
«Não é em alguns meses, nem em dois ou três anos, que nos conhecemos realmente.»
´Georges Simenon, O Quarto Azul (1964), p. 58
Relógio d’Água, 2017. Tradução de Gina de Freitas. Colecção Crime Imperfeito

«Não é em alguns meses, nem em dois ou três anos, que nos conhecemos realmente.»
´Georges Simenon, O Quarto Azul (1964), p. 58
Relógio d’Água, 2017. Tradução de Gina de Freitas. Colecção Crime Imperfeito
Eu até acho que realmente nunca nos conhecemos: nem a nós próprios, nem aos outros. Às vezes, existem circunstâncias inesperadas, que põem à prova aquilo que acreditávamos conhecer sobre nós e sobre os outros. O encanto e o desafio da vida também passa por aí: se só tivéssemos certezas sobre nós e sobre os outros, a vida seria uma pasmaceira, um enfado…
Não digo que seja dos meus favoritos, mas é deveras um “noir” e tanto.
Vamos lá ver se este meu comentário aparece, tenho tido “brancas” mas só nesta rubrica. Sou caso único?