Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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A 22 de Agosto assinala-se O Dia Internacional em Homenagem às Vítimas de Actos de Violência baseada na Religião ou Crença 

“Esta data, comemorada anualmente, condena comportamentos de intolerância e o terrorismo contra indivíduos que pertencem a diferentes grupos religiosos ou minorias.

É também uma chamada de atenção para tudo quanto ameaça os valores e princípios contidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O mundo deve dar lugar à tolerância religiosa, à liberdade de religião ou de crença, de expressão e de opinião. Só assim é possível a não discriminação, a harmonia e o reforço do sistema democrático. Para tal, é urgente a discussão construtiva de ideias, o diálogo intercultural e entre religiões e diferentes tipos de fé.

O Dia Internacional de Homenagem das Vítimas dos Actos de Violência baseada na Religião ou Crença foi proclamado pela Assembleia Geral da ONU em 2019.”

O Holocausto não foi um mito.

A Santa Inquisição também não.

Afeganistão, Nigéria, Iraque, Israel, Sudão, Tailândia, Tibete são apenas alguns lugares do planeta onde a intolerância religiosa cobra diariamente o seu dízimo em vidas humanas.

(Imagem Google)

22 comentários em “Hoje é dia de”

  1. Não é preciso ir muito longe para ser vítima de intolerância religiosa ou fundamentalismos parvos. Tivemos o exemplo covid para revelar o pior do ser humano. Nunca se viu tanta intolerância, tanta discriminação e tanta violação de direitos humanos.
    É só hipocrisia, como se costuma dizer, olha para o que eu digo não olhes para o que eu faço.

    1. O fundamentalismo covídico nada teve a ver com religião por um lado, mas por outro lado, como o um dos “sinónimos” de religião é medo não é uma ideia completamente descartável, se bem que pouco plausível.
      .

      1. Não teve a ver com religião mas teve a ver com crença. Fizeram as pessoas acreditar que as vacinas resolviam alguma coisa. Felizmente nem todas caíram no logro.

          1. As pessoas que eu conheço e que tomaram as vacinas apanharam todas covid, passaram bastante mal e até hoje têm problemas. Eu não levei as vacinas, tive covid, ben-u-ron para cima e nada de especial. Não sei o que é que as vacinas minimizaram.

            1. Nunca ninguém disse que a vacina funcionava como escudo invisível, mas que protegeria até um certo patamar. Eu, que as tomei todas e que tenho problemas respiratórios, quase nem dei pela COVID. O meu marido, que fez as mesmas vacinas e não tem problemas de saúde complicados, passou mal. Nenhum de nós ficou com sequelas. Depende das pessoas e do sistema imunitário de cada um. As gripes comuns, a uns não dão abalo e a outros obrigam a dias de repouso. A COVID pôs ao léu não apenas as comorbidades humanas, mas também as do sistema de saúde que temos, que está moribundo, mas arrasta-se como um zombie.

            2. Eu por exemplo tomei as 2 + o reforço e ando sempre
              de máscara em locais fechados ou com muita gente.
              O desinfectante sempre no bolso.Ainda não tive esse desatino
              e faço tudo para escapar. Até agora tem resultado.
              Amanhã veremos.

            3. Quando a máscara deixou de ser obrigatória, não deixei de usar. Valeu-me bem! E era uma FFP2 que não é um paninho no nariz…
              Pelo que entendo ao meu redor, estou na pole position da 2ª volta. Resta apenas saber quando.

            4. Eu tenho a possibilidade de conseguir as
              máscaras 3M e são as que uso sempre.
              Por exemplo se for jantar ao restaurante, o que é raro ,
              desinfecto os talheres, copos e etc.
              Os Menus depois de os consultar desinfecto imediatamente as mãos,
              se existe troca de dinheiro igualmente.
              Será paranóia? Será exagero?
              São gestos que não me procuram esforço e que já me habituei.
              Se sou motivo de gozo para os outros ainda bem e também me junto
              a eles na galhofa.

            5. Motivo de gozo porquê? Por se precaver?
              Eu fiz exactamente o mesmo até ficar contagiada. Confesso que me senti revoltadíssima, porque cumpri ao ínfimo pormenor, mas era obrigatório e cumpri. Só me contagiaram quando a obrigatoriedade foi levantada, e não foi por incumprimento da minha parte. O meu grande desapontamento foi por isso mesmo.

            6. Eu faço tudo isso e ao mesmo tempo tenho a convicção
              que basta uma ínfima distracção e também serei contagiada
              como todos os outros. Vivo normalmente mas não gozo de uma
              boa saúde daí todas estas precauções. Recuso-me a acumular doenças.
              🙉😂😂

            7. Que horror !
              Toda essa risota em baixo no comentário
              foi totalmente involuntária.

            8. Se você se sente confortável com essas medidas, tudo bem. Aquilo que eu sempre contestei, e contesto, é a obrigatoriedade das medidas.
              Não admito que alguém se julgue mais responsável do que eu.
              Quantas e quantas atrocidades se fizeram no passado através da falácia do “bem comum”?
              Não nos iludamos, isto não teve nada a ver com a saúde das pessoas, basta olhar para o excesso de mortalidade existente.
              O tempo o dirá, aguardemos.

    1. Os Islamismo é uma doutrina bonita, limpa e funcional. Os praticantes é que pervertem os ensinamentos e radicalizam tudo e todos os que conseguem alcançar com o seu fundamentalismo. Não que eu seja por qualquer expansão, muito pelo contrário.

  2. Todos vivemos, mesmo os ateus, com atitudes/tiques de fundamentalismo religioso.
    O acto de lavar a cara/mãos de manhã quando acordamos é um fundamentalismo religioso. Há milhões de pessoas que não têm esse hábito e não é por falta de água ou por serem porcos. Trata-se de uma acção fundamentalista religiosa de purificação depois de acordar de um longo sono.
    Há cerca de sessenta anos os homens de chapéu e as mulheres de lenço na cabeça era uma acção de fundamentalismo religioso ‘respeito para quem está no céu’. Os judeus ortodoxos ainda usam chapéu e as suas mulheres perucas postiças por cima do seu cabelo.
    É só por curiosidade observar muitos tiques habituais que são actos de fundamentalismo religioso, p.ex.: nos Restaurantes haver bacalhau à 6ª. feira.
    Os muçulmanos estão num patamar “atrasado” em relação aos cristão, talvez o Dubai/Catar vá poder alterar muitos fundamentalismos, para isso teria que haver “concílios” reformistas e passar a haver muçulmanos como os homens e mulheres da bósnia ou kosovo.

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