
Comemoramos hoje, dia 19 de Abril, o Dia Mundial da Bicicleta
“Comemora-se nesta data devido a uma experiência psicadélica ocorrida a 19 de Abril de 1943. O químico Albert Hofmann, conhecido como o “pai do LSD”, realizou uma experiência com LSD em si mesmo para determinar os efeitos psicotrópicos da substância, tendo de voltar a casa de bicicleta, numa viagem caricata que se tornou famosa. A data comemorou-se pela primeira vez nos Estados Unidos da América, em 1989.
Pretende-se promover o uso da bicicleta como meio de transporte, destacar os seus benefícios e chamar a atenção para os direitos dos ciclistas.”
Tenho uma confissão a fazer: não sei andar de bicicleta. Pois é. Também, depois de ler a analogia com o LSD, nem sei se uma vida inteira de autocomiseração valeu a pena.
A verdade é que perdi muita coisa que gostava de ter feito, mas o meu Tio Jacinto deixou que desse uma grande queda quando me tentava equilibrar instavelmente no velocípede e parece que me ficou a doer até hoje.
É uma das coisas que queria fazer quando me reformar. Aprender a pedalar.
Também há as gaivotas da Lagoa de Óbidos…

Também se comemora hoje o Dia Nacional do Alho
“O alho é uma parte de uma planta, o bulbo, muito utilizado na cozinha para temperar e condimentar os alimentos, mas que também pode ser usado como medicamento natural para complementar o tratamento de vários problemas de saúde, como infecções por fungos ou tensão arterial elevada, por exemplo.
Este alimento é rico em compostos sulfurados, especialmente alicina, que proporciona o cheiro característico do alho e é um dos grandes responsáveis pelas suas propriedades funcionais. Ajuda a combater vírus, fungos e bactérias, previne o cancro do cólon, protege a saúde do coração, etc.”
Tudo o que leva alho, sabe melhor. Cozinho muito com alho. Cru, refogado, confitado, assado, em pasta…
Acompanhar as proteínas com legumes salteados em azeite e alho… pode lá haver coisa melhor!
É importante conhecer muito bem os seus alhos. Não falta quem se diga conhecedor e depois misture alhos com bugalhos.

os Seres Humanos andavam a pé antes da invenção da roda
ainda estou aí porque até ao início da idade adulta ou não havia o veículo ou dinheiro disponível para o adquirir
para Junqueiro « o único veículo em que a besta puxa sentada»
este pc além de velho nasceu cansado
Quando vejo por aí tanta sílfide a pedalar elegância, sinto-me sempre furiosa com a minha inépcia para domar o bicho. Paciência…
encontrei na net https://maps.org/ima
Cómo descubrí el ácido y qué
pasó después en el mundo
Albert Hofmann
que possui em livro e se perdeu há muito
Eu hoje bem que precisava de qualquer coisa que me deixasse animada. Assim de repente o meu gato Dean estava e deixou de estar. Foram 11 anos. Enfim .
Vou pesquisar o link mais tarde, ok? Obrigada.
Acho que nunca comentei esta tua série, Dulce, mas tenho acompanhado com interesse.
Hoje resolvi-me, por uma razão: a minha mãe também não sabe andar de bicicleta. Pois é. No caso dela, sei que tem a ver com o facto de actividades físicas não serem adequadas para meninas, no seu tempo de infância e juventude. Também nunca aprendeu a nadar pelo mesmo motivo.
É interessante constatar que na Arábia Saudita as mulheres não são autorizadas a andar de bicicleta. Há coisa de dois anos, vi um filme, daquele país, sobre uma miúda de onze anos, cujo maior sonho era ter uma bicicleta e aprender a andar nela. Conseguiu concretizar o sonho, apesar de todos os obstáculos. A mãe dela acabou por ajudá-la, depois de ser completamente adversa à ideia, no início.
O meu pai resolveu ensinar-nos a andar de bicicleta (ao meu irmão e a mim), quando tínhamos 6 a 8 anos. Foi uma excelente ideia, embora ele não fosse muito paciente. Também caí uma vez, mas, enfim, não foi grande trambolhão, estava ainda a tentar arrancar e consegui evitar estatelar-me, apoiando-me numa perna. Fiquei bastante desanimada, mas, pelos vistos, o susto não foi do calibre do teu. Como fizemos campismo durante alguns anos, o meu irmão e eu andávamos bastante, durante o Verão. E, apesar de eu ter passado depois cerca de quinze anos sem pegar numa bicicleta, não tive grandes dificuldades em adaptar-me, quando vim para a Alemanha e a bicicleta se me tornou num meio de locomoção, por vezes, bem mais importante do que o carro.
Aprender em adulto é mais difícil, o cérebro já não tem o mesmo poder de adaptação (porque é sobretudo uma questão cerebral, de equilíbrio, e o cérebro de uma criança é ainda muito moldável). O meu pai tentou ensinar a minha mãe há coisa de quarenta anos (eles teriam os dois à volta de 45). Mas não conseguiu, já não tinha a vitalidade dos trinta e, apesar de a minha mãe não ser gorda, sempre pesava bem mais do que uma criança de 7 anos. Mas talvez haja métodos de ensino também para adultos, não sei.
Quanto ao alho, também uso sempre, claro. Aqui na Alemanha ainda é uma raridade. Se calha recebermos uma visita, quando estou a cozinhar, essa pessoa nota logo o cheiro a alho. O meu marido alemão, casado com uma portuguesa há quase trinta anos, fica assombrado, quando lhe dizem isso, já não nota
minha Irmã tem 82 anos e desde criança nada melhor que eu com 91.
andava de baloiço, subia às árvores,
andava a cavalo como qualquer um de nós
Que bom!
Um beijinho para a sua irmã.
Lembro-me bem das bicicletas na Holanda e na Alemanha. Quando o meu irmão esteve em Geilenkirchen, tinham o carro para as viagens mais longas mas todo o resto era feito em bicicleta. Fui muitas vezes excluída de jogos e passeatas por ter sido mariquinhas.
Obrigada pelo excelente texto. Beijinho
P.S. Sinto muito pelo gatinho

Foram 11 anos. Espero que ele se tenha sentido tão bem connosco, como nós gostámos da sua companhia. Não estávamos a prever. Ele nunca esteve doente. É assim… Beijinho
Onde é que há gaivotas para alugar na Lagoa de Óbidos?
Se não há, havia e muitas.Mas ainda há , sei lá 4 ou 5 anos havia.
Conquistei a minha mulher a andar de bicicleta e a fazer cavalinhos. Ela apaixonou-se por mim e não foi preciso recorrer ao LSD.
Zé António
Boa!
Sou madrinha de um alho 🙂 tenho um diploma da Sociedade Portuguesa de Botânica e tudo. Foi uma iniciativa de angariar fundos para plantas em vias de extinção e eu aderi e escolhi este alho para amadrinhar.
O alho é uma planta em vias de extinção? Como assim???
Com tanta alhada que por aí há , é muito natural!
Há muitas espécies de alho. Sou madrinha desta: https://flora-on.pt/?q=Allium+chamaemol y
Fez uma excelente escolha, Beatriz. O Alho é um benfeitor .
19 de Abril ou 3 de Junho o Dia Mundial da Bicicleta?
Vivi alguns anos nos Países Baixos e quanto a bicicletas até parece ser uma doença genética.
Toda a gente andar de bicicleta fossem padeiros ou ministros, até a Rainha era vista a andar de bicicleta.
O trânsito está regulado tendo em atenção as bicicletas, que não havendo sinalização têm prioridade. Normalmente cada pessoa tem duas (17 milhões de habitantes/23 milhões de bicicletas) com modelos para passeio, trabalho, compras. No parque de estacionamento da estação ferroviário de Breda chegam a estar 10.000 bicicletas, e é aplicada multa pesada a quem roubar uma bicicleta.
Pois eu não tenho o gene, ou deixei-o fugir, quem sabe. E tenho muita pena.
Já perdi gatos e cães e sei bem o que isso custa, Dulce. Beijinho.
Estamos um bocado atordoados porque foi de repente. Nunca o vi doente. Vai custar. É a vida.
Obrigada, Pedro. Beijinho
Julgo que a vida só tem um problema: o ácido com muita estricnina
Como escreveu o grande filósofo Carlos Tê.
Omeprazol ajuda