
Este é O Dia Mundial das Doenças Reumáticas
“A data foi estabelecida em 1996. Assinala-se todos os anos e é apoiada por uma campanha global anual.
Os objectivos do Dia Mundial das Doenças Reumáticas são:
⦁ sensibilizar a comunidade médica, os doentes e o público em geral para as doenças reumáticas e músculo-esqueléticas;
⦁ influenciar as políticas públicas, sensibilizando os decisores políticos para o impacto das doenças reumáticas e músculo-esqueléticas e as medidas que podem ser adoptadas para o minimizar;
⦁ assegurar que todas as pessoas com doenças reumáticas e músculo-esqueléticas e os seus cuidadores beneficiam da vasta rede de suporte que está disponível.”
Artrites e artroses são sempre algo que associamos à velhice, mas não é totalmente verdade. Lembro-me de ter dores nas costas a minha vida inteira. Antes das hérnias era a escoliose. É tudo uma questão de postura, diziam. Pois, é capaz, mas temos o que fazer e pouco tempo e se queremos contornar a dor basta deixar o corpo resguardar-se na posição de defesa que melhor o conforta. Com o passar do tempo desponta a corcunda e o jota na coluna, mas vai dando para o gasto. Até deixar de dar.

Hoje celebra-se em Espanha O Dia da Hispanidade/ Dia de Colombo
“Este dia foi escolhido por coincidir com a data da descoberta da América («Novo Mundo») por Cristóvão Colombo, a 12 de Outubro de 1492, ao serviço dos Reis de Castela e Aragão, que apoiaram o projecto do navegador.
É um dia que pretende unir os espanhóis em torno de uma identidade comum, apesar da diversidade de culturas existente no país vizinho.
Para celebrar a importância desta data, por toda a Espanha são realizadas cerimónias em que as ruas se vestem de vermelho e amarelo. Neste dia, ocorre uma grandiosa parada militar no centro de Madrid.
As comemorações prosseguem com a família real espanhola a presidir ao acto solene de homenagem à bandeira nacional.”
Para todos aqueles que pensam que estaríamos bem melhor se fossemos espanhóis, podeis começar a celebrar. Eu não sou particularmente fã de nuestros hermanos. São ruidosos, são trafulhas, são lerdos, pouco acessíveis e muitíssimo limitados. Não são nada como nós, sempre com um sorriso e prontos a ajudar. Nunca entendi por que razão nos interpelam em inglês, se culturalmente até é uma língua que falam mal. Se falarem espanhol connosco, duvido que encontrem quem não os entenda, mas como não nos entendem nem para tal se esforçam, devem acreditar que tambémsomos burros. Terão uma qualidade de vida superior? Provavelmente. Ganham mais, têm maior poder de compra sobretudo cá e até se podem dar ao luxo de tirar duas horas diárias para a siesta! Mas sinceramente o salero para lá da raia deixa muito a desejar.
(Imagens Google)

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Really? Uau! Thank you.
não vou ao Colombo desde o começo da
epidemia
a comissão de psiquiatras competentes que investiga os abusos do género da IC sofre dum mal de raiz: sabe muito poucochinho de como se conduz uma investigação.
uma denúncia não conduz a um caso: já fui acusado de tudo e do seu contrário. os testemunhos compram-se.
o jornalixo da comunicação social tirou o curso na Papua?
Não creio. Na Papua serão mais agressivos e canibalizam por lá muita informação.
os jorlixo são companheiros do sendeiro luminoso
dos políticos que conduz à antropofagia.
a republiqueta é para levar na ‘desportível’
Costuma dizer-se que os políticos ” comem-nos em vida”.
espanhóis […] são lerdos
“Lerdo” quer dizer lento de compreensão e raciocínio, estúpido, ou simplesmente lento. Parece-me um qualificativo muito depreciativo e pouco apropriado para todo um povo.
Na experiência pessoal que tenho diariamente e há quase 46 anos com espanhóis, estou no direito de expressar a minha opinião, que é o que realmente significam estas notas estilo rodapé, comentários próprios ao textos publicados. Apenas a minha opinião pessoal. E não lhes altero uma vírgula.
Mas nós temos umas cidades pouco interessantes, atabalhoadas, com um quartelzinho de bombeiros ao fundo, pó nas montras das lojas e destruímos a paisagem com o mesmo prazer com que comemos salsichas com couve lombarda — e eles têm cidades majestosas e tratam bem da paisagem. Concedo que os desayunos não são brilhantes, mas pelo menos é uma “instituição nacional” coisa que nem as sardinhas conseguem ser muito bem ou são de maneira desajeitada e saloia.
As nossas cidades não são pouco interessantes, têm sim é pouco interesse para os nossos governantes, que as deixam estagnar sem desenvolver. Há uma ideia generalizada de que típico é sinónimo de velho a cair aos bocados. Ali ao lado há mais visão e cuidado a nível do desenvolvimento e modernização das infraestruturas, sem as descaracterizar, mas, no âmago, o povo continua tacanho, rude e malcriado V.
espanhóis [… s]ão ruidosos
Isso deve-se em parte ao facto de a língua castelhana (tal como a língua basca; há linguistas que dizem que o castelhano herdou esta caraterística do basco) apenas ter cinco sons vogais (a, e, i, o, u), todos eles abertos. Ao contrário de outras línguas, que têm muito mais sons vogais (o português tem mais de dez), uns abertos, outros fechados, outros nasalados, etc. Como o castelhano tem todas as vogais abertas, soa como especialmente barulhento.
Note-se que esta caraterística do castelhano não é compartilhada com o catalão. Os falantes de catalão não são tão ruidosos como os de castelhano.
Acredito. É necessário ter muita atenção, para lhes conseguir dar alguma, porque com todos a ” gritar” ao mesmo tempo, é ensurdecedor e ninguém se entende.
cuño! em Galego.
até existe a localidade
”Parada de cunhos”
Cuño= cunho, serve para cunhar moedas.
catalão dizia-se no A. Alentejo em vez de
pimento. no liceu de Portalegre dizia-se ‘seu monte’ do espanhol ‘montón de mierda’. só não entendia porque sempre se dizia ‘me cago em la leche’.
Calão idiomático também por cá há, nem entendo porque importar mais má criação.
Dicionário da Porto Editora
Hispanidade
1. qualidade ou condição de espanhol
2. qualidade ou condição de hispano ou hispânico
3. conjunto dos povos de língua castelhana ou espanhola
4. conjunto de elementos e traços característicos da cultura hispânica
Então por que estão as bandeiras de Portugal e do Brasil no logotipo?
Pessoa “..vejo terras de Espanha, terras de Portugal..”, refere-se à Península Ibérica.
Só no séc. XVIII aparece o “Reino de Espanha”, e Portugal sempre protestou contra esta usurpação. Mas os espanhóis conseguiram impor a sua vontade, e agora até os dicionários alteraram a definição de Hispânia.
A língua falada em Espanha, ou as línguas, é esquisita ao nosso ouvido, conforme a região. Na Galiza fala-se galego, que é quase português, percebe-se perfeitamente, e se nos recordarmos da recente erupção vulcânica nas Canárias verificamos que percebíamos melhor o espanhol que eles falavam, assim como o espanhol falado nos países da América Latina.
Os espanhóis sempre tiveram grandes preconceitos com os portugueses, ficou-lhes atravessada a nossa independência, e nunca por nunca dizem “isso não é espanhol, é português é outro país”.
A questão da localização de Portugal/Península Ibérica é de tal forma “absorvida” que os incultos americanos enviam cartas à nossa ACP-Rua das Portas de Santo Antao-Lisboa(Espanha)..
Os americanos são incipientes da sua própria história, quanto mais da nossa.
Completamente de acordo!
Vitodos esses filmes. Belíssimos!
Viva, Isabel. Creio que o comentário seria para outro postal. Boa semana.