Que me valeu fazer um brilharete aos 11 anos quando a professora perguntou na aula “adjectivos derivados de neve” e eu respondi “níveo”, como em “níveas mãos”. Perguntou onde é que eu tinha aprendido tal coisa e eu respondi “no Príncipe Valente”, o que a deve ter surpreendido ainda mais.
Não sei muito bem se as mangas têm o mesmo efeito. Mas eu sou dum tempo em que os nossos Tintins em tradução brasileira eram corrigidos a lápis pelo meu pai, não fosse nós começarmos a dizer “guri” am vez de “garoto” 🙂
Eheheh. Hoje é ao contrário: quase somos obrigados a escrever com a norma ortográfica brasileira, a sintaxe brasileira e até o vocabulário brasileiro. Tudo na boa, viu?
Lembro-me vagamente deste príncipe com penteado de Beatriz Costa… Visto hoje, só me ocorre dizer que não há valentia que resista àquela estética, coitado!
Os cookies necessários ativam funcionalidades essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Não armazenam dados pessoais.
Nenhum
Os cookies funcionais suportam funcionalidades como partilha de conteúdo em redes sociais, recolha de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
Nenhum
Os cookies analíticos monitorizam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
Nenhum
Os cookies de publicidade entregam anúncios personalizados com base nas suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
Nenhum
Os cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, juntamente com os fornecedores de cookies individuais.
Que me valeu fazer um brilharete aos 11 anos quando a professora perguntou na aula “adjectivos derivados de neve” e eu respondi “níveo”, como em “níveas mãos”. Perguntou onde é que eu tinha aprendido tal coisa e eu respondi “no Príncipe Valente”, o que a deve ter surpreendido ainda mais.
Eheh. Extraordinário! A banda desenhada, nesses anos de formação, abre-nos horizontes. Até ao nível da linguagem, como também eu percebi.
Este é do tempo em que ainda havia valentes e ainda havia príncipes.
Clássico mais clássico não há.
Não sei muito bem se as mangas têm o mesmo efeito. Mas eu sou dum tempo em que os nossos Tintins em tradução brasileira eram corrigidos a lápis pelo meu pai, não fosse nós começarmos a dizer “guri” am vez de “garoto” 🙂
Eheheh. Hoje é ao contrário: quase somos obrigados a escrever com a norma ortográfica brasileira, a sintaxe brasileira e até o vocabulário brasileiro. Tudo na boa, viu?
Lembro-me vagamente deste príncipe com penteado de Beatriz Costa…
Visto hoje, só me ocorre dizer que não há valentia que resista àquela estética, coitado!
Príncipe Valente semelhante à Beatriz Costa? Hum… O Hal Foster deve dar umas voltas na tumba com essa tua apreciação.
🙂 Talvez não. A Beatriz Costa era uma valente também.
Hmmm…
Eheheh…