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“tan monumentalmente humano”
Sobretudo em 1975, no DN…
Sobretudo gente anónima que não tem a hombridade de assinar com o seu nome. Quando tiver um nome que não seja mentira falaremos. Até lá não passam mais.
Você sabe do que está a falar? Penso que não. É que presumo que não tenha estado “lá” em 1975…
Claro que é livre de cortar os meus comentários, no pressuposto de que sou “anónimo” e não tenho “hombridade”. Mas sempre lhe pergunto: todo o mundo que não tem blog no sapo passou a ser anónimo e cobarde, foi?
Não estive lá em 1975 e nem quero saber. O que está em questão é o escritor. Ponto.
Alguém que tem como url uma empresa de serviços eléctricos do Arizona tem muita sorte em ainda eu lhe dirigir estas palavras. Recomendo-lhe a leitura das inspiradíssimas quadras do meu companheiro de blogue Luis M. Jorge a propósito dos anónimos.
Essas “inspiradíssimas” não li (nem vou ler…) e não gostei.
Ah mas devia!
Goste-se ou não dele como pessoa ou como escritor, a forma apaixonada como PIlar fala de Saramago é, em si mesmo um espectáculo monumentalmente humano, (no que o humano tem de mais bonito).
Precisamente, Teresa.
Não acho que Saramago fosse um exemplo de simplicidade, muito pelo contrário. Mas, afinal, ser-se “monumentalmenbte humano” é tudo menos ser-se perfeito. E a forma como a Pilar del Rio fala dele é bonita e comovente, de facto.