Pedro, gosto deste conceito das frases, mas acho que preferia vê-las, em muitos casos, no original. Em português muitas perdem a sua força. Talvez uma versão biligue sempre que possível? Apenas uma sugestão.
Caro João André, ponderei isso mas acabei por preferir traduzir as frases, de acordo com o meu critério: é um exercício intelectual que meconsidero estimulante. Além disso, manter as frases no original iria levantar problemas em casos de filmes japoneses, por exemplo, que também quero trazer a esta série, que pretendo seja longa. Obrigado pela sua atenção.
Não sei porquê, Pedro, mas o “Taxi Driver” ainda é o meu Scorcese preferido. Esta “line” ainda me afecta, pela ironia e pelo absurdo: um herói trágico e patético, um D. Quixote armado até aos dentes. E a violência da cidade a engolir outros seres desamparados como ele. Que metáfora o Scorcese conseguiu aqui…
Também é o meu Scorsese preferido, Ana. Gostei também muito do New York, New York, que não vejo há imensos anos, e do Casino. Quase tudo o resto me soube a pouco depois do Taxi Driver.
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Pedro, gosto deste conceito das frases, mas acho que preferia vê-las, em muitos casos, no original. Em português muitas perdem a sua força. Talvez uma versão biligue sempre que possível? Apenas uma sugestão.
Abraço
Caro João André, ponderei isso mas acabei por preferir traduzir as frases, de acordo com o meu critério: é um exercício intelectual que meconsidero estimulante. Além disso, manter as frases no original iria levantar problemas em casos de filmes japoneses, por exemplo, que também quero trazer a esta série, que pretendo seja longa. Obrigado pela sua atenção.
fazíamos paródias com esse “are you talking to me?” 😉 fez-me rir agora Pedro.
(claro que o filme não faz rir .. de todo)
Este é um filme que dá que pensar, Once. Muito.
Não sei porquê, Pedro, mas o “Taxi Driver” ainda é o meu Scorcese preferido.
Esta “line” ainda me afecta, pela ironia e pelo absurdo: um herói trágico e patético, um D. Quixote armado até aos dentes. E a violência da cidade a engolir outros seres desamparados como ele. Que metáfora o Scorcese conseguiu aqui…
Também é o meu Scorsese preferido, Ana. Gostei também muito do New York, New York, que não vejo há imensos anos, e do Casino. Quase tudo o resto me soube a pouco depois do Taxi Driver.
Sugestão pedro.
“Come on …make my day!!” Do dirty harry
Esse não tarda, caro João.
Este é outro que devo ter visto para aí umas 3 ou 4 vezes, Pedro.
Também eu. Como se fosse a primeira vez. O filme é excelente, incluindo a banda sonora.