Lápis L-Azuli


Maria Dulce Fernandes,

dabn.jpeg

Ainda não lemos Dan Brown: “O Segredo dos Segredos”

Esta é a sinopse, que qualquer um de nós pode ler: “Robert Langdon, prestigiado professor de simbologia, viaja até Praga para assistir a uma palestra inovadora de Katherine Solomon, uma cientista reconhecida no campo da noética, com quem começou recentemente um relacionamento amoroso. Katherine está prestes a publicar uma obra revolucionária, cujas explosivas revelações sobre a natureza da consciência humana ameaçam abalar séculos de crenças estabelecidas.

Quando um terrível assassinato provoca o caos, Katherine desaparece sem deixar rasto e o seu manuscrito é destruído. Desesperado por encontrar a mulher que ama, Langdon embarca numa corrida contra o tempo pela mística Praga, enquanto é implacavelmente perseguido por uma organização poderosa e um inimigo assustador saído das mais antigas lendas da cidade.

De Praga a Nova Iorque, passando por Londres, Langdon mergulha nos mundos da ciência mais avançada e da tradição histórica, navegando por um labirinto de códigos e símbolos, até finalmente desvendar uma verdade perturbadora sobre um projeto secreto que mudará para sempre a nossa visão da mente humana.”

Li todos os livros de Dan Brown. Gostei mais de uns do que de outros, claro. Vi os três filmes adaptados de três das suas obras, assim como a série televisiva, e adorei as antíteses à unidade de lugar, principalmente quando todos os lugares me trouxeram tão gratas memórias. Os livros são bem construídos e de leitura fácil, muito apropriados para uma sombra fresca na calmaria de um qualquer paraíso muito nosso.

Dan Brown é um dos muitos autores que sigo online e admiro-lhe a precisão investigativa. Quer isto dizer que ele vai lá ver como é, como foi, e como pode ser contado. 

É verdade que ” O Código DaVinci” é o seu ” livro dos livros”, com direito a menção em todas as outras capas de livros seus. É injusto.

Penso em Praga com muito carinho e saudade. É uma cidade linda, surpreendente e fabulosa, plena de alegria e mistério. Espero que seja tratada como merece e que a intriga do conteúdo seja excitante e em torno dos fabulosos e ancestrais mistérios, que envolvem a cidade e a sua história com a capa de muitos segredos ainda por desvendar.

Em Setembro se verá.

34 comentários em “Lápis L-Azuli”

  1. «Robert Langdon, prestigiado professor de simbologia, viaja até Praga para assistir a uma palestra inovadora de Katherine Solomon, uma cientista reconhecida no campo da noética, com quem começou recentemente um relacionamento amoroso. Katherine está prestes a publicar uma obra revolucionária, cujas explosivas revelações sobre a natureza da consciência humana ameaçam abalar séculos de crenças estabelecidas.
    Quando um terrível assassinato provoca o caos, Katherine desaparece sem deixar rasto e o seu manuscrito é destruído. Desesperado por encontrar a mulher que ama, Langdon embarca numa corrida contra o tempo pela mística Praga, enquanto é implacavelmente perseguido por uma organização poderosa e um inimigo assustador saído das mais antigas lendas da cidade.
    De Praga a Nova Iorque, passando por Londres, Langdon mergulha nos mundos da ciência mais avançada e da tradição histórica, navegando por um labirinto de códigos e símbolos, até finalmente desvendar uma verdade perturbadora sobre um projeto secreto que mudará para sempre a nossa visão da mente humana.»

    Boas Férias

    1. Já li romancistas piores, Bea. É triste de dizer, mas tenho cerca de 6 ou 7 livros que nunca consegui acabar de ler. Este é um autor que até se lê bem. Tem sempre fugas e corridas para chega à ” verdade”, mas é imaginativo. Mas mais ainda , é Praga. Do melhor ao pior da história dos homens, encontra-se tanto por todo o lado. É uma cidade incrível.
      Boas férias.

  2. Os críticos mais severos chamam-lhe “literatura ligth”.
    Acho muito fixe. Consegue prender o leitor com o truque dos capítulos curtos e é, como diz a Maria Dulce, de leitura fácil.
    Já agora, noutro registo, em Outubro sai o novo Astérix.

    1. Literatura light, é óptima para quem gosta de ler e não ficar entediado. Ainda me lembro do esforço que fiz para acabar o “Ulysses” dez anos depois de o ter começado…
      Um novo Astérix é sempre muito bem vindo. Gosto muito de BD. Em Abril chegou-me “Le Royaume Interdit”, mais uma aventura de Alix, que leio com tanto agrado como há 50 anos atrás.

      1. Alix, também marcha. Tenho uma dúzia de álbuns.
        Já o Ulisses é demasiado pesado. Comecei a ler e desisti logo.
        Só me lembro de um pequeno-almoço que metia rins.

            1. E conseguiu acabá-lo, valente! Aposto que no decurso dessa década muitas vezes terá regressado ao início por se ter esquecido de como aquilo começava… Eu, que nunca passei da página cento e tal do “tijolo”, fi-lo várias vezes. Por fim, insisti em emprestá-lo a quem tinha curiosidade de o ler e “esqueci-me” de o pedir de volta – o que foi uma verdadeira novidade literária na minha vida!

              Não duvido que seja um excelente livro, tem mesmo que ser, aliás. Mas para mim está ao nível daquela banana colada na parede com fita-cola que alguém comprou por milhões, logo tem que ser forçosamente arte: olho e não percebo nada. Sou bronca, não vale a pena perder mais tempo, ainda tenho muito para ler e para ver… E aposto que com tantos admiradores, nem o Joyce, nem a banana, dão pela minha falta.

            2. Tive de voltar atrás algumas vezes ( mas não ao princípio). Depois resolvi anotar o que queria reler para me actualizar, e tirava um “dia” para isso. Outras coisas fui inferindo e no final, fiquei muito contente com o resultado e tão feliz com o final da minha penitência, que nem lhe conto.

  3. Conheço um restaurante que se chama o Segredo dos Silvas e nunca abriu ao público parece que é um segredo tão secreto que continua fechado há já alguns anos a espera de ser inaugurado.

    1. Creio que já li um livro do Daniel Silva há muito tempo. Sou capaz de ter lido John Grisham, Tom Clancy, Joël Dicker, Júlia Navarro, Joe Nesbo, muitas, mas muitas mais vezes, já para não entrar noutros escritores não tão de ” género”, mas se gosto, gosto.

      1. Nem sei como ninguém se lembrou de tirar o Paulo Coelho da cartola… Nunca o li, e não me consigo arrepender, suspeito que não ia gostar nada.

  4. Cara Maria Dulce…

    Como se interessa por esoterismo romanceado, vou recomendar-lhe
    uma livraria alfarrabista especialista em livros (ensaios e romances)
    sobre essa temática. Fica na parte de cima da Calçada do Carmo,
    em Lisboa. Vá até lá, converse com o José Ferreira, o alfarrabista.

    Recomendo três livros do Umberto Eco:

    O Nome da Rosa
    Umberto Eco
    Difel – Difusão Editorial, Lda.
    Lisboa
    s/d (198…) (11.ª edição)

    Porquê “O Nome da Rosa”?
    Umberto Eco
    Difel – Difusão Editorial, Lda.
    Lisboa
    1991 (2.ª edição)

    O Pêndulo de Foucault
    Umberto Eco
    Difel – Difusão Editorial, Lda.
    Lisboa
    1989 (1.ª edição)

    Cumprimentos.

    João Barros da Costa

    JOAO.BARROS.DA.COSTA@SAPO.PT

    1. Já li O Nome da Rosa há , sei lá, 20 anos? O Pendulo de Foucault também já li e achei extraordinário “A Terra girava, mas o lugar onde o fio estava ancorado era o único ponto fixo do universo. Por isso, não era propriamente à Terra que o meu olhar se dirigia, mas ao alto, lá onde se celebrava o mistério da imobilidade absoluta”.
      As religiões, os rituais e os mitos sempre me fascinaram, principalmente porque diferem muito pouco umas das outras na sua essência. Diferem nas latitudes e longitudes e nos homens ( ou nos deuses) que governavam a terra à altura de cada criação. Também todas as alterações que foram acontecendo, foram mais por motivos políticos do que da fé.
      Obrigada pela dica. Creio que já fui à livraria, mas desconhecia o nome do proprietário.
      Boas férias, João.

      1. Cara Maria Dulce…

        Recomendo um dos melhores livros que existem sobre mitologia.

        MITOLOGIA MITOS E LENDAS DE TODO O MUNDO
        Vários autores
        Lisma – Edição e Distribuição de Livros, Lda.
        Casal do Marco, Seixal
        2006

        Nota – Encadernado, formato álbum, papel “couché”, quinhentas e vinte e oito
        páginas, mais de setecentas e cinquenta fotografias a cores de objectos,
        pinturas, desenhos, etc., existentes em museus, galerias de arte e colecções
        particulares.

        Boas férias.

        Cumprimentos.

        João Barros da Costa

        JOAO.BARROS.DA.COSTA@SAPO.PT

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *