
No dia 2 de Outubro celebra-se O Dia Mundial dos Animais de Quinta
“A data escolhida para esta celebração surgiu em honra de Mahatma Gandhi, nascido neste dia. Gandhi acreditava que todos os seres – do maior aos mais pequeno – deviam ser tratados com respeito, por igual.
O objectivo é denunciar as fracas condições de vida dos animais de quinta e as torturas a que são sujeitos. Dar voz aos animais e falar por estes, defendendo o direito à vida, é o mote desta data.
Apesar de ser um dia de luta e de memória, pelo sofrimento e morte anual de 70 mil milhões de animais criados para a alimentação, o dia pode ser celebrado de maneira divertida, levando as crianças a conhecer animais em quintas e ensinando aos mais pequenos a tratar os animais com amor.”
A verdade é que, excepto nas quintas pedagógicas, todos os animais de quinta criados em cativeiro destinam-se à alimentação. Isto é algo em que crianças não pensam quando comem hambúrgueres, cachorros, nuggets e outros derivados de carne. Nem associam aos vitelos, leitões e pintainhos que alimentam e afagam nas quintas pedagógicas. É negro, mas verdadeiro.

A 2 de Outubro assinala-se O Dia da Não-violência
“Esta data assinala o aniversário de Mahatma Gandhi, um dos maiores resistentes contra a violência. Gandhi inspirou diversos movimentos de não-violência em defesa dos direitos civis e da mudança social em vários países.
Este dia tem como propósito a promoção da não-violência, através da educação e da sensibilização das pessoas. O Dia Internacional da Não-Violência foi proclamado pela ONU em 2007.”
A violência faz parte de nós. Não apenas a violência física, mas a psicológica, que é mil vezes pior. Vivemos nestes tempos num clima de violência. A intrusão, a violação e o medo já fazem parte do nosso dia a dia, quer seja ou não da nossa vontade.
A minha bisavó Júlia, usava o depreciativo ” gandi” para classificar um malandro da pior espécie, como muita gente da geração da guerra da India .
Já não há Gandhis, só gandis.
(Imagens Google)

fui criador de gado produtor de metano e CO2 (ovelhas, vacas), tal como eu. abandonei por faltar quem goste de trabalhar no campo (90% ao abandono). plantei eucaliptos, pinheiros e sobreiros. as folhosas recomendadas pelos serviços florestais foram as primeiras a arder em 2003.
nos dias que correm já me esqueci o que é não-violência. nunca bati em ninguém, mas levei valente sova na cabeça do ladrão do meu ex-advogado, que em tribunal, local onde mais se mente, e por incompetência da ‘investigação’ ganhou a acção.
só se fala em nuclear
Como diz a Lena de Água:
Antes ser activo hoje
Do que radioactivo amanhã
Nuclear não, obrigado
Bem pelo menos no sentido putinesco da coisa, claro.