
No dia 14 de Setembro assinala-se O Dia Mundial da Dermatite Atópica
“Esta comemoração vem dar finalmente visibilidade a uma doença que pode assumir uma forma moderada a severa, e ter um impacto muito debilitante no dia-a-dia e na qualidade de vida dos que sofrem com ela.
A dermatite atópica não é apenas uma doença de pele e não tem um impacto superficial. É uma doença crónica, sem cura, que pode surgir em qualquer idade, e ter manifestações físicas e psicológicas muito significativas nos que a sofrem.”
Conheço quem padeça deste mal e é realmente aflitivo. Em dois ou três casos o lema parece ser “coçar até sangrar” o que deve ser diabólico, principalmente quando as pessoas não se conseguem conter e a maioria dos bálsamos parece não funcionar. É exasperante para quem sofre e para quem vê sofrer e se sente inútil por nada poder fazer para ajudar.

A 14 de Setembro comemora-se O Dia Europeu da Ecologia
“Esta data foi escolhida em 2016 pela Federação Europeia de Ecologia para realçar a importância desta ciência em evolução, capaz de desafiar a sociedade e a cidadania. Foi num 14 de Setembro que o biólogo alemão Ernst Haeckel definiu, pela primeira vez, o que é a ecologia.
“Por Ecologia, entendemos toda a ciência das relações do organismo com o meio ambiente, incluindo, amplamente, todas as condições de existência. Estas são parcialmente orgânicas, parcialmente inorgânicos na Natureza; ambas são da maior importância para a forma dos organismos, pois forçam-nos a adaptar-se. (…) Numa só palavra, ecologia é o estudo de todos as inter-relações complexas referidas por Darwin como as condições da luta pela existência.”
Desde 2017 que a promoção deste dia entre nós está a cargo da Sociedade Portuguesa de Ecologia, em associação com a Federação Europeia de Ecologia. Em Portugal, a celebração conta com o patrocínio da Comissão Nacional da UNESCO.”
Aligeirar a pegada de cada um, depende apenas do próprio. Em Portugal, se compararmos com outros países da Europa, por exemplo, ditos mais civilizados, temos uma cultura de higiene pessoal mais acentuada. Os banhos e o lavar as mãos antes das refeições é algo que não terá grande reflexo nos países setentrionais, mais voltados para a higiene ambiental. São duas faces da mesma moeda com as quais deveria ser imprescindível jogar, para salvaguardar as ditas “condições orgânicas da existência”.
(Imagens Google)

Eu tenho dermatite atópica, embora um caso não muito grave.
E afirmo claramente que há uma maneira simples de a melhorar bastante: não usar, jamais, em tempo algum, qualquer espécie de sabão ou detergente (ou champô), na pele que está afetada.
(Embora haja de facto alguns líquidos lavantes especiais, importados e caros, que se vendem em farmácias, próprios para casos destes e que são muito menos agressivos.)
As pessoas devem lavar a pele afetada exclusivamente com água. Só dessa forma evitam eliminar a camada de gordura natural da pele, que a protege.
Quem quiser (que tenha dermatite atópica), que siga o meu conselho. Quem não seguir, não se queixe.
Existem vários bálsamos não tão caros que oferecem algum alívio. Convém não esquecer que águas tratadas têm sempre químicos , mesmo em escala reduzida, que poderão ressequir as regiões afetadas, mas é um conselho pertinente.
Existem vários bálsamos não tão caros que oferecem algum alívio.
A solução que eu proponho não é por seja que bálsamo for na pele. A solução que eu proponho é exatamente a oposta: não por na pele coisas.
É uma solução de custo rigorosamente nulo e que tem, no meu caso, resultados experimentalmente comprovados e muito bons.
Sim, os adultos conseguem esse nível de disciplina com algum esforço, mas as crianças pequenas, não, por isso é apesar de todas as vantagens, não podemos generalizar.
As crianças pequenas não conseguem evitar usar sabão? Claro que conseguem! Se for necessário, retira-se-lhes da banheira e do lavatório esse produto.
O que eu quis dizer foi o não coçar, porque quanto mais coça, mais irrita. Os adultos conseguem ter algum controlo, mas às crianças não, balio.
Confesse de uma vez por todas como um homem que não gosta de tomar banho e adora o seu cheirinho a bedum.
Se fosse homem e anónimo, seria expectável algum mau cheiro devido à podridão da cobardia, mas não sendo, só confesso que o cheiro a ” resmungo” , o mau hálito , os dentes podres e as unhas sujas, é o que acho mais nojento nos ” feios, porcos e maus” desta vida.
” feios, porcos e maus” é um bom filme para os insuflados do ego que se esquecem do gás da vida.
Gases da vida, são atributo dos Anónimos.
Há formas simples de evitar cheirar mal. Uma, elementar, é rapar os pelos das axilas (está nos Hadith do profeta Maomé). Outra, é untar com óleo (de amêndoas, ou azeite) as partes do corpo mais odorosas.
E a outra é lavar.
Na Guiné, os homens das etnias muçulmanas fulas, mandingas e outras lavavam-se várias vezes ao dia, principalmente a cara, mãos e braços e os pés e, mesmo assim, cheiravam a catinga.
Cheiravam a catinga diziam os metropolitanos, que não sabiam o pivete insuportável que sentiam os africanos com o cheiro à lisboa.
O tomar banho já foi pecado.. “o banho foi considerado pecado e caminho para o Inferno. Isso ocorreu quando o Papa Gregório proibiu terminantemente os cristãos de tomar banho.”
Quando o meu padrinho regressou de Moçambique, disse que o pior mesmo era o cheiro da cidade.
os ‘é cu lojistas’ profissionais estão cheios de gretas.
actuam ao serviço de quem tem qualquer coisa para vender.
um deles foi vice-PR gringo
Talvez, mas o assunto é sério