Leituras


Pedro Correia,

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«De uma maneira ou outra, o velho general ficava fora de jogo, uma peça caída no xadrez do Portugal revolucionário. Nessa noite [11 de Março de 1975], a casa de Spínola, na Rua Rafael de Andrade, foi invadida e saqueada por elementos da UDP.»

Bruno Vieira Amaral, António de Spínola, p. 119

Ed. Sábado, 2025

5 comentários em “Leituras”

  1. Como de costume nestes processos revolucionários em curso, os reformistas que abriram a brecha são dos primeiros a ser devorados pela enxurrada. Sem o livro Portugal e o Futuro, que Spínola publicou em Fevereiro, provávelmente não teria havido Abril de 1974, mas em Outubro já estava arredado.

    O PCP estava impante com o sucesso do guião “Petrogrado 1917”, e apontou ao ponto seguinte – a dissolução da Assembleia Constituinte e “todo o poder aos sovietes”. Mas a sublevação da tropa que deu a cidade a Lenine em Novembro de 1917, em Portugal já tinha sido gasta inicialmente e não pode ser repetida …

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