Não sabes o que perdes, Ana. É uma das mais fabulosas séries de BD de todos os tempos. Conheci-a não em álbuns mas em tiras de jornal, no tempo em que os jornais diários publicavam banda desenhada (e palavras cruzadas, e passatempos de todo o género). Fiquei fã desde o primeiro dia.
As palavras cruzadas eram um autêntico vício para mim. E lembro-me bem das faixas de BD com figuras deste género, mas francamente não me atraíam muito. Coisas de “meninos”, como tu dizes. 🙂
Também era fã das Palavras Cruzadas. Sobretudo das Palavras Cruzadas mais criativas que o ‘Expresso’, por exemplo, a partir de certa altura começou a publicar. As faixas de BD eram mais para menino, começo hoje (tardiamente) a reconhecer.
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Outro que me passou ao lado…
Não admira, Teresa. BD de menino…
O Jeff Hawke? Adorava! Ainda tenho guardadas um monte de revistas com as suas aventuras. Que bela lembrança, Pedro!
Bem, Ana, você é a excepção que confirma a regra. Sempre pensei que as miúdas não liam disto.
no idea, Peter… 🙂
Não sabes o que perdes, Ana. É uma das mais fabulosas séries de BD de todos os tempos. Conheci-a não em álbuns mas em tiras de jornal, no tempo em que os jornais diários publicavam banda desenhada (e palavras cruzadas, e passatempos de todo o género). Fiquei fã desde o primeiro dia.
As palavras cruzadas eram um autêntico vício para mim. E lembro-me bem das faixas de BD com figuras deste género, mas francamente não me atraíam muito. Coisas de “meninos”, como tu dizes. 🙂
Também era fã das Palavras Cruzadas. Sobretudo das Palavras Cruzadas mais criativas que o ‘Expresso’, por exemplo, a partir de certa altura começou a publicar. As faixas de BD eram mais para menino, começo hoje (tardiamente) a reconhecer.