
De acordo com este Ministério da Educação, só há escolha para quem pode pagar mais de 500 euros por mês. Onde já se viu, pobres a querer frequentar uma escola não-estatal! Pobre não escolhe, obedece à República.

De acordo com este Ministério da Educação, só há escolha para quem pode pagar mais de 500 euros por mês. Onde já se viu, pobres a querer frequentar uma escola não-estatal! Pobre não escolhe, obedece à República.
Não me parece admissível que o reeleito PR, depois de tomar posse, continue a assistir impávido ao desvario governamental em áreas-chaves, como as da Educação e da Justiça, para já não falar nas da Economia e das Finanças. Ou continuará?
pois. não sei.
Não me diga que as criaturas que estão assinaladas são a menina alçada e o menino ferro, quando jovens!
exactamente.
Mas também não são só os pobres que frequentam as escolas do Estado: existem (ou existiam) professores muito qualificados no ensino público. O ensino particular tem igualmente aspectos negativos, sobretudo no que diz respeito à falta de exigência por parte dos professsores no cumprimento rigoroso das tarefas diárias que incumbem aos alunos.
Eu sou aluna da escola pública, porque havia escolas perto de minha casa. Tenho o maior respeito pelos professores; alguns dos que tive foram fundamentais na minha formação.
Claro que há problemas, mas se os colégios com contrato de associação violam o contrato, o ministério tem bom remédio: anula o contrato. Estamos a falar de escolas que substituem o Estado, como na Arruda, onde não há escola pública.
Nesta até eu gostava de ter andado. Tanta gaja! Resmas delas e só sete murcões!
Sete? Cinco. Só contei cinco. E miúdas são 10, mais a professora, que nesta aritmética não conta. Duas garinas para cada murcão. Oh, oh, bem bom.
Quem quer colocar os filhos no ensino privado, como eu, tem que pagar.
Vergonhoso, é ver no colégio dos meus filhos, alguém chegar de bmw, roupas de marca e depois paga 1/4 do valor da mensalidade porque o estado comparticipa o resto.
não é tudo a mesma coisa. há sítios onde não há escola pública. é normal que o estado financie a oferta local, para compensar a falta da escola pública. e de acordo com as contas da ocde até sai mais barato, por isso a solução deveria ser mantida.
Resta saber quantas, Ana Margarida. Há situações escabrosas e somos nós que estamos a ‘financiar’ os bolsos de alguém. Com os 13 milhões de euros que um colégio aqui perto recebeu do Estado teria feito uma escola nova ou duas…
Leonor, se uma escola recebeu dinheiro indevidamente, a inspecção do Min.Ed. deveria actuar. Eu sou completamente a favor de accountability, transparência e por aí fora. Todo o dinheiro tem de ser avaliado, em função dos objectivos e demais critérios.
Eu não disse que era indevidamente. A questão é que com esse dinheiro construir-se-ia uma escola de raiz, não tem sentido o Estado financiar um colégio privado assim nem, sequer aqui nesta zona. Privado é privado, público é público.
concordo totalmente com o que foi dito pelo António Cunha e pela Leonor Barros. Andei em colégio particular e tive de pagar para lá andar. Esse “tom” irónico do “pobre não tem escolha” parece-me desnecessário. Pobre tem sorte de estar num pais democrático com educação obrigatória e gratuita…existem países em que pobre não só não tem escolha como não tem como estudar. O ensino particular é um negócio que o estado não tem que sustentar. O ensino particular é um luxo, como a roupa de marca ou o BMW e o que pobre não pode ter segundo a sabedoria popular) é vícios Devem lutar pela abertura de escolas públicas na sua área de residência, e devem exigir ao estado que parem de pagar aos colégios e as abra. Mas não devem exigir o direito ao ensino particular. E os colégios deviam ter estado neutros neste debate…vocês montaram um negócio e devem arranjar clientes para o manter, se esse cliente não for o estado, procurem novos. As pessoas que tem de pagar para frequentar os colégios privados quando não tem resposta pública na zona são as únicas que se podem queixar.
O nosso PM que abra escolas. Os colégios que deixem de depender do estado. E os alunos que se manifestem pelo ensino público (que como já referido tem muitos aspectos positivos) e que se deixe dos luxos dos privados.
Olha a desfaçatez dos “campônios”!!, não é Ana??