
«Cada jornalista devia investir em si próprio, nas suas qualidades, na paixão do novo, porque essa é a essência maior do jornalismo. Todos os dias acordamos com a nossa “obra-prima” publicada na véspera a embrulhar batatas, a tapar o lixo, ou a ensopar mijo de cão. Poucas coisas serão mais efémeras do que um artigo de jornal e, no entanto, quando apaixonadamente o escrevemos, pensamos que aquele texto ficará até à eternidade. E assim deve ser.»
Vítor Serpa, Os Velhos, p. 43
Ed. Cultura, 2021

Se o Pedro Correia desse autorização e a publicasse aqui no ‘Delito …” enviaria uma foto rara, com o Vítor Serpa, e outros que já se foram e ainda cá estão, que considero uma memória dessa sua reclamada ‘vida’.
Sem deixar de referir que, depois do nosso célebre encontro na ‘Benard’, no artigo que escrevi a convite do José Manuel Constantino no livro editado pelo Comité Olímpico de Portugal (“E-Sports: o desporto em mudança?”), ficou lá registado para a ‘eternidade’ aquele projecto de formação na FMH que lá congeminámos, juntamente com aquele ‘museu nacional do desporto’ que concebi (e que recebeu aqueles importantes apoios institucionais que vêm lá referidos). Que voltei a referir na conferência parlamentar que proferi na Assembleia da República.
Essa memória não desaparecerá, por causa deste esforço impronunciável de registo museológico e patrimonial que perpetrei.
Porque não haveria de autorizar?
Só há uma questão logística: o DELITO está em fase (experimental) de transição para outra plataforma. Isto anda por aqui um pouco desarrumado.
Sendo assim, envio a foto para o email, acompanhada de dados que a contextualizam, e as referências que mencionei, e o Pedro Correia usará esses documentos e a foto como achar melhor num futuro Post seu, ou como melhor achar.
Combinado.
morreu o melhor cineasta português , Pedro. o João Canijo , o Almovodar português já não vai fazer mais nenhum filme , e nem uma palavra?
estou tão triste .
Concordo consigo, Marina, mas não posso escrever sobre tudo. Também gostaria de escrever sobre o grande António Chainho. Infelizmente não há tempo nem espaço suficientes, muito menos nesta fase de transição do Delito.
A melhor maneira de homenagear um e outro é ver os filmes de Canijo e ouvir a música de Chainho.
era bom que a RTP, via 2 , os homenageasse e dedicasse um ciclo a eles. era o mínimo.
Concordo totalmente.
Jornalistas…
Uma das mais nobres profissões que existem.
Ao longo da minha vida (sessenta e quatro anos)
conheci alguns (m/f):
1. Maria Elisa (Rogado Contente Domingues) (férias em Santa Cruz, Torres Vedras).
2. António de Sousa Duarte (colega em Direito, Universidade Livre, Lisboa).
3. Jorge Perestrelo (entrevistou-me, Rádio Clube Português, Lisboa).
4. Júlio Isidro (entrevistou-me, Rádio Clube Português, Lisboa).
5. Vanda Lourenço (entrevistou-me, Jornal de Sintra, Sintra).
6. José Manuel Tengarrinha (foi meu professor em História na F. L. U. L., Lisboa).
Antigamente não se ía para a profissão com uma licenciatura.
Embora algumas pessoas fossem licenciadas, sobretudo em L. L. M’s..
Depois, foi criado o CENJOR.
A seguir, surgiram as licenciaturas em Comunicação Social.
Hoje proliferam as e os jornalistas com essa licenciatura.
Uma excelente jornalista entregou a sua carteira profissional há uns dias.
Com a máxima dignidade, a mesma com que foi jornalista desde os dezoito anos.
Recomendo os seguintes livros:
A Vida é um Minuto
Judite Sousa
Oficina do Livro – Sociedade Editorial, Lda.
Alfragide
2009
Segredos
Judite Sousa
Objectiva (Penguin Random House Grupo Editorial Unipessoal, Lda.)
Lisboa
2015
Nota – Muito ilustrado.
Duas ou Três Coisas Sobre Mim
Judite Sousa
Oficina do Livro – Sociedade Editorial, Lda.
Alfragide
2018
E também:
História da Imprensa Periódica Portuguesa
José Tengarrinha
Editorial Caminho, S. A.
Lisboa
1989
Nota – 2.ª edição, revista e aumentada.
Nota – Ilustrado.
Nota – O meu exemplar tem uma dedicatória do autor para mim.
João Barros da Costa
Jornalistas…
Também conheci:
7. Nuno Roby Amorim (colega em História, Universidade Lusíada, Lisboa).
8. Pedro Ferreira (repórter no concerto dos Raios e Coriscos, Minas & Armadilhas, SARL,
Xutos & Pontapés, Aqui d’el Rock, Liceu Dom Pedro V, Lisboa, Sábado, 5 de Maio de 1979)
(fui viola-solo, guitarrista, nos Raios e Coriscos – pesquisar em blogs, sapo.pt) (punk rock).
João Barros da Costa
Adenda:
8. Pedro Ferreira (…) (…) (…).
Nota – Ver “O PUNK É A SÉRIO!”, Pedro Ferreira, música & som, Ano III / n.° 47 /
Maio/Junho de 1979, pp. 12-13, duas fotografias a preto e branco. Os meus pés
(nuns ténis Adidas) e os da Isabelle e os da Ana (punks da Avenida de Roma, Lisboa)
aparecem na primeira fotografia. Os da Isabelle também aparecem na segunda
fotografia. Fetiche por pés? Eh! Eh! Eh!
Recomendo o livro “FÁTIMA” do António Pedro Ferreira e da Clara Ferreira Alves. Sobretudo pelas fotografias. O texto é interessante.
A fotografia da capa é extraordinária, sobretudo pelo momento captado
pelo António Pedro Ferreira (um dos melhores fotojornalistas portugueses),
que podia ter como título “Confissões entre duas freiras…”, e a extraordinária
beleza de uma delas.
João Barros da Costa
L. L. M’s. significa Línguas e Literaturas Modernas.
Na F. L. U. L. (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)
existem algumas licenciaturas dessas.
João Barros da Costa