No dia 11 de Julho celebra-se O Dia Mundial da População

“Foi a 11 de Julho de 1987 que o contador mundial de população chegou aos cinco mil milhões de pessoas, inspirando a ONU a criar este dia em 1989.
Estima-se que a evolução da população mundial registe um aumento anual de 75 milhões de pessoas. Quanto à distribuição, a maior parte encontra-se na Ásia, com a China e a Índia no topo dos países mais populosos do mundo.
O objectivo deste Dia Mundial da População é alertar para o planeamento e o desenvolvimento populacional e encontrar soluções para tais questões, quando muita gente não tem acesso a cuidados de saúde, por exemplo. Outro problema sério é a escassez dos alimentos, sendo a sua distribuição desequilibrada, com abundância nos países desenvolvidos e carência nos países subdesenvolvidos. A poluição, as epidemias e o uso de contraceptivos são outros temas relacionados com a população mundial abordados pela ONU nesta data.
Este dia realiza-se anualmente à volta de um tema específico. Através da consciencialização proposta nessa data espera-se auxiliar as mulheres a planear as suas famílias – o que consiste num direito humano – e, assim, prevenir milhões de nascimentos.”
O mundo está superpovoado. Muita gente, gente que come, que bebe que dejecta, que produz detritos. Estamos há demasiado tempo a mamar na teta da Terra em que vivemos, a hauri-la até à exaustão, sem nada dar de troca. Escravizámos o mundo e, como um cão farto de maus tratos, o mundo tende a virar-se contra a mão que o açoita, porque os chamados (e desvalorizados) desastres naturais estão directamente ligados ao efeito das acções humanas sobre os elementos.
Esta semana estive no Quake.
O Quake é um novo e fantástico museu interactivo em Belém onde podemos experenciar terramotos violentos, estudar e aprender suas causas, consequências e em alguns, subsequentes tsunamis. Falo de S. Francisco em 1906 e Tohoku em 2011. Somos depois convidados a viajar no tempo até 1755 e aí, no meio de uma rua estreita da baixa de Lisboa, somos chamados para a missa de Todos os Santos e sentir durante uma eternidade de 6 minutos (o tempo em que se rezam 10 Avé Marias, segundo os Inquéritos do Marquês) toda a violência do terramoto e sobreviver às suas consequências, desde o fogo ao tsunami que se abate violentamente sobre uma cidade que se tenta erguer por entre os escombros ardentes. É difícil pôr em palavras, mas é uma experiência que aconselho vivamente.
Aquelas fantásticas quase-duas-horas deram-me muito que pensar sobre a imprevisibilidade dos sismos, mas também sobre uma provável ou improvavel ligação entre experiências nucleares, por exemplo, e abalos sísmicos.
As experiências que abalam a terra até ao seu núcleo, podemos controlar, os sismos não. Sabemos que hão-de chegar, não sabemos onde, nem quando, nem quantas vidas vão ceifar quando fizerem a terra tremer, principalmente se os epicentros se localizarem numa zona propícia a que a onda sísmica possa atingir grandes centros populacionais.

No dia 11 de Julho celebra-se O Dia de S. Bento
“São Bento de Núrsia nasceu em Itália (Benedito da Nórcia) em 480, tendo como irmã gémea Santa Escolástica. São Bento é considerado o pai do monaquismo. Depois de viver vários anos como eremita, foi eleito abade e viveu num mosteiro em Itália entre monges que tentaram envenená-lo perante a vida exigente que ali havia instaurado.
São Bento seria o fundador do mosteiro do Monte Cassino, onde escreveu as regras que os verdadeiros monges deviam seguir, inspirando outras ordens religiosas. Foi ainda fundador da Ordem dos Beneditinos, uma das principais ordens monásticas do mundo.
Pelo seu contributo à civilização europeia, o Papa Paulo VI declarou São Bento como o padroeiro principal da Europa, em 1964.
A sua festa litúrgica realiza-se todos os anos a 11 de Julho assinalando-se a data da trasladação das suas relíquias para a Abadia de Saint-Benoît-sur-Loire, em França.”
Eu também sou Bento, por isso presto homenagem a este santo que tenho no nome. Penso de que modo se celebrará S. Bento em S. Bento. Será feriado em S. Bento no dia de S. Bento? Saberão eles, os de S. Bento, que hoje é dia de S. Bento? Quando em S. Bento pedincham à Europa, seguramente sabem que S. Bento é o seu santo padroeiro, por isso conclui-se que em S. Bento pedincha-se a S. Bento. Se há crise em S. Bento, é sempre S. Bento que lhes vale.
Nós, os que pagamos a crise e que expiamos o que se faz em S. Bento, faríamos bem em rezar a S. Bento para que S. Bento não nos vá de novo ao bolso.
(Imagens Google)

“(…) o Papa Paulo VI declarou São Bento como o padroeiro principal da Europa, em 1964”.
Em Portugal, por via do Santuário que aqui existe: S. Bento da Porta Aberta, pode-se dizer que é o santo padroeiro das correntes de ar.
Com este calor, impõe-se rezar a S. Bento, António. Conheço S. Bento. Sempre que vamos a Vila Verde, faz parte das voltinhas para matar saudades.
É melhor não misturar os santos. São Bento é São Bento, São Pedro é São Pedro.
Quer um ar mais fresquinho reza a São Pedro faz favor.
Está mais do que provado que as suas competências não incluem correntes de ar.
a Terra, como organismo vivo, tem o seu ritmo próprio.
a última glaciação teve mão humana?
de São Bento conheço a reconstrução de Monte Cassino destruído pelos gringos após um estágio de 10 meses a sul do rio Volturno.
o mosteiro de S. Bento da Saúde tornou-se sede dum grupo de farsantes.
Não entulho as glaciações não tiveram mão humana, mas as ” desglaciações” têm e muito.
A massa glaciar tem desaparecido assustadoramente nos últimos anos e isso não se deve às idiossincrasias da Terra.
Eu Conheço ainda melhor o Palácio de S. Bento…
conheço os argumentos dos lobis e as suas falsificações.
quando em 57 a nível internacional iniciei a carreira de investigação científica, a 1ª informação que me foi dada (só é possível tirar conclusões quando se altera uma variável de cada vez)
57… isso é um bocado antes das glaciações, não é?
Haha, deve ser por isso que a TerraVerde é chamada de TerraVerde apesar de estar coberta de gelo e neve hoje..
“O mundo está superpovoado.”
Onde está prova?
“O Dia Mundial da População celebra-se a 11 de julho. Foi a 11 de julho de 1987 que o contador mundial de população chegou aos cinco biliões de pessoas, inspirando a ONU a criar este dia em 1989 e a comemorar anualmente esta efeméride a 11 de julho”.
Ora se há cerca de 35 anos éramos 5 biliões, e hoje somos quase 8 biliões e com gestações longas, significa que somos ratos, a comer que nem gafanhotos.
Sei que estou a ser picuínhas mas somos quase oito mil milhões. Ou oito “billions” mas, neste caso, não me parece curial.
Somos muitos e muito poucos a fazerem muito por todos. Todos estragam e só alguns produzem. Qualquer dia os recursos naturais necessários à vida como a água, por exemplo, esgotam-se. Cada vez há mais calor nos meses secos e mais frio nos meses invernosos, mas de chuva muito pouco ou nada. A desflorestação é uma realidade. O Efeito de Estufa também. O céu está cheio de lixo. O mar está cheio de lixo. Não pensa ser normal ou sensato pensar qual o futuro que vamos deixar para os nossos netos? A Terra tem tendência a regenerar-se, é certo, mas até que ponto conseguirá recursos para tal?
O que para aí vai. Já Malthus tinha previsto a fome mas a revolução verde, os adubos, multiplicaram a produção agrícola. Claro que à custa de qualidade e hoje andamos todos com alergias praticamente desconhecidas há meio século. Brevemente iremos sintetizar proteína e a maior parte das vitaminas, depois a agricultura apenas terá de produzir uma qualquer palha para nos encher os estômagos e fazer funcionar os intestinos, ficando livre para a produção de álcool, bio-diesel e, finalmente, de fibras com que fabricaremos o vestuário, substituindo assim os combustíveis fósseis.. Claro que os cancros vão aumentar mas as técnicas para eliminar células neoplásicas está e vai continuar a evoluir. Bife, só para os muito ricos e apenas como sub-produto do leite. Isto enquanto os ocidentais não perceberem que leite de vaca é excelente para os vitelos. Aliás espanta-me que as mulheres, principais interessadas e tão, tão activas na expressão de direitos, quotas inclusivas, arco-íris fantasiados, etc., ainda não tenham observado que as chinesas, que só bebem leite de soja, quase desconhecem o cancro da mama.
No futuro, teremos dois diferentes circuitos de água ou – espero que não – a água para beber e cozinhar será toda engarrafada. Água de rega, será maioritariamente reciclada, incluindo tratamentos de esgotos domésticos para o que terão de desaparecer as lixívias e os produtos de limpeza que as senhores adoram pendurar nas sanitas, eliminando as bactérias que, sem isso, permitiriam a utilização do conteúdo das fossas sépticas.
A aquacultura ainda se irá expandir e existirão “quintas” marinhas, exploradas criteriosamente com população constante e onde, também criteriosamente, serão aproveitados dejectos e sobras orgânicas. Sem voltar ao banho bianual medieval, nem sequer ao costume, ainda meu contemporâneo, de fixar o Sábado para tomar banho e cortar a barba, suspeito que teremos de refrear este círculo infernal de passar meio dia a desengordurar o corpo com lavagens e produtos avançados, e outro meio dia a aplicar cremes hidratantes caríssimos para repor a gordura que a pele necessita .
Artefactos, incluindo automóveis e aviões, serão cada vez mais construídos com materiais recicláveis. Depois, teremos a grande revolução da dimensão. Perdeu-se o ímpeto do “small is beautiful” e o mundo sucumbiu ao disparate dos SUV. Mas a ideia ainda anda por aí. nos transístores, em quase tudo o que é electrónico. Mas o “grande salto em frente” será a nanotecnologia. Um painel solar de um por dois centímetros nessa nanotecnologia consegue produzir a mesma energia que um tradicional de um por dois metros. Claro que, por enquanto, o custo é exorbitante e impraticável. E, pormenor que não agradará muitos palatos – refiro-me ao céu da boca e não à terra rara com o número atómico 64 – a investigação em desenvolvimento, está na Arábia Saudita. Que, aliás, partilha com os israelitas a cabeça da técnica de destilação de água salgada. Temos um viticultor, ex-banqueiro, com a adega mais avançada na poupança de água e que periodicamente brama não perceber porque é que Portugal não avança com a dessalinização, dadas as situações do Algarve e Alentejo. Mas, claro, há quem saiba melhor que a salvação do país serão os aumentos de 10 euros nas pensões e o aumento da inclusão do RSI e não dar água às pessoas e à agricultura, até porque, ambas, são esbanjadoras q.b..
Numa perspectiva mais fantasista ou apenas mais afastada, o excesso populacional poderá emigrar para outros planetas entretanto descobertos. Quando Deus entregou o mundo ao homem, não estaria a limitá-lo a este planeta. Pessoalmente, não sinto a menor apetência por viagens espaciais mas, confesso, uma das minhas fantasias recorrentes, é poder fazer uma lista das pessoas a embarcar.
Pode estar a expor soluções que acredito sejam viáveis numa dezena de anos, mas nem por isso deixa de dar razão ao que escrevi. Quando for escrever a sua lista de embarque, diga, que gostaria de acrescentar meia dúzia de nomes.
Tenha uma noite tranquila.
Penso que a tradução correcta do nome em português seria Benedito.
Por alguma razão falamos de monges beneditinos e não de monges bentinos.
Enfim, também, traduzimos Elisabeth por Isabel quando existe a Elisabete portuguesa.
Para terminar dizemos que a mulher/esposa do Manuel é a Maria, está -se mesmo a ver que será a Manuela e o homem/esposo da Maria será o Mário. Não pretendo com isto ser moralista, por mim, podem engalfinhar-se uns com os outros como quiserem, o Mário com o Manuel e a Maria com a Manuela e podem dançar o swing se lhes aprouver.
(desviei-me um pouco do Bento/Benedito, eh, eh, eh)
Pois, não foi lá muito católico, mas deu para entender.
Bento/Benedito não se trata de uma má/boa tradução, trata-se do latim popular e do latim erudito. O grande filósofo holandês Espinosa, judeu sefardita de origem portuguesa, chamava-se Baruch, Benedictus ou Bento conforme assinasse em hebraico, latim ou português línguas que ele dominava.
Isabel ou Elizabete, ambos os nomes são de origem hebraica de Elisheba, que traduzido pela primeira vez em grego deu Elisabet, depois, por tudo o que fosse hebraico não podia ser, arranjou-se apelido/diminutivo Isabel, Isabella, Isabelle parecido como ao que damos Dani a Daniel.
A nossa Rainha Santa Isabel, era Isabel popularmente já nos registos oficiais era Elisabetha.
Evidentemente tudo isto é salvo melhor opinião.
A população é como se está para ai virado: vamos morrer de fome com tanta gente ou com menos filhos não há gente para trabalhar.
A última grande alteração climática, um pouco parecida a glaciação, foi o fumo do violento incêndio nos Apalaches durante vários anos que causou graves problemas agrícolas na Europa, incluindo a própria Revolução Francesa. Reparemos nas pinturas da época que todas nos davam gente a patinar ou em ambiente gelado.
Os Apalaches não são na Europa! Os EUA deviam então ter congelado, não?
Sim, os ventos empurram o fumo para a Europa criando uma pequena idade do gelo.
Este ponto de vista é histórico e argumentado por várias pessoas.
Isso não teria acontecido devido ao Mínimo de Maunder?
os desastres naturais estão directamente ligados ao efeito das acções humanas sobre os elementos
Quer a Dulce dizer que os terramotos são causados pelo efeito das ações humanas sobre a Terra, e que é por haver demasiados seres humanos que surgem terramotos?
Cá em portugal é desde 1755, Balio…
Já imaginou TODA a população mundial a dançar flamenco ao mesmo tempo ?
Certamente que desequilibravam o eixo
de rotação do planeta.
Ou provocariam um violento terramoto, ou a erupção do vesúvio ou se todos mexessem os braços ao mesmo tempo poderiam criar o célebre Butterfly Effect e acontecer um tornado de grau 6 na Cova da Moura, por exemplo.
🙉 que horror!
O melhor é andarmos todos muito tranquilos
e evitar os gestos bruscos .
Walk on the Earth and take care
Exactamente
Agora percebe-se a razão do grande tremor de terra de 1909 em Benavente e noutras terras Ribatejanas, povoando cerca de 50 mortos e mais de 80 feridos.
Calhando, houve um grande festa com muitos campinos a dançar o fandango.
Está a ver a tragédia que poderia ter sido? Está mais que provado que Les Danseuses são catastróficos!
Cada vez mais Culto de Carga e angst existencial estas pessoas do centrão extremista como a Dulce. Já só faltam o apelo a sacrifícios humanos e o circulo fica completo.
Ah pois claro! Vamos matar neles, comunas primeiro, que são os gafanhotos do pensamento.
Deixe lá os comunas extinguirem-se de forma natural e aponte as espingardas aos discípulos do beato Anacleto.
Sim, afinal alguns elefantes pré-históricos verificaram-se anões, do tamanho de burros.
Li algures hoje que há por volta de 8.000 milhões de almas.
“A população global terá população total de 8,5 bilhões em 2030; 9,7 bilhões em 2050; e 10,4 bilhões em 2100”.
Se todos consumirem e só alguns produzirem a Terra não será suficiente, Maria.
Dizem que o sr. Elon Musk vai resolver o problema mas que antes ainda compra o Twiter
“O” problema são tantos! Vai resolvê-los todos com a compra do Twitter, será? Passamos todos a tweetar alimentos uns aos outros.