O ministro da Justiça, Alberto Costa, não existe. Sobre o Caso Freeport não abre a boca.
Quem é que vem para a linha da frente abordar o Caso Freeport como se se tratasse de uma questão estritamente política? Os suspeitos do costume: Augusto Santos Silva (Assuntos Parlamentares) e Pedro Silva Pereira (Presidência).
José Sócrates não poderia ser mais claro. As opções falam por si.

Não existe e, pelos vistos, não pensa (ou não lhe é permitido pensar).
Curioso. Fiquei a pensar o mesmo quando ontem li uma notícia sobre a viril reacção do discretíssimo Alberto Costa à condenação de um português à morte na República Popular da China garantindo que Lisboa não abandona os seus cidadãos à sua sorte. Falava no aeroporto de Macau, a poucos minutos de iniciar a viagem de regresso a Portugal.
O cidadão português lá continua, abandonado à sua sorte.
Não havia um personagem da Contra-Informação que tinha o Bobby e o Tareco?
Ministro da Justiça… Alberto Costa…
A Justiça desapareceu.
Alberto Costa anda desaparecido…
Caro Paulo, discordo. A separação dos poderes obriga a que o poder executivo não se pronuncie sobre o poder judicial e o Ministro da Justiça a ultima coisa que deve fazer é falar sobre casos concretos e pendentes nos tribunais. Com tanta asneirada que tem feito (é de longe o pior ministro deste governo), esta seria fatal. Cairía o carmo e a trindade e com razao. Se os restantes elementos (Sócrates, como visado, e Santos Silva como porta voz do governo na questao das pressoes) ainda se compreende que falem, o Ministro da Justiça terá que se remeter ao silencio.
Bom fds.
Embora concorde com o comentário do Ricardo S., não deixa de ser contudo preocupante a total ausência de Alberto Costa nos assuntos que dizem directamente respeito ao seu pelouro e sobre os quais, ou não diz nada ou quando o muito pouco que diz é quase sempre um sussurro entre dentes.