O Público, ao contrário do que é habitual, presta um serviço honesto no seu site, proporcionando indirectamente uma boa reflexão, com vista à explicação do porquê de os mais recentes índices internos não serem animadores.
Atente-se:
– "Caterpillar dispensa 20 mil trabalhadores "em ano muito duro"";
– "Home Depot dispensa 7 mil trabalhadores e fecha lojas na Expo";
– "Phillips vai despedir 7 mil trabalhadores e encerra fábrica em Portugal";
– "Crise financeira leva ING a despedir trabalhadores e presidente";
– "Corus despede 3500 trabalhadores com maior impacto no Reino Unido";
Pergunto às mentes economicamente mais iluminadas: se esta é a conjuntura internacional do momento, é suposto em Portugal acontecer o quê? Redução da taxa de desemprego?

Precisamente – redução da taxa de desemprego.
Era o que faria Manuela Ferreira Leite sob recomendação de Pacheco Pereira e Rui Machete.
E o beneplácito de Ângelo Correia e Pedro passos Coelho.
A coisa ’tá preta!
Stop TGV. Stop Aeroporto.Stop Socrates.
Stop dreaming.
Hehehe…
(Tenho um modesto comentário esquecido lá para baixo…)
Ele já não se lembra. Mas anda mais calmo, o meu central de marcação!
Referia-me ao teu ‘orgulhosamente só’, André. Temos de trazer o TGV mais para cima. Vou tentar fazê-lo, pegando no tal comentário.
Feito.
Diz que na Venezuela, onde o nosso Sócrates conta com um grande amigo, os índices sobem à beça. Os índices de Magalhães.
Pensei que sendo um dos problemas do País a baixa nas exportações, que iniciativas e promoções como a feita com o Magalhães seriam de louvar. Afinal parece que não. Gostava de saber qual a opinião das quase 150 pessoas que passaram a trabalhar no seu fabrico. Certamente que o desemprego seria melhor…