Os cookies necessários ativam funcionalidades essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Não armazenam dados pessoais.
Nenhum
Os cookies funcionais suportam funcionalidades como partilha de conteúdo em redes sociais, recolha de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
Nenhum
Os cookies analíticos monitorizam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
Nenhum
Os cookies de publicidade entregam anúncios personalizados com base nas suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
Nenhum
Os cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, juntamente com os fornecedores de cookies individuais.
Nenhum
Se puder ser fanchono, melhor.
Cumpts.
Não o conhecia antes de o ver como “Luther”. Faz um papelaço.
Eu não estou nada a favor, Ana. A obsessão do politicamente correcto não pode chegar a este nível de absurdo! A personagem desenhada por Flemming tem um perfil perfeitamente definido, há que respeitá-lo. Este galã pode perfeitamente ser um agente secreto, um herói, o que quiserem, mas não faz o menor sentido chamar-lhe James Bond. Se vier a sê-lo, não pode admirar-se de ficar conhecido por “the black James Bond”, é inevitável.
Black, James Black.