
10 de Novembro é O Dia Mundial da Ciência para a Paz e o Desenvolvimento
«O propósito deste dia é destacar o papel da ciência no desenvolvimento e pacificação das sociedades, bem como promover a cooperação nacional e internacional neste domínio.
Com as alterações climáticas a tornarem-se uma séria ameaça à vida humana e ao planeta, as celebrações deste ano marcam a importância da construção de sociedades prontas para se adaptarem ao clima.
Esta dia foi criado na 31ª. Conferência Geral da Organização da UNESCO, em 2001.»
Cimeiras, conferências, congressos, convenções, encontros, palestras… como diria a minha bisavó Júlia, muita parra e pouca uva. Não são necessárias Gretas ou grandes mediatismos para constatar o facto de que as alterações climáticas estão a esculpir pela negativa a face visível do planeta. Menos conversa e mais acção, porque não? Porque primeiro que tudo é imperativo demonstrar preocupação e depois vai-se fazendo qualquer coisa acerca disso.

Comemora-se hoje O Dia Mundial da Bolota
«Este dia pretende alertar a opinião pública para a destruição da floresta autóctone em Portugal, constituída principalmente por carvalhos. A bolota é o fruto do carvalho, assim como do sobreiro e da azinheira, que existem em maior abundância no Alentejo.
Foi a Escola Secundária Quinta das Palmeiras, da Covilhã, que criou esta data, assinalada pela primeira vez em 2009.
Evoca-se especialmente nas escolas, onde se realizam actividades educativas: os mais pequenos semeiam bolotas em vasos ou em campos, na esperança de verem nascer uma árvore. Também se realizam caminhadas e recolhas de bolotas, entre outras iniciativas.
- A bolota é um alimento para os porcos.
- As bolotas são utilizadas na culinária portuguesa.
- As propriedades alimentícias e de cosmética das bolotas são valorizadas por cientistas de todo o mundo.
- Durante a Idade Média utilizava-se em Portugal o recheio de bolota triturada para curar doenças sexualmente transmissíveis.
- Os lusitanos obtinham farinha das bolotas com que faziam pão.»
Já se cozinha com bolota, como alternativa à batata e à castanha. Há snacks de bolota, panquecas de bolota, pão lusitano com bolota, doce de bolota, etc. Diz quem come que fica óptimo.

A 10 de Novembro celebra-se O Dia Mundial da Qualidade
«Esta data é um marco para todos que ajudam as empresas a entregar os seus produtos ou serviços dentro dos padrões estabelecidos, com maior qualidade.
A ONU instituiu em 1990 a segunda quinta-feira de Novembro como Dia Mundial da Qualidade. Colocou assim no calendário, de forma permanente, uma data destinada a esta comemoração.
Este ano, o Dia Mundial da Qualidade ocorre hoje, em termos oficiais. Porém, cada vez mais organizações têm preparado eventos durante toda a semana. O Dia Mundial da Qualidade cresceu e tornou-se Semana Mundial da Qualidade.»
Numa época em que qualquer empresa que se preze busca a certificação, são os departamentos de qualidade que controlam e verificam os produtos comercializados, para que cumpram as normas europeias. Se o progresso depende da certificação e a certificação depende da qualidade, é legítimo dizer que sem qualidade não poderá existir certificação e que é fundamental a coordenação efectiva e sistemática para descartar situações de incumprimento que, por exemplo, iriam continuar a atestar os cofres da ASAE.

Hoje assinala-se O Dia Mundial da Usabilidade
«Pensar, desenhar e desenvolver produtos digitais é um processo complexo. Por muito que se possa tentar simplificar este trabalho, procurando uma utilização o mais eficiente possível dos investimentos e recursos, nunca será um desafio fácil. Quando o objectivo é a excelência, será sempre necessário, num mesmo projecto, conseguir articular muitas e variadas competências, relacionadas com um sem-fim de áreas técnicas.
Uma dessas competências, cada vez mais essencial na construção de qualquer produto digital é a usabilidade. Muitas vezes mal compreendida, a usabilidade (ou a falta dela) é o que garante uma experiência de utilização de cada produto digital, o melhor ou pior possível.
Consciente da importância do tema, não só para os produtos digitais dos nossos tempos, mas também no impacto social que pode ter no mundo, em 2005 foi criado pela Associação de Profissionais de Usabilidade (agora denominada de Associação de Profissionais de Experiência do Utilizador) o Dia Mundial da Usabilidade. Mais que um dia para celebrar esta área de competência técnica, a data, como afirma a sua carta de princípios, visa reflectir sobre o impacto da usabilidade em áreas tão sensíveis do quotidiano como a educação, a saúde, a comunicação, a privacidade, a segurança e o entretenimento.
Todos os anos, na segunda quinta-feira do mês de Novembro, o Dia Mundial da Usabilidade, é uma excelente proposta à comunidade em particular de design, mas também a todas as outras áreas em geral, relacionadas com a construção de produtos digitais.»
O meu conhecimento do digital resume-se à sua aplicação em gadgets que manejo na óptica do utilizador. Não obstante, confesso que domino o princípio muito superficialmente. Ainda assim, julgo-me boa conhecedora de algumas inteligências artificiais, daquelas que estão paradas no tempo em que imperava a corda, que facilitava o movimento através de cordelinhos, alavancas ou chaves, sempre operados por outros que não o suposto pensante. Para estes seres collodianos, a vida como a conhecemos ainda se situa para lá do espelho, e estou em crer que nunca terão a coragem para entabular uma travessia para o lado de cá.

Este é O Dia Internacional dos Museus e Centros de Ciência
«Hoje comemora-se, pela primeira vez, o Dia Internacional dos Museus e Centros de Ciência. Esta iniciativa resulta de uma parceria entre a UNESCO e as diferentes redes internacionais de museus e centros de ciência.
A par com o Dia Mundial da Ciência ao serviço da Paz e do Desenvolvimento, instituído pela UNESCO e também comemorado neste dia, pretende-se destacar o papel dos Museus e Centros de Ciência na promoção dos novos desafios para a Sustentabilidade Global.»
Se é fundamental ensinar e consciencializar para o futuro, a resposta pode não estar apenas nos museus, que de practicidade são parcos, mas que de conhecimento são plenos. E como o saber nunca ocupou lugar, uma tarde no museu é sempre uma tarde bem passada.
(Imagens Google / Tangível)

Diz quem come que fica óptimo.
Eu comi uma única vez bolotas (de azinheira) assadas, à volta de uma fogueira no Alentejo. É efetivamente muito bom, bem melhor que castanhas.
Nunca comi, mas conheço quem comeu e também diz que são melhores do que castanhas.
a política tomou conta de tudo: a ciência perdeu independência por estar sempre de mão estendida para a esmolinha. a sodomia já foi doença psíquica. dizia um vizinho para a burra ‘tasca mosca ou cheira-te a palha’.
« lande. 1. 2. lan.de ˈlɐ̃d(ə). nome feminino. BOTÂNICA fruto, variedade de aquénio, de diversas árvores (carvalho, sobreiro, azinheira, etc.)»
na minha região era dos sobreiros e era para os porcos (com sua licença) de montado
«A bolota ou boleta (do árabe ballūta) é o fruto de árvores que pertencem à família dos carvalhos (Quercus), como o carvalho, a azinheira e o sobreiro » para nós era da azinheira e a única comestível crua; a lande só assada.
para mim a melhor qualidade é a de vida que as cidades deixaram de ter. fico-me tão somente pelas fezes, doenças e pelos de animais enjaulados em andares. conhecemos tão pouco
usabilidade ou necessidade de dizer qualquer coisa para ocupar o tempo perdido.
desperdicei o meu precioso tempo a dedicar-me à ciência. aos 30 recusei cátedra de química por não ter vocação para funcionário público. aos 70 recusaram-me a possibilidade de me doutorar para apresentar tese de experiências vividas e com interesse comum. agradeci: sim tudo bem; não melhor ainda.
A experiência vivida é o maior grau universitário que existe.
reuni durante 40 anos fotocópias de trabalhos científicos das melhores revistas mundiais de química inexistentes em Portugal. no final do exercício profissional ofereci os 100 grossos volumes às universidades e institutos. 1/2 não respondeu, os restantes não estavam interessados. andei uma semana a arquivar os ditos nos caixotes do lixo, os únicos que não recusaram.
também arquivei em idêntico local 25 cadernos do tempo em que não havia informatização. tudo organizado por temas: entre eles um que muito me preocupou: a VULNERABILIDADE
títulos só os das revistas
não serve nem para utilização do fiófó
Até poderiam ter interesse nas suas pesquisas e nos resultados obtidos, mas era algo que daria trabalho, e ninguém está para se ralar com trabalho, se não tiver a garantia de um fim de que possa beneficiar.
Cara Maria Dulce, sobre as bolotas, fruto da azinheira, a foto apresentada é de landes, fruto do sobreiro, facilmente confundíveis a quem não está no seu meio.
Muito obrigada pelo esclarecimento, Manuel!