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Não lhe chamaria gorduras, mas sim “dependência de produtos tóxicos”. Tanto a Madeira, como o Continente, abraçaram a prática de “mandar para o buraco”… uma variante de “mandar para a veia”.
A semelhança com uma família em que o filho se encontra num processo de absoluta dependência e que assalta a casa dos pais, dos irmãos e restantes familiares, para poder manter o consumo.
Um filho que vai prometendo regenerar-se, mas que logo a seguir aumenta a “dose”.
Um filho que promete aos técnicos de saúde “TROIKA” que pretendem “ajuda-lo” a desintoxicar-se, que irá reduzir o consumo, mas que o aumenta, justificando-se com a degradante situação de uma outra toxicodependente, a Grécia, que em sua opinião está em pior estado… irrecuperável.
“Gorduras” já não existem! Existem cada dia mais magrezas e estreiteza de vistas e… muita teimosia e tendência suícida…
Madeira, claro.
Pior que isso é a notícia que vi hoje na RR:
“A Assembleia Regional da Madeira, por proposta do PSD ontem aprovada, decidiu mudar as regras. Assim, nas votações de requerimentos, recursos e votos em plenário, os “votos de cada partido presente são contados como representando o universo de votos do respectivo partido ou grupo parlamentar”. O PSD garante assim que nenhuma proposta da oposição venha a ser aprovada quando tiver algumas ausências na sua bancada.
A outra alteração ao regimento é que a Assembleia pode passar a funcionar apenas com um terço dos eleitos, ou seja, 16 deputados. O que contraria a maioria que consta do estatuto político administrativo da Madeira.”
O que é isto senão um atentado grave à democracia? Para que é que o povo votou em 48 deputados se agora 8 chegam para decidir!..O que é isto??
E o ajuste directo de 3milhões de euros para a iluminação de natal, adjudicada à mesma empresa anos a fio?? Como é que é possível este ajuste directo?? Alguém me explica??