«Lelo voltou a atacar Manuel Alegre afirmando que o poeta-deputado nada tinha dito em defesa de Vital Moreira quando da agressão no 1º de Maio. E disse-o de uma forma escabrosa e irónica chegando ao ponto de afirmar que, "afinal há uma voz que se cala"…
O senhor Lelo perdeu uma grande oportunidade para estar calado porque Manuel Alegre tinha-se pronunciado muito antes no seu site (www.manuelalegre.com) contra as agressões ao cabeça de lista do PS às eleições europeias.»
Este excerto veio daqui e permite concluir: Lelo nem lê-lo, quanto mais ouvi-lo! Se não há quem lhe cale a voz, haja um machado que lhe corte a língua ao pensamento…

Subscrevo o que disse!
Começa a não haver pachorra para aturar os lelos.
Machado não! É muito bárbaro.
Uma fisgada com a pedrita no meio do couro agarrado ás borrachas e com uma mão segura no cabo de madeira e largando a outra que mantinha as borrachas bem esticadas. Já chegava para calar o homem.
Gostei em especial da veloz retratar do acto de utilizar uma fisga. Parabéns!
Manuel Alegre apenas se pronunciou em 4/5 /O9 , ou seja 3 dias depois do acontecido.
José Lello tem razão.
No dia 2 chamei eu a atenção no meu blog para esse caso. E não me chamo Lello nem sou militante do PS.
Como é evidente, remeto-o para o texto original.
Sobra, pois, o meu curto e modesto comentário final, que mantenho.
João Carvalho,
como sempre e com a cordialidade habitual, apenas estamos a propor pontos de vista.
Também não caio de amores pelo Lello mas, daí a faltar à verdade, não admito a última.
Digo até mais.
Se fosse do PS até fazia uma moção para se calarem os dois. Um por falar demais, o outro porque não se cala.
Neste momento político qualquer deles é irrelevante.
Caro João Carvalho
Em primeiro lugar agradecer o destaque a uma grande verdade. Lelo devia estar calado.
M. Coelho não tem razão.
Acontece que à hora em que as declarações de Lelo foram feitas (ontem, 13.55), Manuel Alegre já tinha condenado os incidentes envolvendo o cabeça de lista do PS às europeias, dizendo no seu site que “são incompatíveis com a vivência democrática e devem ser condenados sem equívocos nem ambiguidades”. E acrescentou: “Entendo que não se deve responder a estes condenáveis actos de sectarismo e com generalizações abusivas”
Um abraço
João Severino,
não querendo entrar em polémica, gostava que me dissesse a que horas foi feito o post deManuel Alegre no seu site. É que sendo um seguidor diário do referido site, e pelo facto de eu próprio no dia 2 já o ter denunciado, várias vezes nesse dia e seguintes o visitei, e nada vi, senão no dia 4. e lá não está inscrita a hora.
De qualquer modo o facto não é importante .
O próprio Lello pode nem ter tido conhecimento do mesmo em tempo útil.
O que é importante é que Alegre, por qualquer razão, que até pode ter sido táctica, levou três dias a pronunciar-se o que. para um homem tão frontal como é, custa a conceber e daí a crítica.
Caro João Carvalho, afirmo aqui desde já sem margem para ambiguidades que votei em Manuel Alegre nas presidenciais. Mas não compreendo que demore três dias a pronunciar-se sobre uma agressão totalitária cometida pela clandestina brigada brejenev ao serviço da cgtp e do pcp . Bastava seguir o exemplo de dignidade de Saramago, mas foi calculista e ambíguo e na minha opinião saiu mal na fotografia. Só não saiu pior porque a imprensa está toda com ele.
Quanto a Lello , estou consigo, nem lê-lo, mesmo quando neste caso até tenha razão e me revolte o estômago ter de o reconhecer.
Devidamente anotado, Ariel.
Nem Lê-lo, nem vê-lo!
Mesmo nem!
estão todos a esquecer o fundo poético da questão!!!
Não, Ana Cristina. Esse é que ficou mesmo calado. Calou bem fundo…
Tristezas. É no que dá o calculismo com bom timbre e o lero-lero esganiçado!
[E já agora nem ouvê-lo!]
:))
Lelo-lelo esganiçado?
rsrsrs.
A expressão que eu conheço é “lero-lero” (muito plebeia, muito plebeia a expressão).
A adaptação é só criatividade sua, já que amim não m etinha passado pela cabeça. rsrsrs
:))))))))))