Por isso decidi recordar esta pérola:
“Chego a concordar que a Censura é uma instituição defeituosa, injusta, por vezes, sujeita ao livre arbítrio dos censores, às variantes do seu temperamento, às consequências do seu mau humor (…). Eu próprio já fui em tempos vítima da Censura e confesso-lhe que me magoei, que me irritei, que cheguei a ter pensamentos revolucionários.”
António de Oliveira Salazar em entrevista a António Ferro (1933)
(Citado em A Censura na Iconografia e na Caricatura Portuguesa – Humorgrafe/Museu da República e da Resistência 1997)
Iniciei hoje, aqui, uma série de posts sobre a censura do livro no Estado Novo.

“Eu próprio já sou, como sabem, vítima da liberdade de imprensa e confesso-lhe que me magoei, que me irritei, que cheguei a ter pensamentos revolucionários”.
José Sócrates, PM de Portugal, 2009.
tá quase quase a passar à clandestinidade
Então Carlos, essas palavras foram proferidas logo no início, depois o senhor foi influenciado.
É no que dão as más companhias.