Os cookies necessários ativam funcionalidades essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Não armazenam dados pessoais.
Nenhum
Os cookies funcionais suportam funcionalidades como partilha de conteúdo em redes sociais, recolha de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
Nenhum
Os cookies analíticos monitorizam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
Nenhum
Os cookies de publicidade entregam anúncios personalizados com base nas suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
Nenhum
Os cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, juntamente com os fornecedores de cookies individuais.
Nenhum
Fantástica. Na minha escola temos dois mamarrachos do Ikea na sala dos professores. Ninguém gosta deles e para o efeito podiam ter ido à drogaria da esquina. A estupidez desta gente é infinita.
A Parque Escolar produz estes pequenos prodígios de bom gosto a preços nada módicos, Leonor. Pagos por todos nós.
São meio acéfalos. A minha escola funcionou num seminário em 1970, quando foi criada. Havia mobiliário desde a altura dos padres, muito anterior a essa altura, verdadeiras peças de antiquário. Pois aquelas mentes brilhantes pintaram-nas de azul-cueca, com a tinta dos rodapés e portas.
Palavra? Eu é que fiquei azul com essa história.
Sério. Todos os dias dou de caras com o bengaleiro dos padres em azul cueca. Espreita aqui: http://o-meu-pai-e-eu.blogspot.com/2 010/09/escola-zul-cueca.html
Inqualificável, essa história.
Quando li o post até pensei que eram iguais àquele que o João Carvalho hoje aqui nos trouxe. Um só desses, até vale mais de 20 mil euros…
Baratinhos. O preço, segundo me garantem, já inclui IVA.
Cara é a falta de vergonha, desde que passou a valer tudo.
Para ajudar a entender melhor esta questão, aqui vai o comentário que encontrei no jornal SOL, sobre o assunto, escrito por um aluno da tal escola e que não é muito abonador, nem para a Parque Escolar, nem para o aluno, nem para a escola, ou seja, não é abonatório para ninguém:
“Face a alguns comentários que aqui (ali) se podem ler,tenho que apontar alguns factos que provavelmente a maioria de vós desconhece, pois sou aluno da referida escola.
Quanto ás críticas de alguns à direção da escola, são completamente infundadas, pois , para se ter uma noção, se uma janela se partir, ninguem a pode arranjar , apenas a empresa parque escolar. Tudo o que é instalações da escola pertence a essa empresa o que faz com que assuntos como este passem ao lado da direção da escola. Quanto ao facto da localização dos candeeiros, está incorrecta : não estão no referido polivalente mas sim no auditório, onde estava prevista a construção de uma pequena bancada e que foi cancelada, ao que parece por falta de fundos. Em relação ao comentário (no sol) da “Patricianogueira”, ao dizer que “Alguém me explica como é que, uma escola secundária de TOMAR, se pode dar a uma luxúria desprecavida e despropositada numa situação destas”, só tenho a ideia que está a tentar dizer que esta escola não podia mas se fosse uma escola em Lisboa ou no Porto, já não faria tanto mal ?
Quanto ao resto, concordo inteiramente com aqueles que dizem que a colocação destes candeeiros são uma estupidez, até porque passam despecebidos e nem têm um aspecto assim tão bonito quanto isso, mas pronto.”
Ficaram esclarecidos?
Ninguém pode desconfiar pois estava no caderno de encargos… é como as viagens em executiva que são legais para viagens com mais de setes horas… E já agora os subsídios de alojamento para os nossos queridos governantes! É tudo LEGAL (ler a última frase com sotaque brasileiro)!