"Desconfio sempre das pessoas demasiado perfeitas."
Comissário Maigret, em Maigret e o Negociante de Vinhos, de Georges Simenon (ASA, 2009)
14 comentários em “Leituras”
.. de repente uma block policy interna qualquer (idiota ainda por cima) proibe-me de ver as fotografias que por aqui vão postando. Neste caso específico acho que não preciso de a ver para concordar com Monsieur Le Comissaire 😉
(isto foi vingança por ter ido de férias, só pode)
Espero que as férias tenham sido boas, Once. E que a greve às fotos termine depressa aí no seu computador: vale a pena ver o belo poster que acompanha a arguta frase do comissário.
Ainda bem. Eu, depois de ter estado muitos anos fora, andei a fazer de turista pelo país inteiro, Verão após Verão e até Inverno após Inverno. Mesmo em Lisboa, fiz todos os circuitos que os turistas fazem habitualmente, sentindo-me simultaneamente de de ‘dentro e de ‘fora’. Foi uma outra maneira de ver e perceber Portugal. Gostei muito. E aprendi ainda mais.
Engraçado Pedro que me lembrou agora as férias de família: somos 4 filhos e o meu Pai alugou durante três anos seguidos uma autocaravana, por um mês, para nos mostrar o nosso País. 🙂 Aprendi a gostar mais de Portugal por isso, estou certa.
Georges Joseph Chistian Simenon (Liège, 12 de fevereiro de 1903 — Lausanne, 4 de setembro de 1989) foi um escritor belga de língua francesa. Foi um romancista de uma fecundidade extraordinária: escreveu 192 romances, 158 novelas, alem de obras autobiográficas e numerosos artigos e reportagens sob seu nome e mais 176 romances, dezenas de novelas, contos e artigos sob 27 pseudônimos diferentes. As tiragens acumuladas de seus livros atingem mais de 500 milhões de exemplares. É o autor belga, e o quarto autor de língua francesa mais traduzido em todo o mundo. Seu personagem mais famoso é o Comissário Maigret, personagem de 75 novelas e 28 contos.
Eu, além de desconfiar sempre das pessoas demasiado perfeitas, também também não gosto delas. Acho mesmo que quase não são humanas, quase não são pessoas. Mas gosto do Maigret e dos negociantes de vinhos. Bons, é claro!
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.. de repente uma block policy interna qualquer (idiota ainda por cima) proibe-me de ver as fotografias que por aqui vão postando. Neste caso específico acho que não preciso de a ver para concordar com Monsieur Le Comissaire 😉
(isto foi vingança por ter ido de férias, só pode)
Abraço 🙂
(Once)
Espero que as férias tenham sido boas, Once. E que a greve às fotos termine depressa aí no seu computador: vale a pena ver o belo poster que acompanha a arguta frase do comissário.
Foram sim Pedro, aqui pelo nosso canto à “beira mar plantado” que tem tanto de maravilhoso, ainda.
🙂 também o espero *
Ainda bem. Eu, depois de ter estado muitos anos fora, andei a fazer de turista pelo país inteiro, Verão após Verão e até Inverno após Inverno. Mesmo em Lisboa, fiz todos os circuitos que os turistas fazem habitualmente, sentindo-me simultaneamente de de ‘dentro e de ‘fora’. Foi uma outra maneira de ver e perceber Portugal. Gostei muito. E aprendi ainda mais.
Engraçado Pedro que me lembrou agora as férias de família: somos 4 filhos e o meu Pai alugou durante três anos seguidos uma autocaravana, por um mês, para nos mostrar o nosso País. 🙂 Aprendi a gostar mais de Portugal por isso, estou certa.
(está explicada a sua sabedoria, então ..!) 🙂
E ainda há muita coisa que não conheço, Once. Mas é uma sensação única, fazermos de turistas no nosso próprio país ou na nossa própria cidade.
A frase cabe a certos políticos, Maigret é muito recomendável e o negociante de vinhos… Bem, esse é homem a visitar para ver a garrafeira de perto.
Eu também desconfio das pessoas demasiado perfeitas. Na política, ainda desconfio mais.
Georges Joseph Chistian Simenon (Liège, 12 de fevereiro de 1903 — Lausanne, 4 de setembro de 1989) foi um escritor belga de língua francesa.
Foi um romancista de uma fecundidade extraordinária: escreveu 192 romances, 158 novelas, alem de obras autobiográficas e numerosos artigos e reportagens sob seu nome e mais 176 romances, dezenas de novelas, contos e artigos sob 27 pseudônimos diferentes. As tiragens acumuladas de seus livros atingem mais de 500 milhões de exemplares. É o autor belga, e o quarto autor de língua francesa mais traduzido em todo o mundo. Seu personagem mais famoso é o Comissário Maigret, personagem de 75 novelas e 28 contos.
Já fazia falta a enciclopédia ambulatória de serviço. Hehe…
João, habituei.me agora não quero outra coisa. HEHE
Fez agora 20 anos que Simenon morreu.
Eu, além de desconfiar sempre das pessoas demasiado perfeitas, também também não gosto delas. Acho mesmo que quase não são humanas, quase não são pessoas. Mas gosto do Maigret e dos negociantes de vinhos. Bons, é claro!
Também eu, Luís. O Maigret era bastante imperfeito – e até por isso é uma personagem que não morre.