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Industrializados, nós!!!
O que não é, obviamente, a mesma coisa…
Nem pouco mais ou menos.
Obviamente que todos os aspectos referidos revelam insuficiências graves e mesmo uma grande alienação de valores importantes, dos tempos que vivemos. Contudo, o processo civilizacional, com os seus altos em baixos, no geral, tem sido um processo ascensional no sentido da construção da “nossa Humanidade”. Obviamente que, embora em todo o mundo hoje seja dia 7 de Outubro de 2009, nem todos vivemos o mesmo tempo histórico. Mas isso são contas de outro rosário.
Estes alertas são muito importantes para que, cada um, nos vários níveis em que actua, continue a lutar contra a barbárie…
:))
Claro que, em muitíssimos aspectos, estamos melhor do que há milénios ou mesmo séculos, Maria do Sol. Isso é inegável. Mas, ao ler conclusões e estatísticas tão arrasadoras num relatório tão insuspeito como o da Unicef, sobretudo como a primeira que destaco, pergunto-me como é possível que nos consideremos a salvo da barbárie e que enchamos a boca com uma suposta “civilização” que tem tanto ainda para aprender. Na época de tanto deslumbramento tecnológico – sem dúvida importantíssimo – tenho às vezes a sensação de que a humanidade não evoluiu grande coisa nos aspectos fundamentais.
Claro Ana. Estou completamente de acordo consigo. O que eu queria era, apesar de tudo, realçar a Esperança… E, de certo modo, remeter também para a esfera individual esse combate incessante contra a barbárie. É que, como bem sabemos, o impulso que leva o Ser Humano às realizações mais elevadas, é da mesma natureza do que o leva ao disparate e o puxa para a chinela.
:))
Foi um momento de desânimo e de indignação, Maria do Sol. Concordo consigo: manter a Esperança é fundamental, e só poderemos avançar acreditando que ela é possível…
🙂
Um beijinho Ana.
:)))
Outro!
🙂
É horrível, Ana!
Talvez as coisas melhorem quando chegarmos a «Homo Sapiens Sapiens»…
Estas revelações são assustadoras, Luísa. Mas quero acreditar que um dia seremos mais “homo humanus” do que “homo animalis”, passe a liberdade do latim de trazer por casa.
Quando leio que 24 trabalhadores da France Telecom se suicidaram, por não aguentarem a pressão, faço a mesma pergunta. Será isto o progresso?
Não, não pode ser isto o progresso.
É uma indignação permanente, sobretudo os dois primeiros tópicos, que me dá vontade de suplicar aos nossos jornalistas, sobretudo das televisões, que façam eco destas indignações d i a r i a m e n t e.
Por favor, copiem nisto as televisões espanholas, nomeadamente a TVE, que não larga o osso no que toca a estas indignidades e também outra: a violência doméstica.
Bem hajam.
Os dois primeiros tópicos referem-se aos países ditos “civilizados”, o “primeiro mundo”. Por isso nos tocam de perto e nos envergonham mais ainda…
Arrepiante.
De facto, se estes indicadores reflectem a “nossa” “civilização”, então que venha a Barbárie…