É a melhor frase deste filme magnífico. E também a da melhor cena. Aquela em que todos se vão levantando, depois de KD, dizendo serem também Spartacus. Um por todos, todos por um.
Tenho um especial apreço pela cena em que Gracus, a personagem de Charles Laughton, se vai suicidar e escolhe um determinado punhal porque… é mais bonito.
Já agora, o filme foi um autêntico pesadelo para os actores, que foram de certa forma enganados para entrar no filme, embora tenha também sido muito importante para i fim das listas negras em Hollywood.
É talvez o melhor dos épicos, João André. Tem uma força e uma grandeza que supera as melhores produções do género em Hollywood. E a simbologia que encerra é excepcional: os fracos, quando unidos, tornam-se fortes. Kubrick demonstrou, também aqui, ser bom em qualquer género cinematográfico – mesmo nos mais inesperados. No ano seguinte começou a rodar um western excepcional, com Marlon Brando, chamado ‘Cinco Anos Depois’. Infelizmente, abandonou as filmagens muito antes da conclusão do filme, que viria a ser concluído (e muito bem) pelo próprio Brando.
De acordo com praticamente tudo. Há um épico que, na minha opinião, é excessiva e injustamente esquecido por muita gente: A Queda do Império Romano, de Anthony Mann. É diferente, mas também por isso muito bom (na minha opinião, claro). E entre os épicos, gosto também muito d’Os Dez Mandamentos (versão com Charlton Heston, muitos não sabem que DeMille fez outro ainda em 1923).
Gosto muito d’”A Queda do Império Romano”, filmado em Espanha, com o actor português Virgílio Teixeira num papel secundário bastante relevante. Sob a direcção do grande Anthony Mann, autor de alguns dos melhores ‘westerns’ de que há memória – com James Stewart, nos anos 50.
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Frases de séries televisivas: Eu é que sou o Prezidente da Junta.
Grande lider dos gladiadores da escola de Capua.
: ))
É a melhor frase deste filme magnífico. E também a da melhor cena. Aquela em que todos se vão levantando, depois de KD, dizendo serem também Spartacus. Um por todos, todos por um.
Tenho um especial apreço pela cena em que Gracus, a personagem de Charles Laughton, se vai suicidar e escolhe um determinado punhal porque… é mais bonito.
Já agora, o filme foi um autêntico pesadelo para os actores, que foram de certa forma enganados para entrar no filme, embora tenha também sido muito importante para i fim das listas negras em Hollywood.
É talvez o melhor dos épicos, João André. Tem uma força e uma grandeza que supera as melhores produções do género em Hollywood. E a simbologia que encerra é excepcional: os fracos, quando unidos, tornam-se fortes. Kubrick demonstrou, também aqui, ser bom em qualquer género cinematográfico – mesmo nos mais inesperados. No ano seguinte começou a rodar um western excepcional, com Marlon Brando, chamado ‘Cinco Anos Depois’. Infelizmente, abandonou as filmagens muito antes da conclusão do filme, que viria a ser concluído (e muito bem) pelo próprio Brando.
De acordo com praticamente tudo. Há um épico que, na minha opinião, é excessiva e injustamente esquecido por muita gente: A Queda do Império Romano, de Anthony Mann. É diferente, mas também por isso muito bom (na minha opinião, claro). E entre os épicos, gosto também muito d’Os Dez Mandamentos (versão com Charlton Heston, muitos não sabem que DeMille fez outro ainda em 1923).
Gosto muito d’”A Queda do Império Romano”, filmado em Espanha, com o actor português Virgílio Teixeira num papel secundário bastante relevante. Sob a direcção do grande Anthony Mann, autor de alguns dos melhores ‘westerns’ de que há memória – com James Stewart, nos anos 50.
(confesso que choro sempre que a vejo) 🙂 shiuuu
Nice week-end*
Boa continuação, Once.
Pena é aquela covinha no texto. Desconcentra-me…
Pois eu gosto de covinhas, Hot. Noutras caras. A da Cláudia Vieira, por exemplo.