
No dia 10 de Outubro assinala-se O Dia Mundial da Saúde Mental
“Segundo a Organização Mundial de Saúde quase mil milhões de pessoas sofriam em 2019 de algum transtorno mental. Em Portugal, as perturbações psiquiátricas têm uma prevalência de 22,9%, valor que coloca o nosso país em segundo lugar entre os países europeus.
Mente e corpo estão totalmente interligados: se um adoece, o outro padece. O Dia Mundial da Saúde Mental pretende alertar para os desafios que persistem ao longo do tempo no combate às doenças do foro mental, contrariando estigmas ainda muito enraizados.
Urge melhorar a literacia no que respeita ao reconhecimento dos sintomas das perturbações mentais e na procura de ajuda profissional. Na era do acesso à informação à distância de um clique, também é necessário combater a desinformação e o autodiagnóstico em saúde mental.”
A cabeça é quem mais ordena e se funciona mal não é possível funcionarmos bem. O problema na sua essência é conseguir identificar e ultrapassar os obstáculos que impõem limitações para que a sanidade mental nunca fique exposta. Há mecanismos que se podem desenvolver para conseguir lidar com a dor, por exemplo, e não cair no torpor dos analgésicos, que podem criar habituações muito limitativas e obstrutiva a uma boa saúde mental.

Hoje celebra-se O Dia Mundial Contra a Pena de Morte
“Este dia foi criado pela World Coalition Against Death Penalty, em 2003. Em 2007, o Conselho da Europa e a União Europeia reconheceram este dia também como o Dia Europeu contra a Pena de Morte.
É um dia em que a União Europeia reafirma a sua firme oposição à pena capital em todos os momentos e em todas as circunstâncias. Portugal foi um dos primeiros países abolicionistas, tendo banido a pena de morte em 1867.”
Pessoalmente, sou contra a pena de morte e considero que a sua abolição deveria ser um facto e uma obrigação humanitária a nível mundial. Não digo que nunca me passam pela cabeça ideias de revolta em face de crimes hediondos que mereciam o castigo máximo, mas no fundo, penso que nunca seria castigo suficiente.

A 10 de Outubro assinala-se O Dia Mundial do Audiologista
“A Organização Mundial da Saúde escolheu como tema da campanha deste ano ‘Audição para a Vida’, enfatizando que intervenções apropriadas e oportunas podem facilitar o acesso à educação, ao emprego e à comunicação de pessoas com perda auditiva.
Em todo o mundo 466 milhões de pessoas sofrem de perda auditiva, sendo que deste total 34 milhões são crianças.”
Ouvir é uma bênção. Felizmente a medicina evoluiu o suficiente para que o som possa fazer parte da vida de todos.

Este é também O Dia Mundial da Dislexia
“A palavra dislexia significa dificuldade com palavras (dis = dificuldade + lexia = palavras).
A dislexia é um transtorno do neurodesenvolvimento que afecta habilidades básicas de leitura e linguagem. Tem origem em diferentes sistemas cerebrais responsáveis pelo processamento fonológico que resultam em dificuldade para processar os sons das palavras e associá-los com as letras ou sequências de letras que os representam.
Consequências secundárias podem incluir dificuldades na compreensão de um texto e pouca experiência de leitura, podendo impedir o desenvolvimento do vocabulário e do conhecimento geral.
Há diferentes graus de dislexia, normalmente descritos como leve, moderado e severo.
Na linguagem oral:
Atraso no desenvolvimento da fala;
Problemas para formar palavras de forma correcta, como trocar a ordem dos sons;
Erros de pronúncia, incluindo trocas, omissões, substituições, adições e misturas de fonemas;
Dificuldade para nomear letras, números e cores;
Dificuldade em actividades de aliteração e rima;
Dificuldade para se expressar de forma clara.
Na leitura:
Dificuldade para descodificar palavras;
Erros no reconhecimento de palavras, mesmo as mais frequentes;
Leitura oral vagarosa e incorreta. Pouca fluência, com inadequações de ritmo e entoação;
Vocabulário reduzido.
Na escrita:
Erros de ortografia, mesmo nas palavras mais frequentes;
Omissões, substituições e inversões de letras e/ou sílabas.”
Bom, em sendo esta descrição fiável e exacta, de disléxico e de louco, todos temos um pouco. Mas posso adiantar com um garantia de quase 99,99% de fiabilidade, referida no último parágrafo, que o AO90 é completa e totalmente disléxico.
(Imagens Google)

o mundo actual possui cada dia + desencanto com doenças, guerras, recessão económica na próxima década.
segui sempre o conselho do 2º marido de minha MÃE
« não tenhas ilusões para não seres um desiludido »
4º poder no imundo político « “Lucidez, desobediência, ironia e obstinação”, em 1939 o escritor francês Albert Camus resumia os quatro “mandamentos” do jornalista, num manifesto contra a censura, nas colunas do jornal Soir Républicain, em Argel. “É difícil hoje em dia evocar a liberdade de imprensa sem ser etiquetado de extravagante, acusado de ser Mata-Hari, ou
que alguém tente convencer-nos que somos o sobrinho de Estaline”, afirmava o então chefe de redação do quotidiano, num editorial proibido pela censura e resgatado dos arquivos em 2012 pelo jornal Le Monde »
A liberdade de imprensa existe. É um facto. Há quem a pratique naturalmente e há quem a adapte ao correcto dominante, entulho.
O segundo marido da sua mãe tinha um lema que eu também pratico. Prefiro ser surpreendida pela positiva.
actualmente o 4º poder encontra-se nas tv e mundo virtual.
a censura existe a nível do estado e dos partidos
politicos com o politicamente correcto.
recomendo-lhes que se dirijam ao local indicado pelo pirata Rakham ou à mãezinha.
em breve teremos vocabulário apropriado
Poderão impor limitações por cá? Não acredito. É mais uma coisa assim do tipo de vassalagem partidária. E depois o Costa não é o Putin.
não há vacina para o vírus socialista
Mas podemos ir criando imunidades…
O Acordo Ortográfico naõ é disléxico. Disléxico é quem não o aplica, que escreve letras que não se pronunciam.
Comentário expectadíssimo. Ou expetadíssimo, consoante a pontaria para expetar.
Eu sou contra a pena de morte, e nem sequer por razões religiosas ‘não matarás’.
Portugal foi dos primeiros países a abolir a pena de morte por crimes civis, continuando a vigorar a pena de fuzilamento por traição em cenário de guerra.
Por cá o fim da pena de morte “atrazou-se” uns meses por causa do julgamento do Diogo Alves, o criminoso do Aqueduto e da Rua das Flores, que teve a pena de enforcamento.
“Tens mais sorte do que o Diogo Alves” não se provou verdadeiro, já que o dito cujo acabou no cadafalso.
O “Tens mais sorte que o Diogo Alves” é ser malandro e não ser castigado.
Claro! Sinceramente outra coisa não seria de esperar para um empedernido assassino em série, naqueles tempos, se capturado apanhar a pena máxima. Presentemente estaria a cumprir 25 anos com direito a condicional com 10/ 15 cumpridos da pena. Escreveria um livro que seria adaptado ao cinema, ou melhor ainda, a uma telenovela com 3000 episódios, que todos os anos ganharia um globo de ouro para a melhor produção de ficção nacional… coisas dos tempos
também tenho pena da morte, principalmente dos que andaram sempre pelas ruas da amargura
Grande filosofia…
O meu neto sofre de dislexia, ou melhor dizendo sofreu, e com tratamento conseguiu concluir o Secundário. Em criança tinha muita dificuldade em perceber o que lhe queriam ensinar.
Não percebia o queria dizer ‘não faças isso’, mas como era super inteligente sempre ia entendendo o que não devia fazer.
Um dos primeiros tratamentos que teve foi aulas de natação. Ele tinha de perceber o que se lhe dizia se não ia ao fundo, explicaram-nos.
Agora está a estagiar no Centro de “engenhocas” da Fábrica LEGO, em Billund-Dinamarca, na componente eléctrica dos brinquedos.
São “doenças” modernas que afinal sempre existiram, como a hiperactividade , o défice de atenção e a dislexia, por exemplo, que me fazem pensar que afinal padeci disso tudo e nem sabia. Chamavam-se bicho carpinteiro, cabeça no ar e ser trafulha. E nós superamos isso tudo sem psicanálise. A natação foi uma excelente metodologia, obriga a ter disciplina e técnica. E o neto é aquilo que sempre foi, um crânio. Obrigada por partilhar.