Hercule Poirot é um grande detetive fictício e protagonista da maioria dos livros de Agatha Christie, comparável apenas a Sherlock Holmes, famoso detetive da ficção policial. Um grande número das obras onde Poirot aparece se tornaram filmes, séries de televisão, rádio e teatro. Foi vivido no cinema por Albert Finney e por Sir Peter Ustinov e na série televisiva por David Suchet. De nacionalidade belga (embora muitos o julguem francês), Poirot é uma personagem extremamente extravagante. Usa bigode e tem sempre uma aparência elegante e impecável com um grande charme. O seu nome é deliberadamente absurdo, pois Hercule relembra o herói Hércules da mitologia grega, porém o detetive é um homem pequeno. O sobrenome Poirot tem origem em poireau , que em francês significa alho-porro ou verruga . O personagem apareceu pela primeira vez em 1920, no romance “O misterioso caso de Styles” (The mysterious affair of Styles). Poirot é um grande fã da ordem e do método, daí estar sempre impecavelmente vestido. Chega, em certos momentos, a ser rabugento. Costuma dizer ao seu amigo Hastings que: “o seu crime de sonho seria realizado com método e ordem…” e acredita que “se houvesse um criminoso assim, seria impossível, incluindo o próprio Hercule Poirot, descobrir o verdadeiro culpado”. Ao contrário dos outros grandes detetives da Scotland Yard, Poirot diz que pode resolver um crime estando “apenas sentado na sua poltrona”. Ele compara os seus colegas a “cães de caça humanos”, pois eles usam as pequenas pistas no chão, as pegadas e as impressões digitais como método de trabalho; enquanto que Poirot usa, como único meio, a psicologia humana e o que ele chama de “massa cinzenta”. Não é um detetive de ação, mas meramente dedutivo. Poirot diz que a mente humana não tem nenhuma originalidade, pois quando um criminoso comete um crime, o seu método psicológico é sempre o mesmo.
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Eis o que falta ao País em geral. E ao PSD em particular. Digo isto depois de «separar a questão principal das questões secundárias».
Pois…
desde que se estipule à priori o que é o essencial e o que é o acessório 😉 nem sempre fácil ..
(e não me cites Saint Exupéry s.f.f.) ;))
É aí que o bom político faz a diferença. E o bom detective também.
Gosto do Hercule…:)))
E quem não gosta, não é?
Hercule Poirot é um grande detetive fictício e protagonista da maioria dos livros de Agatha Christie, comparável apenas a Sherlock Holmes, famoso detetive da ficção policial. Um grande número das obras onde Poirot aparece se tornaram filmes, séries de televisão, rádio e teatro. Foi vivido no cinema por Albert Finney e por Sir Peter Ustinov e na série televisiva por David Suchet.
De nacionalidade belga (embora muitos o julguem francês), Poirot é uma personagem extremamente extravagante. Usa bigode e tem sempre uma aparência elegante e impecável com um grande charme. O seu nome é deliberadamente absurdo, pois Hercule relembra o herói Hércules da mitologia grega, porém o detetive é um homem pequeno. O sobrenome Poirot tem origem em poireau , que em francês significa alho-porro ou verruga . O personagem apareceu pela primeira vez em 1920, no romance “O misterioso caso de Styles” (The mysterious affair of Styles).
Poirot é um grande fã da ordem e do método, daí estar sempre impecavelmente vestido. Chega, em certos momentos, a ser rabugento. Costuma dizer ao seu amigo Hastings que: “o seu crime de sonho seria realizado com método e ordem…” e acredita que “se houvesse um criminoso assim, seria impossível, incluindo o próprio Hercule Poirot, descobrir o verdadeiro culpado”.
Ao contrário dos outros grandes detetives da Scotland Yard, Poirot diz que pode resolver um crime estando “apenas sentado na sua poltrona”. Ele compara os seus colegas a “cães de caça humanos”, pois eles usam as pequenas pistas no chão, as pegadas e as impressões digitais como método de trabalho; enquanto que Poirot usa, como único meio, a psicologia humana e o que ele chama de “massa cinzenta”. Não é um detetive de ação, mas meramente dedutivo.
Poirot diz que a mente humana não tem nenhuma originalidade, pois quando um criminoso comete um crime, o seu método psicológico é sempre o mesmo.
Gosto de Poirot. E da Miss Marple também.
… E de Tommy e Tuppence também.
O Poirot foi o meu primeiro herói de infância. Foi a primeira vez que percebi que podia-se ter defeitos para ser um herói. 😀
Nem mais, Pedro. Gostei.
Agatha Christie é uma autora a que volto sempre com prazer, Ana. Nas férias e não só.
Convido você e todos os seus leitores a conhecerem um blog brasileiro totalmente dedicado à grande dama dos livros policiais Agatha Christie:
http://acasatorta.wordpress.com/
Um abraço
Tommy
Obrigado pela sugestão, Tommy.