Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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Hoje celebra-se O Dia Mundial da Imunização 

“O Dia Mundial da Imunização (Vacinação)  é assinalado anualmente a 9 de Junho.
Esta data visa alertar a população para a importância das vacinas como forma de prevenir doenças.
Portugal tem das mais elevadas taxas de cobertura vacinal no mundo. Quando muitos países enfrentam a reemergência de ameaças outrora eliminadas, o nosso país consegue garantir uma cobertura vacinal capaz de nos proteger a todos enquanto comunidade.

O sarampo serve de exemplo. Segundo o boletim do Programa Nacional de Vacinação deste mês, aos dois anos 99% das crianças estavam imunizadas com a primeira dose anti-sarampo e, entre os 6 e os 18 anos, a segunda dose tinha sido administrada entre 96% e 98% dos jovens.
Ou seja, “estas coberturas permitem manter o cumprimento dos objectivos do Programa Nacional de Eliminação do Sarampo e dos requisitos internacionais” e “Portugal poderá manter o estatuto de país com a eliminação do sarampo, reconhecido pelo OMS desde 2012 e certificado desde 2015”, explicam os peritos da DGS.
Mas há outros exemplos: “Observou-se um aumento das coberturas vacinais em relação aos valores do ano anterior para todas as vacinas, doses e idades avaliadas.” Nos mais pequenos, “todas as vacinas e doses avaliadas até aos 7 anos atingem o objectivo de 95% de cobertura.” E com a vacinação feita sem atrasos, sobretudo no primeiro ano de vida, precisamente um dos mais importantes para a protecção da criança.”

Eu sou pela vacinação. Quem nunca teve um filho por um fio na UCI, que atire a primeira pedra. É graças à vacinação que gripes, tuberculoses, sarampos, varíolas e outras doenças que exterminaram milhões de pessoas por todo o mundo saíram das estatísticas da mortalidade. 

Portugal tem um bom PNV. As vacinas, excepto a da difteria e do tétano, não são obrigatórias. É escolha dos pais proteger os filhos contra assassinos silenciosos e invisíveis. 

 

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A 9 de Junho celebra-se O Dia Internacional dos Arquivos

“O Dia Internacional dos Arquivos foi instituído pela Assembleia Geral do Conselho Internacional de Arquivos (CIA), realizada no Quebeque, em Novembro de 2007. Foi escolhida esta data por ter sido precisamente a 9 de Junho de 1948 que a UNESCO criou o CIA.
Objectivo: proporcionar acções de promoção e divulgação da causa dos arquivos em todo o mundo.”

https://observador.pt/2015/11/21/os-7-documentos-portugueses-que-o-mundo-nao-pode-esquecer/

Maravilhei-me com uma visita ao arquivo central do país, que funciona desde os tempos medievais. Falo da Torre do Tombo, arquivando e catalogando legados  e identidade, primeiro dentro das muralhas do Castelo de S. Jorge, depois, e devido ao terramoto de 1755, no Palácio de S. Bento e agora no Campo Grande. Entre outras riquezas patrimoniais, o Museu da Memória Nacional merece a nossa visita.

 

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A 9 de Junho celebra-se O Dia do Pato Donald

“Hoje é comemorado o dia do pato mais famoso e querido de todos os tempos: o Pato Donald. Estrela de diversos filmes e curtas da Disney, conquistou gerações com sua personalidade enérgica e o seu comportamento temperamental. 

Donald tem um coração de ouro e não hesita em embarcar em diferentes aventuras com alguns dos seus melhores amigos, como Pateta e Mickey.

E lá ia eu à CáJor no dia da chegada dos Tex Willer e do Almanaque Disney. O Tio Patinhas, a casa forte, os Metralha, Huguinho, Zezinho e Luisinho, a Vovó Donalda, minha fonte de inspiração, e o Donald, claro, grande comilão,  dorminhoco e sempre genioso. 

Envelheceu melhor do que eu, que inveja! Um oitentão que não consegue passar dos trinta. Quem sabe foi na senda de Ponce de León e teve sorte.

 

(Imagens do Google)

24 comentários em “Hoje é dia de”

  1. não posso escolher o mundo onde gostaria de viver,
    menos ainda políticos competentes para criar riqueza para todos.
    num país miserável a imunização pessoal de cada um é a mais diversa. daí a necessidade do suplemento das vacinas.

    trabalhei com grande proveito em vários Arquivos: do Secreto do Vaticano ao ANTT, apesar disso sou diariamente desmentido.

    como sou considerado um pato pelas entidades incompetentes gosto do Donald e dos desenhos animados de Tex Avery.

    vivo sempre bem disposto apesar da idade e problemas de saúde que me criaram.
    continuo, até ver, na fila de espera; incluindo a do sns que não me envia a receita dos medicamentos

  2. O pato mais famoso e querido em Portugal para os homens que nasceram nos anos sessenta é o “Pato com Laranja” (L’ anatra all’ arancia) no original.
    O mais célebre e demorado apagão da RTP.

      1. Talvez porque o filme foi para o ar pouco depois das 20H30 quando as crianças ainda não se tinham ido deitar. Também porque nessa data ainda se estava anove anos de distância das televisões privadas, ou seja, nem sequer era possível mudar de canal.
        A comparação com filmes “hard-core” em cinemas com entradas controladas – para maiores de 18 ou, depois 16 – não faz qualquer sentido.

        1. Faz sentido sim. Nos cinemas de bairro, que os havia em todos os bairros, desde que acompanhados por um ” mais velho”, todas as crianças iam ver todo o tipo de fitas, mesmo as com sexo explicito. A seguir ao 25 de Abril foi um forró a ver filmes pornográficos. Até no Algarve, no período de férias grandes de 75 e 76, ninguém controlava coisa alguma. Como é que passados 8 anos fazem um escândalo com um filme que só tinha nudez e cuja programação vem no jornal e na TV Guia. Lamento Francisco, mas estas coisas não caiem no esquecimento. Pelo menos no meu.

          1. Se assim foi – e não duvido – o Algarve estava mais “prafrentex” ou mais abandalhado que Lisboa e Linha do Estoril.

            1. No Cinema Restelo e no Salão Portugal era a mesma coisa. Só algum – bastante – tempo depois de começarem a exibição destes filmes, uns mais explícitos que outros com 2 filmes por sessão, sendo que o filme em cartaz à entrada era o mais soft, é que começamos a entender porque é que aquela hora ninguém estava a jogar futebol na rua. Os putos diziam que tinham ido aos bolos, à padaria. Pois pois

          2. Cara Dulce,
            Estamos de acordo.
            Eu vivia na província e vi alguns desses filmes em finais de 70, princípios de 80 (tinha entre 10 a 15 anos) ia com os meus irmãos mais velhos mais pelo convívio que pela qualidade cinematográfica que era nula, principalmente, filmes franceses.
            O Pato com Laranja televisivo foi uma indignação fora de época.

  3. Infelizmente, depois da COVID, já não é possível equiparar vacinação a imunização. Haveria de clarificar o que é que o dia comemora.
    Há meia dúzia de anos, fui surpreendido – no bom sentido – pelo programa de vacinação do SNS. Tinha tirado um sinal no rosto e, dado o local, a dermatologista aconselho-me a fazer a mudança de penso num Centro de Saúde. A enfermeira era uma trintona bem constituída tipo “posso, quero e mando”. Quando me preparava para sair disse-me que nem pensasse nisso porque tinha o reforço do tétano dez anos atrasado.

    1. O que está entre aspas no texto do postal, é a explicação oficial da efeméride, o que quer dizer que, para o SNS vacinar é imunizar, pelo menos no que refere ao PNV.
      Teve sorte! Eu também tenho o Tétano em atraso e não me ministraram reforço algum quando fui fazer uma injecção. Mandaram-me voltar nos horários da vacinação .

    2. “A enfermeira era uma trintona bem constituída tipo “posso, quero e mando””

      Pelos vistos só lhe faltava o chicote.

      Tenha vergonha Sr. Francisco Almeida.

      Ana Sousa

      1. Sra. Ana Sousa,
        Devia ter vergonha de entender e comentar uma referência sexual (dominatrix) onde ela era inexistente. A expressão “quero, posso e mando” (inverti os dois primeiros termos) é referida a autoridade, não a sexualidade.

  4. Desde novo que me interessei por história de família e devo ter sido dos mais novos frequentadores do Arquivo dos Registos Paroquiais, então numa rua abaixo do palácio de S. Bento, numa quase cave – janelas ao nível do passeio – húmida e com os livros em estantes de madeira com as prateleiras abauladas. Era um ambiente húmido, totalmente desadequado. Poderia ter a consolação de ser bem melhor do que Cabo Verde, onde ainda hoje ignoro ao certo se o meu avô nasceu ainda em Bolama se já a bordo do navio que o levou a Santa Isabel da Boavista, onde foi baptizado, isto porque a formiga branca comeu grande parte dos livros.
    A nova Torre do Tombo, com uns hoje já anacrónicos leitores de microfilmes foi assim um progresso extraordinário. Infelizmente de pouca duração. Primeiro parava o carro no parque da Faculdade de Direito, depois até esse começou a ser pago. Quando constatei que, além do combustível, uma ida à Torre do Tombo me custava mais de 20 euros entre portagens e estacionamentos, desisti de todo. Hoje, para mim, o dia dos Arquivos, será o dia da Internet.

    1. Consultar online ajuda, mas não é a mesma coisa, mas entendo-o bem no que diz respeito ao complicar coisas simples, porque os melhoramentos muitas vezes acarretam outras dificuldades aos utilizadores.

    2. Caro Francisco Almeida,
      Deve estar a falar do Arquivo Histórico-Parlamentar na Rua Dom Carlos I.
      Isso dos livros em estantes já era muito bom.
      Lembro-me e consultar lá documentos sobre as Lutas Liberais (2° quartel do séc. XIX) com os papéis atirados para dentro de caixotes de papelão sem qualquer tipo de catalogação a não ser a data aproximada dos eventos.

      1. De facto não. Era mesmo o “Arquivo dos Registos Paroquiais” nacionalizado ou roubado à Igreja em 1911 e desde, salvo erro, 1915 anexado à Torre do Tombo. Esta foi depois alojada em S. Bento e, por falta de espaço, os paroquiais (todo o distrito de Lisboa e alguns do Alentejo e do Algarve, sem lógica aparente) foi para a tal cave alugada numa rua que não recordo o nome e não consegui identificar no Google Maps. Se não me falha a memória, descia-se em direcção ao Poço dos Negros e era uma rua estreita à esquerda. Note-se que isto passou-se no início dos anos 60, “grosso modo” há 60 anos.
        Quanto às caixas de papelão, não se prestariam a guardar livros, às vezes de diferentes tamanhos mas também as conheci em vários lados, como no Arquivo Histórico Ultramarino e, estranhamente, na Biblioteca Nacional que guardou dessa maneira anos sem fim os Sumários da Câmara Eclesiástica de Lisboa (de importância crucial pois reuniam os processos de todos os casamentos em que um dos noivos era de fora de Lisboa e continham certidões da paróquia de nascimento e testemunhos de onde tivesse vivido). Foram depois entregues à Torre do Tombo e ficaram a aguardar melhores dias, que espero já tenham chegado. A própria Torre do Tombo, durante anos assim teve os arquivos das Inquisições de Lisboa e de Évora, este último com processos completamente degradados que nem podiam ser postos à consulta. Também as encontrei no Arquivo Distrital de Beja e nem pude tentar investigar o que queria. Essa foi uma incrível “estória” trágico-cómica mas, puxando pela memória, acho que ainda teria mais cromos para a troca.

  5. Não sou contra as vacinas apesar de já me terem chamado negacionista. Penso é que há uma grande confusão entre vacinação, imunização e injecção. Não se confunda a injecção que foi dada a nível mundial com uma vacina. Não protege, não imuniza e os efeitos secundários a médio e longo prazo são completamente desconhecidos.
    Vacinas com provas dadas e perfeitamente testadas, ok. Pseudo vacinas feitas por aprendizes de feiticeiro só para engordar os accionistas das farmacêuticas, não obrigado.

    1. Nenhuma vacina imuniza a 100%. Previne sim consequências graves a quem contrair doenças. Antigamente morria-se de tétano, tuberculose, sarampo, varíola, poliomielite, gripe, etc. A vacinação erradicou praticamente a morte por essas doenças. As bactérias, fungos e virus não deixaram de existir, encontram-se na natureza, apenas não nos afectam mortalmente porque adquirimos uma dose suficiente de imunidade que a vacina nos conferiu. Se irá resultar também com a Covid, é muito cedo para saber.

      1. É cedo para saber, mas não devia ser porque as verdadeiras vacinas quando vieram para o mercado já tinham feito todos os testes e já se sabia que efeitos secundários é que poderiam ter. As vacinas da covid não, não fizeram testes nenhuns e as pessoas é que serviram de cobaias, por isso é que agora é que começam a surgir complicações, como é o caso da hepatite fulminante e da varíola dos macacos.
        Por isso é que eu fiz a ressalva. Uma coisa são as vacinas antigas e com provas dadas, outra coisa são as injecções que querem dar às pessoas na base da chantagem.
        Que raio de vacina é esta que tanto a sua aplicação como o cumprimento das regras de protecção prejudicam muito mais do que a própria doença?
        O tempo irá esclarecer, aguardemos.

  6. Exma. Maria Dulce, a DGS a avózinha já disse tudo e o seu contrário. Agora é a vacina especial. Não fui nem quero vacinações.
    Tive Covid em Agosto e um pouco forte. Voltei a ter à 15 dias um positivo fraco que só me infectou levemente a garganta.
    Tenho imunização, porque ando em transportes públicos e vou a espectáculos.
    É uma fraude. Já vamos na 5ª. Conheço muitas pessoas que foram infectadas 2 vezes após vacinas.
    Hoje mesmo um Sr. com 87 anos disse-me que tinha dores numa perna e ficou pior depois da última vacina. Não quer mais vacinas
    Há uns tempos num Hospital de Londres um cirurgião enfrentou o ministro da saúde e disse-lhe; Não quero ser vacinado porque acabarei por ser vacinado mensalmente. Ninguém na minha casa é vacinado.

    1. As vacinas aqui eu causa, para além da da Covid, que ainda não faz parte do pacote, creio serem as do PNV, que todos tomámos quando éramos crianças e que nos ajudam a combater as armas mortíferas da natureza, como a tuberculose a varíola, a poliomielite, etc. Nesta vertente é deixando a vacina ao critério de quem a quiser tomar, eu som 100% pela vacinação. A minha filha mais velha sobreviveu a uma meningite, e só que passa por estas situações é que sabe dar o valor e agradecer a descoberta da vacina contra este mal, por exemplo.

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