
Celebra-se a 22 de Junho O Dia Nacional da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-religioso
“Comemora-se hoje o Dia Nacional da Liberdade Religiosa e do Diálogo Inter-religioso, instituído pela Resolução da Assembleia da República n.º 86-A/2019.
Partindo de uma proposta conjunta da Comissão da Liberdade Religiosa e do Alto Comissariado para as Migrações, na qual se sublinha que «a liberdade religiosa é um elemento fundamental para a existência de verdadeira dignidade na condição humana e para a concretização dos direitos humanos», esta iniciativa foi prontamente subscrita por todos os deputados.
Os princípios da separação e da não confessionalidade do Estado, com consagração constitucional e legal, têm sido o garante da liberdade de consciência, de religião e de culto, mas também da cooperação e do diálogo inter-religioso.
Não por acaso, Portugal é, reconhecidamente, um dos países com menos restrições à liberdade religiosa em todo o mundo.
Com este dia, pretende-se assinalar a importância fundamental destes valores e destas práticas e contribuir para uma consciência mais viva de toda a sociedade sobre o lugar central que ocupam na sociedade democrática e tolerante que queremos ser, como se afirma no projecto.”
O povo é tolerante. A intolerância não começa nas bases, começa nas cúpulas. Judeus e árabes coabitavam pacificamente na Palestina nos anos anteriores à II Guerra Mundial. Depois soprou da Europa o vento da política mascarada de religião e nunca mais se entenderam.
E ambas as partes têm razão.

Celebra-se hoje O Dia Mundial do Carocha
“22 de Junho é o Dia Mundial do Carocha, um dos modelos mais icónicos de sempre da Volkswagen. Mas porquê este dia? Tudo começou em 1934 quando a Associação Nacional da Indústria Automóvel Alemã e Ferdinand Porsche assinaram um acordo de desenvolvimento de um carro que tinha como principal missão tornar-se acessível para o povo alemão. Tornou-se um dos carros mais vendidos de sempre da marca alemã e é um verdadeiro ícone da indústria automóvel.
Foram produzidos 21 milhões de carochas entre 1938 e 2003, ano em que foi substituído pelo New Beetle, modelo que esteve no activo até 2011. A última geração, denominada Beetle, terminou produção em Julho de 2019.”
O meu pai trabalhava na Guerin, na altura a representante da Volkswagen em Portugal. O primeiro carro que tivemos foi um carocha azul claro, de fraca memória, seguido por outro Carabidae cor de areia, com uma abertura pequena no tejadilho. Neste último fizemos inúmeras viagens: as recorrentes e quase mensais a Nandufe, meia dúzia ao Gaviãzinho, e várias semanas de um Verão ameno pelo Alentejo e Algarve. Depois veio a Variant, a viagem à Alemanha e Holanda. Regressámos ao Carocha cor de areia, no último modelo da altura, o dos “pára-choques altos” que nos levou a Andorra, sul de Espanha e Marrocos, sempre com a grade de transporte no tejadilho, sempre com os apetrechos de campismo. O que o meu pai fazia caber naquele carro era na verdade inacreditável. Depois chegou o Golf, que veio para ficar. O meu irmão, seguindo a tradição familiar, também começou com um carocha. O meu pai dizia que era o melhor carro da marca, e foi talvez por isso imortalizado pela Disney no célebre Herbie, o n.° 53, um carocha dos diabos. “Dirty Grandpa” e o seu carocha cor de rosa, Footloose, Pretty in Pink, Happy Gilmore, e, como não podia deixar de ser, Bumblebee, tiveram o Carocha como co-star.


não sou crente
nesta republiqueta o laicismo chama-se anticlericalismo.
Inveja do ‘comício’ dos Padres em Fátima.
minha 1ª mulher teve um VW carroçado em Itália
eu tinha um Fiat 850 comprado em 2ª mão.
depois do 25.iv em 7 Rios e dia de chuva, uns operários disseram ‘o camarada não saia que nós empurramos’
Parece que o Fiat não era muito de fiar
Melhor dizendo, o Fiat não era muito de fiatar.
Quer dizer que eu fui colega do seu pai. Acompanhei a época áurea do VW carocha, com record de 1º. lugar de vendas, chegando ao cúmulo de em cada dez carros que passavam na Avenida sete eram VW. E como as escolas de condução tinham VW na instrução, os novos condutores escolhiam o carocha, e como carro alemão tinha um excelente motor, sóbrio em acabamentos e a preço base muito competitivo.
Como curiosidade, o primeiro VW carocha foi aprovado pela Dir. de Viação em Abril/1950 para ser vendido por 45.000$00. Mais tarde, 1957-60 já eram muito mais baratos custando 25.000$00 e em 1971 60.000$00. No tempo das férias era ver vários carros parados na estrada a “suar e cheios de sede”, como o VW tinha refrigeração a ar não sofria desses afrontamentos e nunca se viu nenhum empanado.
Até à data, todos os carros da família foram VW. Acho que o meu pai iria ficar contente por continuarmos a tradição de apostar numa excelente marca.
Agora com o revival, os carochas já não estão a preços competitivos, mas tivemos um Golf mais de 10 anos, cujo único problema foi uma porta de trás que de vez em quando bloqueava.
Embora trabalha-se na marca, só o primeiro foi VW mas mantive sempre carros alemãs.
Que diga-se em boa verdade, são os melhores.
Quando havia Rally de Portugal, o meu pai tinha lá os Audi em exposição e trouxe um dia um dos carros do Walter Röhrl ( que seguramente não era dos da corrida) . Foi uma alegria da gente nova lá do sítio, um Audi de rally todo artilhado.
Depois deixou-me no trabalho. Boas recordações
VW foi o meu primeiro carro, era um 1300 S com jantes especiais, volante de corrida, farois de longo alcance nos pára choques, vermelho e com teto forrado de napa preta. Era um espectáculo, parecia uma chaleira a trabalhar. Já lá vão quase 50 anos. Ainda hoje a recordação é uma nostalgia. Imagine um puto com 18 aninhos e um maquinão daqueles nos anos 70. Como dizia o Herman, eram paletes de “gajas” só a olhar para o carro.
Vermelho e negro era assim a modos que gótico/ vampírico, mas que era chamativo, nem se fala!
“Judeus e árabes coabitavam pacificamente na Palestina nos anos anteriores à II Guerra Mundial.”
Há cada fake news por aqui.
Temos amigos em Israel cuja família está por lá desde os primórdios do séc XX. Contam que formaram e ajudaram a construir os primeiros kibutzim. Havia aldeias árabes próximas e davam-se todos bem. Ainda mantêm amizade com os descendentes dessas famílias.
Vou ligar para eles e chamar-lhes mentirosos porque o sr Lucky acha que sim.
Então não existiram os massacres de 1929 a revolta árabe de 1936, mais o Mufti…. n_massacre
https://en.wikipedia.org/wiki/1929_Hebro
1. Eu não escrevi que houve sempre paz nem em toda a Palestina. Escrevi Judeus e árabes coabitavam pacificamente na Palestina nos anos anteriores à II Guerra Mundial. Acontece ser verdade.
2. Hebron aconteceu por incitamento com base naquilo a que se chama agora face news. Não havia um estado de guerra.
3. A Revolta árabe 36/39 foi contra o domínio britânico.
Responder por alíneas é muito idiota
Tive o meu carocha, também – foi o meu segundo carro. Vivemos juntos até eu emigrar. Foi uma relação “adulta”, desapaixonada.
A malta nova ” daquele tempo” gostava dos seus pequenos carochas, mas ansiava por grandes ” espadas” jpt. Agora com a falta de estacionamento nota-se uma brutal ” inversão de marcha “.
O Herbie foi o primeiro filme que fui ver ao cinema. Inesquecível. Fomos, eu e minha irmã, pela mão do meu pai. Lembro-me que ainda não sabia ler pelo que passei o tempo todo a pedir a tradução dos diálogos! Pobre pai…