
No dia 27 de Maio celebra-se O Dia do Protector Solar
“Na medida certa, o sol é fundamental para a manutenção da saúde física e mental. O sol melhora o humor e contribui para a prevenção de doenças como a depressão, por exemplo. Isto porque a exposição aos raios solares auxilia a produção de endorfina e serotonina, conhecidas como as hormonas da felicidade. Todos sabemos que o protector solar é importante para evitar queimaduras, manchas e principalmente o cancro de pele em longas permanências sob a luz solar. Mas é um facto que o corpo humano precisa do sol.
Os protectores atenuam a transmissão da radiação UV na pele. O factor de protecção solar é determinado com base na razão entre as quantidades de radiação UV necessárias para que ocorra a queimadura solar, com protector e sem protector. É importante saber que este efeito de protecção não aumenta linearmente com o FPS. Por exemplo, um FPS de 10 reduz em cerca de 90% a radiação UVB, um FPS de 20 em cerca de 95% e um FPS de 30 reduzirá adicionalmente apenas um pouco mais.
Tendo em atenção os danos causados pela radiação UVA, recomenda-se a verificação da existência de filtros UVA no produto. De qualquer modo, o protector não deve ser usado para prolongar o tempo de exposição, mas para limitar os danos resultantes da exposição ao sol. Por isso os protectores se aplicam em zonas não cobertas pela roupa, especialmente em áreas sensíveis, como o nariz, o pescoço, os ombros ou o peito dos pés.”
Não tenho ideia de, quando era pequena, me besuntarem com cremes na praia. Talvez pelos meus 6 ou 7 anos já usássemos creme Nivea, nos ombros, nas bochechas e na testa. Não gosto de protectores solares. É um horror estar-se na praia feita croquete, peganhenta e com areia. Por isso, quando retorno das férias de Verão, parece que ainda nem cheguei a ir. Mas sabendo o que se sabe sobre os efeitos nocivos das radiações solares, tive sempre muito cuidado com as crianças e creio que este tipo de prevenção é importante.
O meu pai era adorador do sol e o meu marido também. Para eles, é imperativo voltar das férias na praia com um bronzeado saudável, usando litros de protectores solares. Nem um centímetro de área exposta fica desprotegida. Requer muita paciência, já que o corpo humano é espaçoso e perde-se um tempo de lazer precioso.
A protecção solar que me deu mesmo gozo usar foi uma uma camada de argila verde que se dizia com propriedades medicinais e que havia à disposição de quem pretendesse usar, na Praia de Porto de Mós, em Lagos, quando passávamos dois meses das férias de Verão acampados no Parque de Turismo.

Qual protector solar? Quando eu era miudo mudava de pele todos os anos, parecia uma cobra. E então quando veio a moda de meter coca cola era ver a malta na praia a despejar as garrafas em cima do corpo. E apesar das parvoíces, lá crescemos todos com mais ou menos maleitas. Agora é que é só mariquices para engordar a indústria farmacêutica. Ainda há bem pouco tempo tiveram de retirar do mercado dois protectores solares por potenciar o aparecimento do cancro.
Dá a ideia que só antigamente é que havia sistema imunitário porque agora com qualquer coisinha temos de tomar um medicamento para ficarmos imunes.
Coca cola com óleo de coco! Lembro-me disso pelos meus 16 anos. Confidencio que um dos meus passatempos favoritos era tirar pele solta das costas do meu pai. Aquilo tipo escamas metia nojo e ele deixava apenas enquanto lia o jornal.
Sabe que isso do sistema imunitário já me passou pela cabeça? Antigamente andávamos despidos e descalços, sem rinites, sinusites ou alergias, e agora, tudo cheio de cuidados e é o que se vê.
Quando eu tinha 16 anos já trabalhava, fazia campismo selvagem aos fins de semana na costa da caparica, e em Oeiras ao pé da praia da torre. Dormia no chão em cima da caruma do pinheiro e o meu sustento nesse fim de semana era uma lata de salsichas, pão e uma nota de vinte escudos. Só lhe digo, era um luxo.
Qual protector solar qual carapuça, havia lá dinheiro para isso, o dinheiro que a gente tinha era para a camionete da costa e comprar um gelado para ostentar.
E eu durante o ano lectivo saía cedo e ia a pé para o Liceu para ficar com o dinheiro dos transportes e poder comprar bombocas e outras comidas saudáveis. Pintava pratos e almofadas de cetim que vendia no algarve ao que se chama agora B&B. Os turistas adoravam e eu comprava livros, churros, D. Rodrigos… bons tempos.
Responsáveis também pelo desaparecimento dos corais e de
tantos outros desassossegos . As pessoas abusam com a
exposição solar quando se sabe que bastam 20 minutos por dia
para assimilar a vitamina E entre outros benefícios.
Praia para mim é das 9 à 11:30h. Então desde que levo a Neta comigo a banhos, que cumpro escrupulosamente com este horário de exposição solar. Depois das 16:30h, feitas a digestões e tomado o lanchinho, fazemos ainda uma hora de piscina.
Nunca duvidei da sua sensatez, MDF
Grande Kika!
