aí a pontaria é de sniper de elite: prometem a lua, e acertam em cheio nos combustíveis.
Têm a pontaria de um Robin dos Bosques quando cativam as verbas da Saúde. Aí também não falham um milímetro.
Portanto, o alvo de Luís Montenegro não é a oposição, não é o crescimento económico, nem sequer o futuro de Portugal. O alvo somos todos nós, desenhados num alvo de dardos gigante, de rabo para o ar, num campo de tiro onde os atiradores acertam sempre no nosso nervo ciático.
O tal “quase” em que não acertam? É a probabilidade de 1% de, por mero acidente, aprovarem uma medida que beneficie quem realmente trabalha. Mas quando dão por ela, pedem desculpa pelo equívoco e corrigem logo a trajetória do dardo para o sítio do costume.
Vê-se à légua que traz aquelas frases tão bem-soantes quanto completamente ocas perfeitamente decoradas para empatar papalvo. Substância nenhuma. Assumir responsabilidades zero. Humildade democrática abaixo de zero.
Alguém que lhe explique que dizer o que quer não é democracia, mas sim prestar contas e dar explicações ao povo soberano – isso é que é democracia.
E, estando com as mãos na massa, alguém que explique também ao Neves que o jornalismo em democracia não funciona na base de conferências de imprensa nos tempos “decididos” pelos sujeitos de interesse – muito pelo contrário, e por mais que façam cara de maus.
Ainda por cima ele, quando faz cara de mau, parece um hamster assanhado, dá vontade de rir.
Quando deixar de ser ministro e não puder voltar para onde foi director (ou dono, já nem sei), pode ir fazer cara de mau para o circo. Tem futuro.
Não quero incomodar, mas há mais de 3 anos – de facto desde Janeiro de 2023 que digo (e repito: https://delitodeopiniao.pt/eleicoes-na-madeira-16176793) que este Montenegro é o Jorge Silas da política. Como não há chicotada psicológica é evidente que para o ano não vamos “à Europa”
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“Nós podemos não acertar sempre, mas acertamos quase sempre.” Lindo. É uma humildade que comove as pedras da calçada. O “quase” é quando tentam privatizar qualquer coisa e o negócio corre mal porque se esqueceram de avisar os primos. É a margem de erro.
Acertam em cheio quando se trata de anunciar um “choque fiscal” histórico. Aí a pontaria é de sniper de elite: prometem a lua, e acertam em cheio nos combustíveis.
Têm a pontaria de um Robin dos Bosques quando cativam as verbas da Saúde. Aí também não falham um milímetro.
Portanto, o alvo de Luís Montenegro não é a oposição, não é o crescimento económico, nem sequer o futuro de Portugal. O alvo somos todos nós, desenhados num alvo de dardos gigante, de rabo para o ar, num campo de tiro onde os atiradores acertam sempre no nosso nervo ciático.
O tal “quase” em que não acertam? É a probabilidade de 1% de, por mero acidente, aprovarem uma medida que beneficie quem realmente trabalha. Mas quando dão por ela, pedem desculpa pelo equívoco e corrigem logo a trajetória do dardo para o sítio do costume.
… mas o que é certo é que ele está a falar com desenvoltura, quase em verso e com espírito. Vai melhorando, sim…
Ó meu Deus, diz este ateu…
Ah! Os erros de paralaxe…
JSP
“Presunção e água benta, cada um toma a que quer”…
Grande acerto, manter, a qualquer custo, um Ministro como o a Administração Interna… E, já agora também, como o da Educação…
A grande chatice é o “quase”…
É como Cavaco Silva, que raramente se enganava.
Acerta “quase sempre” ou “quase nunca”!!!
O Montenegro é um fiasco.
Vê-se à légua que traz aquelas frases tão bem-soantes quanto completamente ocas perfeitamente decoradas para empatar papalvo. Substância nenhuma. Assumir responsabilidades zero. Humildade democrática abaixo de zero.
Alguém que lhe explique que dizer o que quer não é democracia, mas sim prestar contas e dar explicações ao povo soberano – isso é que é democracia.
E, estando com as mãos na massa, alguém que explique também ao Neves que o jornalismo em democracia não funciona na base de conferências de imprensa nos tempos “decididos” pelos sujeitos de interesse – muito pelo contrário, e por mais que façam cara de maus.
Ainda por cima ele, quando faz cara de mau, parece um hamster assanhado, dá vontade de rir.
Quando deixar de ser ministro e não puder voltar para onde foi director (ou dono, já nem sei), pode ir fazer cara de mau para o circo. Tem futuro.
Não quero incomodar, mas há mais de 3 anos – de facto desde Janeiro de 2023 que digo (e repito: https://delitodeopiniao.pt/eleicoes-na-madeira-16176793) que este Montenegro é o Jorge Silas da política. Como não há chicotada psicológica é evidente que para o ano não vamos “à Europa”