Concordo inteiramente. É uma autentica liçao de vida. Muita gente deveria ver este filme para perceber o que é a vida e como deveriam olhar para esta. Bom fds.
Gostei muito deste filme, mas tenho pena que o ‘casting’ dos restantes actores não tenha corrido pelo melhor. De resto, perfeito (incluindo a excelente faixa principal da banda sonora).
O “velho” sabe como fazer para ser ele a brilhar… Também gostei muito da música final, cantada pelo próprio Clint. Faz com que o nome Gran Torino, que antes não me dizia nada, passe a ter a força de adjectivo.
E se brilha. O “velho” é dos poucos que raramente desaponta – seja como realizador, seja como actor. E é curioso como o seu trabalho enquanto compositor também é bem sucedido, o que não deixa de ser ilucidativo da enorme sensibilidade que este aplica aos seus trabalhos.
Clint tem um dos mais fabulosos papéis da carreira dele, Jorge. Este Walt é uma das personagens mais credíveis e mais bem construídas de que tenho memória. Se de facto CE se despede do cinema enquanto actor neste filme, como já anunciou, pode dizer-se que se despede da melhor maneira.
Ele diz que sim, mas há quem ponha (justificadamente) essa promessa em causa, garantindo que ele não resistirá a voltar, Ana. Tenho a certeza de que gostará muito deste filme, como aconteceu comigo.
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Tem a certeza de que foi isso que ele disse?
Sim. E garanto-lhe que foi bem expressivo.
Quanto mais o tempo passa desde que o vi mais gosto deste filme. É tão sábio quanto humano…
Percebo bem, Cristina. Este é um filme que apetece ver uma, duas, muitas vezes.
Concordo inteiramente. É uma autentica liçao de vida. Muita gente deveria ver este filme para perceber o que é a vida e como deveriam olhar para esta.
Bom fds.
Os cinco minutos finais são verdadeiramente fabulosos. E a canção do James Callum, composta também por Clint Eastwood, fica-nos para sempre.
Gostei muito deste filme, mas tenho pena que o ‘casting’ dos restantes actores não tenha corrido pelo melhor. De resto, perfeito (incluindo a excelente faixa principal da banda sonora).
O “velho” sabe como fazer para ser ele a brilhar… Também gostei muito da música final, cantada pelo próprio Clint. Faz com que o nome Gran Torino, que antes não me dizia nada, passe a ter a força de adjectivo.
E se brilha. O “velho” é dos poucos que raramente desaponta – seja como realizador, seja como actor. E é curioso como o seu trabalho enquanto compositor também é bem sucedido, o que não deixa de ser ilucidativo da enorme sensibilidade que este aplica aos seus trabalhos.
Clint tem um dos mais fabulosos papéis da carreira dele, Jorge. Este Walt é uma das personagens mais credíveis e mais bem construídas de que tenho memória. Se de facto CE se despede do cinema enquanto actor neste filme, como já anunciou, pode dizer-se que se despede da melhor maneira.
Concordo Pedro. Mas eu sou dos que acredita que vamos voltar a ver Eastwood à frente das câmaras.
Também acredito nisso, Jorge.
Ainda não vi o filme, mas já está na calha. Li que era o último de Clint E. como actor.
Ele diz que sim, mas há quem ponha (justificadamente) essa promessa em causa, garantindo que ele não resistirá a voltar, Ana. Tenho a certeza de que gostará muito deste filme, como aconteceu comigo.