Inté!


Teresa Ribeiro,

Enquanto à esquerda se argumenta que nem preenchemos as quotas para imigração e à direita se acende o rastilho da xenofobia, eles fazem as malas. Portugal já não é solução para uma boa parte dos que vieram à procura de uma vida melhor.

21 comentários em “Inté!”

  1. Acho estranha esta debandada. Então o ministro Manuel Pinho não anunciou aos quatro ventos que a crise acabou? E o cabeça de lista do PS às europeias não acaba de anunciar que o ‘rendimento disponível’ dos portugueses aumentou no último ano? É pena que todos esses imigrantes não dêem ouvidos a tão ilustres pensadores.

  2. Recordam-se da emigração portuguesa, para França e Alemanha nos anos 60 ?
    Pensem que a França ou a Alemanha tinham entrado em recessão nessa altura…
    Pensem, mais recentemente, no “canalizador polaco” em França…
    Pensem, actualmente, no trolha português em Espanha…
    Não brinquemos!
    O Manuel Pinho não tem nada a ver com isto…
    Sejamos correctos!
    Para Moura Guedes já nos chega a TVI…

      1. Nem toda a gente pode ser brilhante no discurso.
        Mas, já agora indique-me , do passado, um ministro da economia que tenha trabalhado tanto, face às condições adversas, como este homem.
        Governar, finanças e economia com dinheiro é fácil, é só aplicar. Sem ele, é um problema.
        Diga-me um que, em condições adversas, desse a cara como a Manuel Pinho dá.
        Ser socialista ( ou social-democrata verdadeiro), embora tenha sempre trabalhado em empresas capitalistas (?) não é traição de classe. Parece que é isso que não lhe perdoam.
        O ter sido professor nos States , ter sido administrador do BES , não obriga a que as suas convicções sejam de direita.

            1. Faça a sua pesquisa. Referi-me a Manuel Pinho e não entrei em comparações. Posso acrescentar-lhe, se quiser, que as grandes competências se aferem nos momentos difíceis.
              Se lhe servir, lembre-se que não é pelo facto de outros carros não terem sido multados no mesmo lugar que o meu carro deixa de estar em contravenção.

            2. Peço desculpa J. Carvalho, mas quem solicitou a indicação de um nome fui eu. Deste modo a pesquisa é sua e não minha.
              E fácil transformar uma resposta em pergunta. Comigo, no entanto, não resulta.
              Fiz-lhe uma pergunta. Se quiser responda. Se não quiser ficamos por aqui no que respeita a este assunto.
              Saudações.

            3. Como já disse, procure a resposta por sua conta. Aqui, interessou-me falar do actual ministro da Economia. Falei. É tudo, quer resulte para si, quer não resulte para si.

    1. M. Coelho: referi um facto iniludível. No final de 2006, o ministro da Economia garantiu que a crise tinha acabado em Portugal. Precisamente na altura em que a crise iria começar. Um ministro destes não pode ser levado a sério. E já não devia estar no Governo há muito tempo.

            1. Entendido. O seu discurso preferido é o cinzento. Nem tanga, nem oásis. Nem carne, nem peixe. Nem chuva, nem sol. Cinzento, parecido com nada para ser coisa nenhuma.

              A menos que estivesse a falar verdade antes de reflectir: Manuel Pinho declarou o fim da crise quando a crise começava e o meu amigo aplaude. Enfim, há gente para tudo. E que come tudo o que lhe dão.

    2. Nós como pais de emigrantes,acho que o nosso pais deve ajudar no acolhimento dos emigrantes, mas com a crise do desemprego e a economia em baixo até os nossos desempregados estão a ir à procura de melhores condições de vida.pois aqui já não está fácil.E agora com as fronteiras abertas já podemos livremente circular de pais em pais para tentar melhorar a vida.

  3. O que daqui se tira, é que Portugal é um país que não proporciona êxito a ninguém. Apenas EXIT, isso sim!

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